segunda-feira, 24 de agosto de 2015

PSICOSE

Psicose é o nome dado a um estado mental patológico caracterizado pela perda de contato do indivíduo com a realidade, que passa a apresentar comportamento antissocial.
O termo psicopatia, no entanto, não pode ser compreendido como um sinônimo de psicose. A psicopatia é uma condição muito mais grave do que a psicose, para a qual não há tratamento – ao contrário da psicose. Além disso, a psicopatia consiste em uma desordem de personalidade, enquanto a psicose é uma desordem psíquica que não diz respeito ao âmbito da personalidade, mas, sim, à perda de contato com a realidade.

Tipos

Existem inúmeros tipos de psicoses ou transtornos psicóticos. A esquizofrenia e otranstorno bipolar são alguns exemplos das psicopatias mais conhecidas que existem.
A psicose é categorizada em três grupos principais, com base em suas respectivas causas. Estes são:
  • Psicose resultante de uma condição mental ou psicológica
  • Psicose resultante de uma norma sanitária médica geral
  • Psicose resultante do abuso de drogas e álcool

Causas

As causas da psicose ainda são motivo para muita discussão e controvérsia dentro da comunidade médica e científica. Especialistas acreditam que fatores sociais, como a vida nas grandes cidades, abuso de drogas e isolamento social possam estar direta ou indiretamente associados à psicose. Uma provável interação entre esses fatores sociais com fatores biológicos e psicológicos produziria uma reação em cascata, resultando, assim, no desenvolvimento do quadro psicótico.
A psicose pode ocorrer em diversos casos, e para cada um deles há uma causa específica.

Fatores de risco

O abuso de substâncias como o álcool e alguns tipos de drogas, principalmente as do tipo estimulantes, é o principal fator de risco para o surgimento de uma psicose.
Esse tipo de doença pode surgir em todas as idades.

 sintomas

Sintomas de Psicose

Os principais sinais e sintomas de psicose são muito diversos e podem ser percebidos por meio de mudanças de características pessoais do indivíduo, como o humor, e também no modo de pensar e no comportamento. A intensidade dos sintomas varia de pessoa para pessoa e pode se alterar com o decorrer do tempo. Os principais sinais de uma doença psicótica são:

Pensamento confuso

O modo que a pessoa encontra para se expressar costuma ser alterado, não havendo conexão entre as ideias. Nesses casos, as frases emitidas pelo paciente podem não ter sentido ou não serem claras. O individuo também pode encontrar dificuldades para concentrar-se e ter problemas de memória recente. Da mesma forma, a fala também pode estar muito rápida ou muito lenta, dependendo da pessoa.

Delírios

Uma pessoa com algum tipo de psicose pode desenvolver crenças ou ideias não baseadas na realidade, os chamados “delírios”. A intensidade deste sintoma costuma aumentar conforme o curso da doença. No começo, por exemplo, a pessoa pode ainda apresentar algumas dúvidas em relação a essas falsas ideias, mas com o passar do tempo ela se convence totalmente e mesmo o argumento mais lógico não faz sentido para ela. A falsa ideia de perseguição está entre os principais tipos de delírios, que são caracterizados por sentimentos de medo e desconfiança constante. Uma pessoa com psicose pode, ainda, achar que tem poderes especiais ou que a televisão ou o rádio estão mandando mensagens diretamente a ela.

Alucinações

São percepções falsas da realidade. O indivíduo ouve vozes, vê coisas que não existem, sente cheiros esquisitos e pode ter sensações tácteis desagradáveis.

Alterações nos sentimentos

Podem ocorrer transformações nos sentimentos pessoais do paciente sem nenhum motivo aparente. A pessoa pode se sentir estranha ou diferente e as oscilações de humor, nesses casos, são frequentes.

Comportamento alterado

A mudança no comportamento usual da pessoa é um sintoma muito comum da psicose. No início, esse sinal costuma se manifestar na queda do rendimento no trabalho ou na escola. Os indivíduos podem ficar tanto muito ativos quanto letárgicos. Eles podem permanecer a maior parte do dia deitados ou sentados imóveis, assistindo televisão
Se antes essas mesmas pessoas eram comunicativas, de uma hora para a outra, elas podem não querer mais conversar com ninguém, preferindo ficar sozinhas no quarto, recolhidas. Ou pode acontecer também o inverso. Se antes eram tímidas, passam a ser mais falantes, às vezes comportando-se de forma inadequada em ambientes públicos. Também podem falar ou rir sozinhos sem nenhum estímulo aparente.
Os hábitos de higiene também podem ser comprometidos. O paciente pode passar a não tomar banho ou escovar os dentes, levando-o a ter uma aparência descuidada. A perda de apetite e a alteração do sono também são alguns dos sintomas mais frequentes em pacientes diagnosticados com psicose, em que eles podem passar até a noite inteira sem dormir.ale com um médico ou psiquiatra se você notar que algum membro de sua família está apresentando sintomas similares aos de uma psicose, principalmente se, entre esses sintomas, estiver uma possível perda de contato com a realidade.

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar uma psicose são:
  • Neurologia
  • Psiquiatria
  • Psicologia
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
  • Quais os sintomas que foram notados?
  • A pessoa já foi diagnosticada com algum outro problema de saúde?
  • A pessoa tem tido mudanças de comportamento muito acentuadas?
  • Qual a intensidade dos sintomas?
  • Os sintomas são frequentes ou ocasionais?
  • Os sintomas foram piorando com o passar do tempo?

Diagnóstico de Psicose

Avaliação psiquiatra é um dos métodos mais utilizados por médicos para diagnosticar uma psicose. Alguns exames também são comuns pra essa prática. Entre eles estão alguns testes de laboratórios, como exames de sangue para medir os níveis de hormônios e eletrólitos na corrente sanguínea e também para detectar infecções, como sífilis. Testes para verificar a presença de algumas drogas no organismo também podem ser realizados, bem como exame de ressonância magnética cerebral.

 tratamento e cuidados

Tratamento de Psicose

O tratamento da psicose depende única e exclusivamente da causa e do tipo de psicose. Às vezes, a internação hospital pode ser necessária, principalmente se houver riscos para a segurança do paciente.
Alguns medicamentos antipsicóticos podem ajudar a controlar alguns sintomas, como alucinações e delírios. Essas drogas também podem ajudar a estabilizar os padrões de comportamento e pensamento do paciente.

 convivendo (prognóstico)

Convivendo/ Prognóstico

Acompanhamento médico e psiquiátrico frequente é mais que necessário para tanto o paciente quanto seus familiares conseguirem lidar bem com a doença.
Para isso, é estritamente necessário que o paciente siga à risca as orientações médicas, obedecendo ao tratamento e não faltando às visitas ao psiquiatra.

Complicações possíveis

A psicose afeta diretamente a qualidade de vida do indivíduo. Muitos pacientes não conseguem levar uma vida normal devido aos sintomas, que são caracterizados principalmente pela perda de contato com a realidade. Os sinais de uma psicose afetam diretamente no desempenho da pessoa no trabalho e nos estudos, além de impedi-lo de exercer algumas atividades básicas do dia a dia com eficiência. Em suma, pacientes diagnosticados com algum tipo de psicose têm dificuldade para viver normalmente e muitas vezes são incapazes de cuidar de si mesmos. Se a doença não for tratada, eles podem se machucar e até mesmo machucar outras pessoas.

Expectativas

A recuperação do indivíduo diagnosticado com psicose também depende da causa e do tipo de psicose. Para alguns tipos da doença, não há cura viável. Mas se a causa puder ser identificada e corrigida, o resultado geralmente é satisfatório e o tratamento com antipsicóticos tende a ser breve também.
Algumas psicoses crônicas, como a esquizofrenia, podem exigir tratamentos por toda a vida para controlar os sintomas.Psicose é o nome usado para um problema médico que afeta o cérebro de maneira que a pessoa perde o contato com a realidade. Quando a pessoa tem este problema de repente, dizemos que ela tem um episódio ou surto psicótico. Uma pessoa pode também ficar com a doença pelo resto da vida, o que chamamos de psicose crônica.



Psicoses ocorrem com mais frequência no final da adolescência e início da vida adulta, algo entre os 17 e 28 anos de idade, mais ou menos. De cada cem pessoas da população, três terão um episódio psicótico na vida. Ela atinge qualquer pessoa, de qualquer raça ou classe social.



Os sintomas principais são:



1)Pensamentos desorganizados – não se entende bem o que a pessoa psicótica está dizendo, não faz sentido o que ela diz. Pode haver dificuldade de concentração. Os pensamentos podem estar acelerados ou muito lentos.



2)Alucinações – são alterações da percepção. O psicótico vê coisas, ouve vozes ou sons, sente sabores que não existem na realidade. Pode ouvir vozes de perseguição, ver um animal querendo atacá-lo que não existe naquele ambiente.



3)Delírios ou crenças falsas – delírio é uma alteração do conteúdo do pensamento. Há delírios de grandeza (“Eu sou o presidente do país.”), de ciúme (“Todos me traem.”), de perseguição (“Você [dizendo para o médico] está aqui para me matar!”), místicos (“Eu sou Jesus Cristo.”), etc. A pessoa crê ser isto real. E nada a convence de que não é.



4)Mudança de sentimentos – ocorrem sem razão aparente. Sensação de isolamento do mundo, estranheza, como se tudo se movesse em câmara lenta, e ora muito alegre, ora deprimido demais, ou sem nenhuma emoção, como se fosse uma máquina.



5)Mudança de comportamento – a pessoa pode estar acelerada e agitada, andando de lá para cá o tempo todo, ou extremamente parada (catatonia), passando horas e dias sentada sem fazer nada com olhar perdido. Pode ficar rindo sem motivo (hebefrenia). A mudança do comportamento depende de outras alterações, por exemplo, se a pessoa tem alucinação auditiva de que uma voz está lhe dizendo para fugir, ela ficará muito inquieta e irá querer sair correndo. Ou pode estar muito assustada e não conseguir dormir. Outros param de comer porque há no delírio a ideia de que colocaram veneno na comida.



Num primeiro episódio psicótico a pessoa começa com alterações pouco perceptíveis, e ela pode descrever mudanças que percebe, como por exemplo, dizer que não consegue sentir sentimentos como antes, que alguns pensamentos perturbam, têm insônia, sente-se meio aérea como estando saindo da realidade. Em seguida a isto ocorre a crise aguda na qual surgem os sintomas psicóticos citados acima. Depois podem recuperar com tratamento. Muitos tem só uma crise na vida, outros têm recaídas e outros ainda nunca recuperam.



Alguns tipos de psicose são:



1)Psicose induzida por drogas – como álcool, maconha, cocaína, etc. Alguns dos usuários de drogas podem já ter tido comportamento um tanto psicótico e a droga piora seu estado mental, enquanto que outros desencadeiam o surto com o uso da droga.



2)Psicose orgânica – causada por lesão cerebral ou enfermidade física que altere o funcionamento do cérebro, como a encefalite, a Aids, tumor cerebral, reação química a certos remédios em pessoas predisponentes talvez (pós-cirúrgico).



3)Psicose reativa breve – sintomas aparecem de forma súbita em resposta a um evento muito estressante para uma pessoa muito sensível. A pessoa recupera em poucos dias.



4)Esquizofrenia – quando há mudanças psicóticas por pelo menos seis meses. Atinge uma em cada cem pessoas. Há diferentes tipos como a paranóide, hebefrênica, catatônica, simples.



5)Transtorno bipolar – era chamada de psicose maníaco-depressiva. Há alteração do estado de humor caracterizado pela alternância de momentos de exagerada euforia (mania) com depressão. Na fase da euforia a pessoa se acha um deus onipotente e faz coisas fora da realidade, como comprar coisas sem ter como pagar, planejar viagens fantásticas, etc. Na fase depressiva pode escutar vozes que lhe dizem para matar-se.



6)Transtorno esquizoafetivo – a pessoa tem alterações como no bipolar e no esquizofrênico mas não se enquadra em nenhum dos dois diagnósticos.



O tratamento da psicose inclui:



1) medicamentos prescritos por médico psiquiatra;

2) orientação familiar;

3) hospitalização se necessário;

4) hospital-dia, Caps nas cidades, terapia ocupacional;

5) grupos de ajuda para familiares com psicose;

6) ajuda muito uma dieta vegetariana;

7) também ajuda muita atividade física ao ar livre (caminhadas assistidas);

8) hidroterapia (banhos de contraste quente-frio, etc.).

Voltar Psicose é um quadro psicopatológico clássico, reconhecido pela psiquiatria, pela psicologia clínica e pela psicanálise como um estado psíquico no qual se verifica certa "perda de contato com a realidade"[2] , sendo esta entendida como séries de saberes, constructos e símbolos compartilhados e validados socialmente. Nos períodos de crises mais intensas podem ocorrer (variando de caso a caso) alucinações ou delírios,[3] desorganização psíquica que inclua pensamento desorganizado e/ou paranoide, acentuada inquietude psicomotora, sensações de angústia intensa e opressão, e insônia severa. Tal é frequentemente acompanhado por uma falta de "crítica" ou de "insight" que se traduz numa incapacidade de reconhecer o carácter estranho ou bizarro do comportamento. Desta forma surgem também, nos momentos de crise, dificuldades de interacção social e em cumprir normalmente as atividades de vida diária.
Uma grande variedade de estressores do sistema nervoso, tanto orgânicos como funcionais, podem causar uma reação de sintomatologia, semelhante, porém não igual, a estrutura psicótica. Muitos indivíduos têm experiências fora do comum ou mesmo relacionadas com uma distorção da realidade em alguma altura da sua vida, sofrendo grandes consequências biopsicossociais para a sua vida. Como tal, alguns autores afirmam que não se pode separar a psicose da consciência normal, mas deve-se encará-la como fazendo parte de um continuum de consciência.
Para o psicodiagnóstico são feitas observações clínicas que incluem a anamnese, a história de vida do sujeito, seu quadro psicológico e de doenças.[4] A depender do caso, pode-se chegar a meses para um quadro correto. O diagnóstico é feito com base na psicopatologia clínica e teórica. Dois guias de classificação diagnóstica internacionais podem ser usados como referência, principalmente epidemiológica: o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (o atual é o DSM-IV)[5] , e a CID-10[6] , a Classificação Internacional de Doenças. Na CID-10, adotada no Brasil como classificação de referência, as psicoses se encontram classificadas nas siglas F.20 a F.29; F.30, F.31, F.32.2 e F.32.3.

Características[editar | editar código-fonte]

Sobre as principais características clínicas das psicoses, pode-se afirmar:
  • são psicologicamente incompreensíveis (segundo Jaspers);
  • apresentam vivências bizarras, como delírios, alucinações, alterações da consciência do eu;
  • não existem alterações primárias na esfera cognitiva. Memória e nível de consciência não estão prejudicados, se isto acontece é devido a outras alterações clínicas (delirium), bem como devido a substâncias psicoativas.

Interpretação psicanalítica[editar | editar código-fonte]

Na psicanálise, a psicose corresponde a um funcionamento psíquico que obedece a um princípio de rejeição primordial, que corresponde ao termo alemão Verwerfung. A rejeição primordial consiste na expulsão de idéias ou pensamentos próprios, os quais passam a ser tratados como estranhos ou não acontecidos. Como um efeito dessa rejeição, pode ocorrer a cisão do eu em duas partes, uma que é reconhecida e outra que não é reconhecida como própria. Essa cisão caracteriza a Esquizofrenia. Quando ocorre que os pensamentos não reconhecidos como próprios são localizados em outras pessoas, através da projeção, caracteriza-se a psicose como paranóia.[7]
Apesar de Freud ter introduzido essas noções de cisão e projeção, considera-se que a psicose gerou dificuldades teóricas para Freud, mas não para Lacan. Se o primeiro demonstrou-se hesitante em enquadrá-la teoricamente, concentrando-se na neurose, Lacan,[8] tomando-a constantemente em suas conferências, associou a Verwerfung à foraclusão (ou forclusão) do nome-do-pai.

Definições[editar | editar código-fonte]

As definições de psicose em geral descrevem as classes de eventos que configuram sua natureza ou essência, apontam-lhe as causas e variações. Assim, haverá importantes distinções quanto ao conceito; caso venha a ser formulado no campo das Ciências da Saúde terão diferentes conotações das formuladas no campo Religioso, Poético ou das Ciências Humanas.
Michel Foucault em seu texto A história da Loucura aponta que a loucura (posteriormente chamada de psicose) poderia ser entendida como uma aberração da conduta em relação aos padrões ou valores dominantes numa certa sociedade; neste sentido, entender a psicose é também buscar entender quais os padrões dominantes e quais as reações do grupo social à tais condutas estranhas e aos seus agentes.

Psicose e religião[editar | editar código-fonte]

No Japão em uma área pouco religiosa aproximadamente 7 e 11% dos delírios tinham conteúdo religioso, geralmente associado com perseguição e culpa. Já nos Estados Unidos esse índice foi de 25% e 40% sendo comum também em transtorno bipolar. Na Europa a prevalência foi de 21%, sendo de 24% na Inglaterra. Na Índia, dos 31 visitantes de um templo conhecido como tendo poderes curativos sobre doenças mentais, 23 foram identificados com esquizofrenia paranóide e 6 com transtorno delirante. No Brasil os índices estão entre 15% e 33%. Os delírios religiosos costumavam ser mais incapacitantes, mais frequentes, mais graves, mais bizarros e necessitavam de mais medicamentos.[9]
Pacientes que relataram estar curados através de religião tiveram maior frequência de recaída que os outros pacientes. Pacientes que passaram por exorcismo ou feitiçaria retornaram com quatro vezes mais frequência.[10]
Pierre (2001) defende que, para que as crenças ou as experiências religiosas sejam patológicas, elas precisam causar prejuízos significativos a própria pessoa ou a outros. Se o desempenho social ou funcional não for prejudicado, então a crença ou experiência religiosa não é considerada patológica. É possível até que a religião ajude como coping focalizado na emoção, ou seja, ajudando a lidar com os fatores emocionais de um evento estressante.[11]

Referências

  1. Ir para cima http://apps.who.int/classifications/apps/icd/icd10online/
  2. Ir para cima Freud, S. (1923) Neurose e psicose. In: Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. (1996). Rio de Janeiro. Imago. vol.19 p.189-193.
  3. Ir para cima Kaufmann, P. (1996) Delírio In: Dicionário Enciclopédico de Psicanálise: o legado de Freud e Lacan, pp.111-112. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
  4. Ir para cima Dalgalarrondo, P (2000). Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artmed.
  5. Ir para cima American Psychiatric Association (2003). DSM-IV-TR: Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artes Médicas.
  6. Ir para cima CID-10. OMS. (1993). Classificação Internacional das Doenças, décima edição revisada. Porto Alegre: Artes Médicas.
  7. Ir para cima Freud, S. (1911). Notas psicanalíticas sobre um relato autobiográfico de um caso de paranóia (dementia paranoides). Em Edição standard brasileira das obras completas de Sigmund Freud. (v. XII) (1996) Rio de Janeiro: Imago.
  8. Ir para cima Lacan, J. (1998). De uma questão preliminar a todo o tratamento da psicose. In Escritos. pp. 537-590. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
  9. Ir para cima KOENIG, Harold G.. Religião, espiritualidade e transtornos psicóticos. Rev. psiquiatr. clín. [online]. 2007, vol.34, suppl.1 [cited 2010-09-13], pp. 95-104. Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-60832007000700013&lng=en&nrm=iso>. ISSN 0101-6083. doi: 10.1590/S0101-60832007000700013.
  10. Ir para cima Salib, E.; Youakim, S. - Spiritual healing in elderly psychiatric patients: a case control study in an Egyptian psychiatric hospital. Aging & Mental Health 5(4): 366-370, 2001.
  11. Ir para cima Pierre, J.M. - Faith or delusion: at the crossroads of religion and psychosis. Journal of Psychiatric Practice 7(3):163-172, 2001.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Nenhum comentário:

Postar um comentário