Cruzeiros são viagens de prazer em barcos ou navios de luxo. Geralmente são feitos em rotas marítimas agradáveis e muito procuradas pelos viajantes e turistas em seus períodos de férias. Os navios de cruzeiros oferecem muito conforto, luxo e inúmeros atrativos. Durante as viagens existem festas quase diariamente, cada uma com temas diferentes para que se tornem mais animadas. Muitos navios de cruzeiros possuem cassinos a bordo, e estes são um grande atrativo. Nestas viagens a experiência gastronômica é excelente, abrangendo um cardápio sofisticado e multinacional.
Os navios de cruzeiro atualmente podem transportar mais de 5000 passageiros em cabines amplas e confortáveis. Recém lançado em 2016 o navio Harmony of the Seas é atualmente o maior navio cruzeiro do mundo com a capacidade de incríveis 5.479 passageiros e 2.394 tripulantes e pertence a Royal Caribbean Internationalque já era recordista com os navios "Sisters" Oasis of the Seas e Allure of the Seas.
Cruzeiros brasileiros[editar | editar código-fonte]
O Brasil teve inúmeros navios de passageiros até os anos setenta. Foram os famosos ITAs, fonte de inspiração para a canção de Mário Borriello cujo início trazia: " Peguei um Ita no norte...." . Também tivemos navios de cruzeiros mais modernos que pertenciam à Companhia Nacional de Navegação Costeira, uma Autarquia Federal, como os navios Anna Nery, Rosa da Fonseca, Princesa Isabel e Princesa Leopoldina. Dois deles foram construídos na antiga Iugoslávia e os outros dois nos estaleiros de Bilbau, na Espanha. Após a extinção da Companhia Costeira, que foi incorporada ao extinto Lloyd Brasileiro, estes navios foram vendidos e um deles tornou-se propriedade de uma Universidade na China. O transporte de passageiros e cruzeiros no Brasil atualmente deixou de ser feito por navios brasileiros.
A viagem de cruzeiro (não viagem de passageiros e sim cruzeiro de lazer) inaugural em litoral brasileiro ocorreu em julho de 1963, numa viagem de Santos a Manaus em um total de 26 dias de "turismo", organizado pela empresa Agaxtur[1] .
Atualmente o mercado de cruzeiros no Brasil está em baixa devido a alta do dólar no ano de 2016 e também pelo elevado custo das taxas portuárias, o que vem sendo amplamente discutido pelas companhias internacionais.
Impacto ambiental[editar | editar código-fonte]
O aumento do tráfego de cruzeiros tornou-se um fator de preocupação de ambientalistas, quando foram noticiados diversos casos de baleias que teriam sido mortas quando atingidas por navios.[2]
Referências
- ↑ Pioneira em cruzeiros no Brasil, Agaxtur faz concurso de fotos Caderno Turismo - Jornal Folha de Sã Paulo
- ↑ BRUZZONE, Andrés. Empresa de cruzeiro responde por morte de três baleias Portal Terra
Ver também[editar | editar código-fonte]
- Navio
- Cruzeiro
- Freedom of the Seas
- Liberty of the Seas
- Royal Caribbean International
- Maiores navios de passageiros
Cédulas Inadequadas à Circulação
O Banco Central do Brasil é a instituição responsável pela emissão das cédulas, pelo lançamento das moedas nacionais e pela atividade de saneamento do meio circulante. As duas ações, emissão e saneamento, visam manter o dinheiro em circulação em boas condições de uso.Devem ser retiradas de circulação as cédulas manchadas, sujas, desfiguradas, gastas ou fragmentadas; com marcas, rabiscos, símbolos, desenhos ou quaisquer caracteres a elas estranhos; com cortes ou rasgos em suas bordas ou interior; queimadas ou danificadas por ação de líquidos, agentes químicos ou explosivos etc.As cédulas inadequadas à circulação podem ter valor ou não ter valor, em função do grau de dano apresentado:Cédulas inadequadas à circulação, COM VALOR1. Cédulas não-utilizáveis – são aquelas inteiras, mas desgastadas pelo uso. Têm valor e podem ser utilizadas normalmente pelo público. Por estarem muito desgastadas, os bancos devem, ao recebê-las, encaminhá-las ao Banco Central para destruição.2. Cédulas dilaceradas – são aquelas que se encontram com algum dano, podendo apresentarem-se inteiras ou fragmentadas, devendo, neste último caso, possuírem mais da metade de seu tamanho original em um único fragmento. Têm valor somente para depósito ou troca na rede bancária. Os bancos devem recebê-las do público e trocá-las por seu valor integral ou aceitá-las em depósito. Posteriormente, essas cédulas devem ser encaminhadas ao Banco Central para destruição.Exemplos:
2.1. Cédula inteira com caracteres estranhos
2.2. Cédula rasgada
2.3. Cédula cortada
2.4. Cédula danificada pelo fogo
2.5. Cédula danificada por traça, cupim ou agente químico
2.6. Cédula com parte suprimida
2.7. Cédula formada com fragmento de outra cédula
2.8. Cédula formada com pedaços de papel comum
Cédulas inadequadas à circulação, SEM VALOR3. Cédulas mutiladas – são aquelas que não têm valor porque não apresentam um fragmento com mais da metade do seu tamanho original.4. Encaminhamento de cédulas MUTILADAS para exame no Banco Central – O Banco Central possui, nas suas dez representações, um serviço para exame de cédulas que suscitam dúvidas quanto à sua valorização.
Dessa forma, essas cédulas podem ser entregues à rede bancária, que, mediante recibo, deve acatá-las e encaminhá-las ao Banco Central para análise e possível valorização.
A seguir, estão listados alguns exemplos de cédulas que não possuem um fragmento com mais da metade do seu tamanho original, mas que podem ser entregues aos bancos para serem remetidas ao Banco Central para exame de valorização.As cédulas a serem remetidas ao Banco Central para exame de valorização, que apresentam resquícios da ação do fogo, de traças, cupins ou outros agentes de destruição, devem receber cuidados especiais visando à preservação desses elementos, com vistas a uma análise mais apurada.
Legislação pertinente: Decreto-Lei 2.848, de 07.12.1940 (art. 290);
Lei no. 4.595, de 31.12.1964 (art. 10);
Lei no. 8.697, de 27.08.1993 (art. 10);
Carta-circular 3.235, de 17.05.2006;
Carta-circular 3.373, de 21.01.2009.
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