sexta-feira, 12 de agosto de 2016

MAIRIPORÃ

Mairiporã é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
A população estimada em 2015 era de 92.323 habitantes e a área é de 320,697[8] km². De acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no ano de 2013, Mairiporã aparece entre as 100 cidades do país com melhor Índice de Desenvolvimento Humano ocupando a 76ª posição no ranking nacional, a 40ª posição estadual e a 6ª dentre as 39 cidades da Região Metropolitana de São Paulo[9]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Mairiporã" é um termo construído artificialmente em 1948 a partir da junção de mauri (termo da língua geral setentrional que significa "cidade") e poranga(termo guarani que significa "bonito"): significa, portanto, "cidade bonita".[10]

História[editar | editar código-fonte]

Em sua evolução, a área de Mairiporã, inicialmente chamada de Juqueri, se configurou, à maneira de outros núcleos de povoamento, ao redor da Vila de São Paulo, servindo como proteção desta e ponto de apoio às rotas de ligação com o sertão interior. O povoado surgiu em fins do século XVI ou meados do século XVII, em torno da Capela de Nossa Senhora do Desterro, erguida por Antônio de Souza Del Mundo. Ao redor da Capela, e funcionando como apoio elementar de serviço às atividades rurais, originalmente exclusivas na área, surgiu um núcleo dotado de interessante traçado e capacidade de adaptação ao sítio pouco favorável de sua implantação. Inseriu-se inicialmente na área de domínio administrativo de São Paulo e posteriormente a de Guarulhos.
Em 1642, Mairiporã era conhecida como vila, na sesmaria dos Campos do Juqueri, de Amador Bueno da Ribeira, ao redor de uma capela em louvor a Nossa Senhora do Desterro, construída por Antônio de Souza Del Mundo.[11]
Em 1696 é constituído o povoado de Nossa Senhora do Desterro de Juqueri, palavra tupi que designa uma planta leguminosa, conhecida também como dormideira. No ano de 1783 passou a ser paróquia; a capela transformou-se em igreja e passou por diversas modificações (1841, década de 1940 e 1982). A última reforma descaracterizou o antigo templo, conservando apenas a torre. A Vila de Juqueri adentrou o século XVIII como fonte de produtos agrícolas para São Paulo, chegando a produzir algodão e vinho para exportação. Não prosperou como outras localidades inseridas nas regiões das lavras de ouro e pedras preciosas, caracterizando-se como pouso de tropeiros que faziam o abastecimento das Geraes.
Em 1769, a Câmara paulistana determinou a abertura de uma estrada entre Juqueri e São Paulo. O "Caminho de Juqueri" transformou-se mais tarde na Estrada Velha de Bragança. Antes Distrito da Capital (1874 a 1880) e de Nossa Senhora da Conceição de Guarulhos (1881 a 1888), Juqueri passou a ser município por meio da Lei Provincial 67, de 27 de março de 1889. Um ano antes da emancipação, a São Paulo Railway (Estrada de Ferro Santos-Jundiaí) construiu a Estação do Juqueri. Em 1898, o Governo do Estado inaugurou o Hospital-colônia de Juqueri para doentes mentais, dirigido pelo médico Franco da Rocha. A associação do nome de Juqueri ao hospital, causando confusão na entrega de correspondências e desconforto entre os juquerienses, criou um movimento para mudar o nome do município.
Em 1948, o prefeito Bento de Oliveira solicitou, à Assembleia Legislativa, autorização para a mudança. Na ocasião, o deputado Ulisses Guimarães apoiou o pedido e pronunciou a célebre frase: "Juqueri, terra de loucos. Loucos por cidadania". No dia 24 de dezembro daquele ano, foi aprovada a Lei 233, permitindo a mudança do nome do município. O nome Mairiporã, entre outros de origem tupi, foi sugerido pelo jornalista e poeta Araújo Jorge.

Imigração japonesa em Mairiporã[editar | editar código-fonte]

Pensionato Japonês de Mairiporã
As primeiras dez famílias chegaram em 1913, lideradas por Akimura, natural de Kumano. A colônia japonesa de Mairiporã é uma das mais antigas do Brasil, juntamente com as colônias de Cerqueira César e Iguape. Estas famílias deram novo impulso à cidade, principalmente pelo trabalho na agricultura. Em outubro de 1913, Chōju Akimura e outras nove famílias teriam adquirido lotes de terra em Juqueri. Anos mais tarde, foi estabelecida a Cooperativa Agrícola do Juqueri, que no pós-guerra transformar-se-ia no principal reduto da imponente Cooperativa Agrícola Sul-Brasil. Nos anos seguintes, centenas de outras famílias japonesas chegaram a Juqueri.

De 1950 até hoje[editar | editar código-fonte]

Na década de 1950, Mairiporã foi marcada pela vinda da Companhia Cinematográfica Multi Filmes, dirigida pelo cineasta Mário Civelli. Até pouco tempo, ainda existiam os barracões da companhia, onde foi rodado o primeiro filme colorido no Brasil, destruídos para a construção do pedágio pela Arteris.
Com a implantação da Rodovia Fernão Dias, ligação de São Paulo para Minas Gerais, houve uma redescoberta e valorização intensa de Mairiporã, em razão dos atributos naturais da região para abrigar residências secundárias de alto padrão (lazer/recreio) e posteriormente para moradia fixa. O boom imobiliário ocorreu a partir do final da década de 1970 e anos 1980. A esse movimento contrapôs-se a Lei de Proteção dos Mananciais (leis estaduais 898/75 e 1 172/76), para preservação dos recursos hídricos responsáveis pelo abastecimento de grande parte da população metropolitana. Em 1992, a região da Serra da Cantareira foi reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.
Vale destacar o potencial que a cidade possui para a fixação de residências secundárias desde os anos 1960 e 1970. Em Mairiporã, há diversos condomínios e sítios, servindo tanto para moradia fixa como para veraneio. Devido a essa característica de cidade-dormitório tranquila e arborizada e a proximidade com a cidade de São Paulo algumas personalidades brasileiras de diversas áreas de atuação moram ou moraram na região: Ayrton Senna[12]Mara Maravilha,Gianfrancesco Guarnieri[13]Hilda HilstMaria Adelaide Amaral[14]Rita LeeArnaldo Baptista[15],Britney SpearsRenato Teixeira[16]Jayme Monjardim[17]Almir Sater[18]VanusaAntônio MarcosElis Regina[19]Norma Blum[20]Zé Geraldo[21] e Sérgio Reis.[16]
Área urbana de Mairiporã vista do Cruzeiro. Avistam-se a Rodovia Fernão Dias no lado esquerdo e a SP-23 com a Represa Paiva Castro no lado direito

Geografia[editar | editar código-fonte]

Presença de araucárias é comum no centro de Mairiporã
Mairiporã situa-se a uma altitude média de 790 metros. As partes mais altas do município estão na Serra da Cantareira, onde as altitudes superam os 1 100 metros em algumas regiões. Já as partes mais baixas estão no entorno do vale do Rio Juquery e da Represa Paulo de Paiva Castro.

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima da cidade, como em toda a Região Metropolitana de São Paulo, é o subtropical. O verão é relativamente quente e chuvoso e o inverno é ameno, por vezes frio, são comuns eventos como a geada em alguns pontos baixos do município, assim como nevoeiros ocasionados pela existência de diversos corpos d'água e nascentes na cidade.
A temperatura média anual gira em torno de dezoito graus centígrados, sendo o mês mais frio julho (média de catorze graus centígrados) e o mais quente fevereiro (média de 22 °C).
O índice pluviométrico anual fica em torno de 1 400 mm.
[Esconder]Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Mairiporã Weather-rain-thunderstorm.svg
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima média (°C)26,326,325,323,72220,920,521,822,823,624,425,123,6
Temperatura média (°C)21,521,520,618,716,715,414,91617,318,519,520,318,4
Temperatura mínima média (°C)16,716,81613,811,5109,410,311,813,414,715,613,3
Precipitação (mm)2472201656653463537681301342071 408
Fonte: Climate-Data.org[22]

Bairros[editar | editar código-fonte]

  • Apolinario
  • Barreiro
  • Caceia
  • Capim Branco
  • Capoavinha
  • Centro
  • Colinas
  • Pedreira
  • Estancia Santo Antônio
  • Itaim
  • Jardim Ester
  • Jardim Fernão Dias
  • Jardim Henrique Martins
  • Jardim Mairi
  • Jardim Oliveira
  • Jardim Pinheral
  • Jardim Presidente
  • Jardim Samambaia
  • Jardim Spada
  • Jardim Suísso
  • Jardins Cinco Lagos
  • Jardim Fernão Dias
  • Jardim Olimpo
  • Jundiaizinho
  • Jardim Henrique Martins
  • Lavapés
  • Mato Dentro
  • Núcleo Residencial
  • Palmeiras
  • Parque Náutico
  • Parque Petrópolis
  • Parque Suíço da Cantareira
  • Pirucaia
  • Parque Petrópolis
  • Remédios
  • Rio Acima
  • Saboo
  • Santa Ines
  • São Vicente
  • Sausalito
  • Terra Preta
  • Vila Machado
  • Vila Arnoni
  • Vila Ipanema
  • Vila Sabesp
  • Votorantim

Demografia e indicadores[editar | editar código-fonte]

Dados do Censo - 2015 População total: 92323
  • Urbana: 70 750
  • Rural: 10 206
  • Homens: 40 975
  • Mulheres: 39.981
Densidade demográfica (hab./km²): 252,44
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 11,84
Expectativa de vida (anos): 77,9 (2010)
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 1,8 (2010)
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,788 (elevado) (2010)
  • IDH-M Renda: 0,767
  • IDH-M Longevidade: 0,881
  • IDH-M Educação: 0,723
  • Agropecuária: 348
  • Indústria: 330494
  • Serviços: 675538

Rodovias e acessos[editar | editar código-fonte]

Pedágio da Rodovia Fernão Dias na entrada da cidade
  • BR-381 Rodovia Fernão Dias
Rodovia que liga a capital paulista a capital mineira (Belo Horizonte). A BR-381 corta o município de Mairiporã na orientação sul-norte, a partir do bairro Parque Suíço da Cantareira, no extremo sul, e Terra Preta (Distrito Industrial) no extremo norte já na divisa com Atibaia.
  • SP-023 Rodovia Prefeito Luiz Salomão Chamma
Mairiporã também possui ligação rodoviária com a cidade de Nazaré Paulista pela extensão da SP-023, normalmente chamada de Estrada do Rio Acima.
Na ligação com a capital paulista destacam-se também outras estradas que cortam a Serra da Cantareira como a Estrada de Santa Inês (que também dá acesso a cidade de Caieiras, a Estrada-Parque da Roseira e a SP-008 (Continuação da Avenida Coronel Sezefredo Fagundes que depois passa a se chamar Arão Sahm) popularmente chamada de Estrada Velha de Bragança.

Transporte público[editar | editar código-fonte]

O transporte público do município é feito pela Empresa de Transportes de Mairiporã (ETM), localizada na Rua João Evangelista Germano 330.
A Empresa de Transportes de Mairiporã foi fundada em 1965 com uma frota de dez ônibus em precárias condições, tendo uma tímida presença no mercado até 1986, quando passou às mãos de João Evangelista Germano. Desde então, João dedicou a sua vida a empresa fazendo-a prosperar e chegar a frota de 75 ônibus quando veio a falecer em 1999.
Os sucessores naturais, seus filhos João Batista e Lucia Aparecida, assumiram a empresa imediatamente, tendo sempre como meta a evolução da ETM e a melhoria da sua frota[24], e mantendo-a aberta até os dias atuais.

Municípios limítrofes[editar | editar código-fonte]

Seus limites são São Paulo (ao sul), Atibaia e Bom Jesus dos Perdões (ao norte), Nazaré Paulista (a nordeste), Guarulhos (a sudeste) e Caieiras, Franco da Rocha e Francisco Morato (a oeste)[25]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Vista do centro de Mairiporã com a Igreja Matriz ao pôr do sol
Mairiporã é uma cidade localizada na Serra da Cantareira, ao norte da cidade de São Paulo, e isso lhe proporciona uma posição privilegiada, sendo roteiro de turistas que procuram lugares ligados diretamente com a natureza e tranquilidade. Os principais pontos turísticos de Mairiporã incluem:
Pico do Olho D'água
Muito procurado para contemplação por suas extensas paisagens, voo livre, piqueniques e trilhas de downhill, tem esse nome pelos veios de água que brotam da serra, também é chamado de Morro do Juqueri e é tombado pelo Condephaat. Atualmente existe um projeto que pretende ligar o Pico à rotatória de entrada da cidade através de um teleférico que passaria sobre a Rodovia Fernão Dias.
Cruzeiro
Localizado na estrada para o pico, é um símbolo da religiosidade do povo. Possui bela vista panorâmica do centro da cidade.
Represa Paulo de Paiva Castro
Tem seu início no centro de Mairiporã, estendendo-se por dez km até ultrapassar o limite municipal com Franco da Rocha. Represa integrante do sistema Cantareira de abastecimento, é responsável por proporcionar água para mais da metade da população da grande São Paulo. Possui muitas paisagens cênicas e é muito procurada para a prática de esportes náuticos e pesca esportiva e amadora.
Pedreira DIB
Parte de um complexo que inclui também um restaurante, a pedreira foi desativada pois durante a mineração houve o estouro de um veio de água que obrigou o abandono do local. Usada para diversão nos finais de semana e gravação de comerciais, a paisagem formada pelas rochas continua atraindo visitantes, muitos interessados em praticar o Rapel em seus paredões.
Rio Juqueri e Sete Quedas
O Caminho do rio Juqueri entre Nazaré Paulista e a represa Paiva Castro também tem interesse turístico, o rio corta a região conhecida como Rio Acima e possui corredeiras ideais para o boia-cross, suas margens formam belos circuitos para se fazer a pé ou de bicicleta. Durante o caminho do rio forma-se uma pequena represa que deságua na cachoeira artificial das Sete Quedas, local administrado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo voltado para a contemplação da queda d'água. Os acessos são de terra, o entorno mostra áreas gramadas e pouco arborizadas. Banhistas o frequentam nos fins de semana e feriados de sol e calor. Local inadequado para banho público, em face das águas revoltas e falta de segurança e infraestrutura receptiva.
Devido a quantidade de chácaras e sítios, Mairiporã destaca-se também no turismo rural, com a existência de haras, pousadas, acampamentos de férias e clubes de campo. Em Mairiporã fica também um espaço dedicado para a obra de Monteiro Lobato, o chamado Sítio do Pica Pau Amarelo foi licenciado pela Globo Marcas e é um local voltado para a visitação agendada por grupos.
Outros fatores turísticos
O centro de Mairiporã é repleto de lojas, bares e restaurantes proporcionando opções de lazer e compra. Na área central, podemos destacar também a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Desterro (principal igreja da cidade) e o Dique artificial que separa o centro do leito do Rio Juqueri e passa pelo Espaço Viário Mario Covas (área usada para estacionamento, recreação, feiras e eventos) e o Bosque da Amizade onde a população pratica recreação, pesca amadora e caminhadas.
Mairiporã possui grande quantidade de hotéis e pousadas, inclusive hotéis de luxo. A cidade também é famosa por suas trilhas para downhill, as principais são a trilha do Saracura com acesso pela Estrada da Bucólica e a Trilha dos Macacos com cachoeiras com acesso na Estrada da Roseira, no alto da serra da Cantareira.
Eventos
Os principais eventos incluem o aniversário da cidade (27 de março), carnaval de rua, festa da primavera, romaria das águas, cavalgada, Eco Fest Adventure, tapete de Corpus Christi, festa de Nossa Senhora do Desterro, festa de Bom Jesus da Pedra Fria no distrito de Terra Preta, feira de produtos orgânicos, procissão de veículos no dia de São Cristóvão, encontro nacional de motociclistas e outros pequenos eventos organizados ao longo do ano relacionados ou não com as paróquias e associações municipais, congressos e assembleias das Testemunhas de Jeová que atraem milhares de pessoas por semana e alguns eventos incluem também etapas de competições como as do Navega São Paulo e de campeonatos como Campeonato Paulista de Triathlon.
Além desses eventos, desde 2014 a Aliança das Igrejas Evangélicas do município organiza, anualmente, a Marcha para Jesus conforme garantido pela Lei Municipal nº 3444 de 01 de setembro de 2014[26] que estabelece o evento na segunda semana do mês de março. Nesse evento, os evangélicos reúnem-se em uma caminhada organizada até uma das praças locais, onde é feito um show com bandas e cantores locais como Banda Baque, Pastor e Cantor Rai Cezar, além de cantores e bandas conhecidas no Estado, dentre o qual Ton Carfi.[27]
Halloween Town 2016
A Empresa GN MEGAEVENTOS , em associação com a Warner Bros trarão para a cidade, a primeira edição do evento Halloween Town 2016, previsto para acontecer entre os dias 21 a 31 de Outubro e que espera receber cerca de 50.000 pessoas nos 10 dias do evento.
O evento é similar às noites do terror do extinto Playcenter. O projeto destaca-se pelo fato inédito e ousado de transformar um bairro residencial inteiro, às margens da Estrada do Rio Acima, em uma cidade cenográfica de 6.000 M², além de um pesqueiro, parte de um condomínio residencial em construção e um campo de futebol, que serão transformados na cidade-fictícia de Halloween Town.

Referências

  1. ↑ Ir para:a b «Divisão Territorial do Brasil»Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008.
  2. Ir para cima «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista». Consultado em 28 de janeiro de 2011.
  3. Ir para cima IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010.
  4. Ir para cima «Estimativa Populacional 2015» (PDF)Estimativa Populacional 2015. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2015. Consultado em 28 de agosto de 2015.
  5. Ir para cima «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF)Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de julho de 2013.
  6. Ir para cima «Índice de Gini da renda domiciliar per capita - São Paulo»Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Ministério da Saúde. 2010. Consultado em 08 de agosto de 2016.
  7. ↑ Ir para:a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2005-2009» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 13 jan. 2012.
  8. Ir para cima «IBGE - Cidades - São Paulo - Mairiporã»cidades.ibge.gov.br. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 2016-08-08.
  9. Ir para cima http://www.pnud.org.br/arquivos/ranking-idhm-2010.pdf
  10. Ir para cima NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 584.
  11. Ir para cima «Mairiporã São Paulo - SP» (PDF)IBGE - Biblioteca. Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Consultado em 2016-07-30.
  12. Ir para cima ZNNALINHA - Ayrton Senna e exposições comemorativas
  13. Ir para cima O autor e ator, referência da história teatral brasileira, fala do prazer de retornar aos palcos e da peça que escreve sobre Che Guevara
  14. Ir para cima Maria Adelaide Amaral encontra na Serra da Cantareira um lugar para dedicar-se aos amigos e à escrita
  15. Ir para cima Mexericos da vizinha
  16. ↑ Ir para:a b Show de Sérgio Reis e Renato Teixeira emociona em BH
  17. Ir para cima Espanhol em Terra Nostra
  18. Ir para cima Almir Sater faz show no Centro de Convenções
  19. Ir para cima Elis Regina - Veja
  20. Ir para cima Norma Blum - Ego
  21. Ir para cima Zé Geraldo - Diário do Grande ABC
  22. Ir para cima «CLIMA: MAIRIPORû. Climate-Data.org. Arquivado desde o original em 15 de julho de 2015. Consultado em 23 de dezembro de 2015.
  23. Ir para cima http://www.atlasbrasil.org.br/2013/perfil/mairipor%C3%A3_sp
  24. Ir para cima «ETM - Apresentação»www.etmbus.com.br. Consultado em 2016-07-17.
  25. Ir para cima «Mairiporã ..Um pouco de História - alexnikinauta»alexnikinauta.wordpress.com. 2010-10-05. Consultado em 2016-08-08.
  26. Ir para cima «Lei nº 3444 de 01 de setembro de 2014»camaramairipora.sp.gov.br. Câmara Municipal de Mairiporã. 2014-09-01. Consultado em 2016-07-19.
  27. Ir para cima «Prefeitura de Mairiporã»Marcha para Jesus reúne fiéis em Mairiporã. Prefeitura de Mairiporã. 7 de abril de 2014. Consultado em 16 de julho de 2016.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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