quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

IKEBAMA

Ikebana é a arte de montar arranjos de flores, com base em regras e simbolismo preestabelecidos. Ikebana é um termo em japonês que significa flores vivas.
Ikebana, ou kado, geralmente são arranjos florais para serem utilizados como oferta religiosa, para decorar altares, e são montados com flores, folhas, galhos, frutos e plantas secas.
O ikebana teve origem na Índia, onde os religiosos faziam grandes decorações para o altar de Buda, porém foram os japoneses que tornaram a prática conhecida, e estenderam-na até o Ocidente. O ikebana é sempre composto por todos os tipos de plantas, como caules, folhas, flores, ramos, e segundo os japoneses simbolizam o céu, a terra e a humanidade.
O significado principal é de ser uma oferenda, um ato para agradar religiões, mas também é praticado por pessoas de origem nobre. Existem diversos estilos de ikebana, o Brasil possui até uma Associação, onde os praticantes possuem toda uma tradição espiritual, uma concentração para aproveitar e apreciar a natureza.
Os estilos de ikebana são: Ikenobo, que é o mais antigo, e são arranjos com devoção aos deuses, e são decorados com galhos; Sogetsu, que é um dos estilos mais novos, sendo que até mesmo a Rainha Elizabeth II e a Princesa Diana frequentaram escolas para aprender essa técnica; o estiloOhara, que é uma montagem de galhos e flores quase que empilhados; e o estilo Sanguetsu, que abordaremos em seguida.

Ikebana Sanguetsu

Ikebana Sanguetsu é um estilo de ikebana criado por Mokiti Okada, que tem como noção básica o respeito pela natureza. Este estilo de ikebana se distingue dos outros porque tem como princípio a não modificação dos materiais usados (folhas, flores, galhos), tentando criar um arranjo mais natural e equilibrado possível. Existem cursos e uma academia de ikebana Sanguetsu, que tem como objetivo incutir o respeito pela natureza, o que torna a vida do aprendiz mais alegre e harmoniosa.
significado de Ikebana está na categoria: GeralA iquebana é originária da Índia, onde os arranjos eram destinados a Buda, e se personalizou na cultura nipônica, que a tornou mais conhecida. Em contraste com a forma decorativa de arranjos florais que prevalece nos países ocidentais, o arranjo floral japonês cria uma harmonia de construção linear, ritmo e cor. Enquanto que os ocidentais tendem a pôr ênfase na quantidade e no colorido das cores, dedicando a maior parte da sua atenção à beleza das corolas, os japoneses enfatizam os aspectos lineares do arranjo. A arte foi desenvolvida de modo a incluir o vaso, caules, folhas e ramos, além das flores. A estrutura de um arranjo floral japonês está baseada em três pontos principais que simbolizam o céu, a terra e a humanidade, embora outras estruturas sejam adaptadas em função do estilo e da escola. Dentre os mais diversos estilos de iquebana, destaca-se a Academia de Ikebana Sanguetsu. Esse estilo busca representar uma forma de se chegar ao equilíbrio, à simplicidade e à beleza. O sanguetsu, que tem, como princípio básico, o sentimento de respeito à natureza que norteou a vida de Mokiti Okada, cria composições capazes de refletir a beleza natural das flores em sua forma mais pura, levando alegria e paz às pessoas que apreciam os arranjos.

Ver também[editar | editar código-fonte]

TEUTÔNICO

Teutônico é um adjetivo masculino oriundo do latim teutoni, referente ao Teutões, uma tribo germânica que ficou bastante conhecida a partir do século IV. Teutônico pode ser um sinônimo de germânicogótico ealemão.
Teutônico é também uma palavra que classifica alguma coisa relacionada com a Ordem Teutônica.

Ordem Teutônica

A Ordem Teutônica foi uma ordem militar criada na Palestina durante as cruzadas. Fundada por mercadores alemães em Acre (1190), como comunidade hospitalária, se converteu em 1198 numa ordem de cavalaria. Adquiriu possessões na área mediterrânica (Palestina, Síria, Grécia, Sicília, Apúlia e Espanha, entre outras) e em França, mas sobretudo na Livônia, na Prússia e na Alemanha.
Era dirigida por um grão-mestre vitalício nomeado pelo capítulo geral, assessorado por cinco grandes ministros. A sede do grão-mestre esteve primeiramente em Acre e depois em Veneza (1291), Marienburg (1309) e Könisberg (1457).
A Ordem Teutônica participou na conquista da Prússia, onde constituiu um estado com capital em Marienburg no século XIV. Durante o século XV sobreveio a derrocada da Ordem, pela oposição da nobreza e dos setores de caráter burguês, unida ao conflito que enfrentava com a Polônia.
O seu poder político foi reduzido à Prússia Oriental, sob soberania polaca. Depois da conversão ao protestantismo do grão-mestre Alberto de Brandeburgo em 1525, a Ordem perdeu o seu caráter político-militar e ficou reduzida à sua primitiva atividade hospitalária.
Dissolvida por Napoleão em 1809, Francisco I da Áustria acolheu a Ordem Teutônica sob a sua proteção garantindo as suas propriedades. Até 1918, um arcebispo austríaco era nomeado grão-mestre. Em 1929, o ramo sacerdotal da Ordem Teutônica (reconhecido no século XIX), foi transformado pelo Papa numa ordem exclusivamente espiritual, a que se deu o antigo nome de "Irmãos da Ordem Teutônica de Santa Maria de Jerusalém" (com sede em Viena).
A Ordem dos Cavaleiros Teutônicos, como ordem laica, formou-se de novo em 1960, com sede em Frankfurt.
significado de Teutônico está na categoria: GeralA Ordem dos Cavaleiros Teutônicos de Santa Maria de Jerusalém, conhecida apenas como Ordem Teutónica (português europeu) ou Ordem Teutônica (português brasileiro) (em alemão: Deutscher Orden; em latim: Ordo Domus Sanctæ Mariæ Theutonicorum) foi uma ordem militar cruzada, vinculada à Igreja Católica por votos religiosos pelo Papa Clemente III. Tendo sido formada em São João de Acre, em Israel, na época das Cruzadas, no final do século XII. Os seus membros usavam sobrevestes brancas com uma cruz negra. Tiveram a sua sede em Montfort, uma fortaleza construída nos tempos do Reino de Jerusalém (1099-1291), durante as Cruzadas, cujos vestígios se conservam no norte de Israel.
A Ordem Teutónica foi uma das mais poderosas e influentes da Europa. A maioria dos seus membros pertencia à nobreza, inclusive a família real prussiana e outros nobres germânicos. Os soberanos e a nobreza dos estados antecessores à atual Alemanha (ver artigo: Unificação Alemã), inclusive a família soberana do Império Alemão (1871-1918) e da Prússia (1525-1947), os von Hohenzollern, eram membros da ordem.
Em 1809, quando Napoleão Bonaparte determinou a sua extinção, a Ordem perdeu as suas últimas propriedades seculares, mas logrou sobreviver até o presente. O decreto papal emitido por Pio XI, a 21 de novembro de 1929, transformava os cavaleiros teutónicos numa ordem clerical composta por sacerdotespadres e freiras. Actualmente, tem a sua sede em VienaÁustria, e trabalha primordialmente com objetivos assistenciais. A cruz teutónica está na origem da célebre "Cruz de Ferro", condecoração ainda em uso pelas forças armadas alemãs.

A mudança para o centro e norte da Europa[editar | editar código-fonte]

Cavaleiros teutónicos na Polônia
Cavaleiros teutónicos naPolônia
Bandeira teutónica
Bandeira teutónica
Torre teutónica em Acre (atual Israel)
Torre teutónica em Acre(atual Israel)
Após a derrota das forças cristãs no Oriente Médio, os cavaleiros mudaram-se para a Transilvânia, em 1211, a convite do rei André II da Hungria, onde fundam a cidade de Brasov, mas foram expulsos em 1225. Transferiram-se então para o norte da Polônia, onde criaram o Estado da Ordem Teutónica (1224-1525). A agressividade e o poder da Ordem ameaçava os países vizinhos, em especial o Reino da Polônia e o Grão-Ducado da Lituânia.
Entre 1229 e 1279 a ordem conquistou áreas na Prússia, onde os cavaleiros construíram muitas cidades e fortes. Por volta de 1329, os cavaleiros teutónicos controlavam, por domíniopapal, toda a região do Báltico, desde o golfo da Finlândia até a Pomerânia, na Polônia. Na parte sul de seu domínio, a ordem foi abolida e suas terras se tornaram a Prússia, em 1525. A parte norte (Estônia e Letónia) foi dividida entre a PolôniaRússia e Suécia, depois de 1558.
Em 1410, na batalha de Grunwald (também conhecida como batalha de Tannenberg), um exército combinado polaco-lituano comandado pelo rei polaco Ladislau II Jagelão derrotou a Ordem e pôs fim a seu poderio militar. O poder da Ordem continuou a declinar até 1525, quando seu grão-mestreAlberto de Brandemburgo, converteu-se ao luteranismo e assumiu o título e os direitos de duque hereditário da Prússia (embrião do Reino da Prússia, catalisador do futuro Império Alemão). O Grão-Magistério foi então transferido para Mergentheim, de onde os grão-mestres teutónicos continuavam a administrar as consideráveis posses da Ordem no Sacro Império Romano-Germânico.
Em 1809, quando Napoleão Bonaparte determinou a sua extinção, a Ordem perdeu as suas últimas propriedades seculares, mas logrou sobreviver até o presente. No decreto papal emitido por Pio XI, a 21 de Novembro de 1929, transformava os cavaleiros teutónicos numa ordem clerical composta por sacerdotes, padres e freiras. Atualmente, tem a sua sede emVienaÁustria, e trabalha primordialmente com objetivos assistenciais. A cruz teutónica está na origem da célebre "Cruz de Ferro" , condecoração ainda em uso pelas forças armadas alemãs.
Nas mãos de Heinrich Himmler, a SS foi estruturada segundo o modelo da Ordem dos Cavaleiros Teutónicos, cujos membros da última, acreditava-se, tinham sido guardiões do Santo Graal. Equipes da SS foram designadas para encontrar tanto o Santo Graal quanto a Arca da Aliança[carece de fontes]

Moedas[editar | editar código-fonte]

Grão-mestres[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Commons possui uma categoriacontendo imagens e outros ficheiros sobre Ordem Teutónica

Castelo de Marienburg, dos Cavaleiros Teutônicos.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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