sexta-feira, 21 de agosto de 2015

PEDRA

Pedra é a palavra que de forma popular se refere apedaços soltos de rochas. É um corpo duro sólido e muito utilizado em construções.
No corpo humano, em muitas ocasiões ocorre a formação de cálculos em determinados órgãos do corpo, como rins, bexiga, etc. Esses cálculos são popularmente conhecidos como "pedras", e por isso a expressão "pedra nos rins" é bastante comum.
O ramo da geologia responsável pelo estudo das rochas é conhecido como petrologia.

Pedras preciosas

Pedras preciosas são minerais raros e belos, que têm elevado valor comercial. As pedras preciosas costumam ser transformadas através da lapidação e polimento, para utilização no ramo da joalheria e para fins decorativos. Algumas das pedras preciosas mais conhecidas são: diamantes, esmeraldas, rubis e safiras.

Formação

Para entender como surge uma pedra é necessário conhecer a sua formação.
O processo se inicia quando o magma, oriundo do interior quente do planeta, é expelido para superfície da terra. Quando este líquido denso entra em contacto com superfície acontece um choque térmico devido a grande diferença de temperatura, causando o resfriamento da lava tornando-se assim em rochas, entretanto só é considerado rocha aquelas que possuem tamanho suficiente para tal. A partir desse momento e com o passar do tempo, a natureza fica encarregada do processo de erosão responsável por fragmentar partes da rocha surgindo assim as pedras.
O termo "pedra" é utilizado em vários tipos de minerais, e não só, que possuem características semelhantes ao da pedra comum, mais propriamente dito os fragmentos de corpo sólido e duro, por exemplo: pedras preciosas, pedras de sal, pedras de cristal etc.

O significado da Pedra e do Sacrificio na Bíblia


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PEDRA: algumas considerações.

O altar de pedra das igrejas cristãs é símbolo da presença de Deus, como já o eram as pedras, que Jacó (um dos grandes patriarcas bíblicos: Abraão, Isaac e Jacó) erigiu como altar (uma pedra sagrada, o texto original se encontra em Gênesis 28, 16s) em Betel.

Pedra que sustentava em Jerusalém a arca da Aliança (onde estavam guardadas as tábuas da Lei, os Dez Mandamentos da lei de Deus, ou seja, a representação simbólica do próprio Deus-Javé). As leis foram gravadas em pedra como sinal da perenidade da Aliança entre a divindade e o humano.

Pedras foram erguidas representando as doze tribos de Israel santificadas nas proximidades do altar (livro do Êxodo 24, 4; 28,10).

Com pedras não talhadas edificam-se altares mediante os quais Deus santifica a terra (confira Êxodo 20, 25). A diferença entre pedra sagrada e pedra memorial não aparece muito nítida nos textos bíblicos. As que recordam a Aliança selada entre Deus e o seu povo tem um caráter mais venerável (confira Josué 4, 7; 24, 26). Ou seja, não há idolatria, o uso das pedras sagradas perdurou na história dos patriarcas bíblicos.

Com o passar do tempo os altares de pedra foram substituídos por outro tipo de material, principalmente, a madeira. O exigido pela Igreja foi que, caso fosse confeccionado de madeira, abrissem uma talha na mesa (altar) e colocado uma pedra simbolizando o próprio Deus (Cristo).

O sangue do sacrifício deveria escorrer pela pedra e chegar ao chão (a terra principio de tudo; barro ou lama de onde o homem foi criado a imagem e semelhança de Deus). Por isso, os altares deveriam ser de pedra ou de madeira, contanto que tivesse a “pedra fundamental”. Atualmente essa prática não é mais obrigatória. As mesas ou altar do sacrifício vai, de acordo com a cultura, a estética, enfim da realidade de cada igreja (Igreja: enquanto comunidade viva e não o templo construído por mãos humanas).

Pedra está ligada a “pão”, alimento: Jesus é tentado para que transforme as pedras em pão.

Há um mito grego que narra que depois do dilúvio nasceram homens das pedras que Deucalião semeara.

Santo Estevão que sofreu o martírio por apedrejamento é simbolizado por uma imagem segurando alegremente a arma do seu martírio: a pedra.

Maria, a mãe de Jesus, é considerada a “pedra selada” (Livro do profeta Daniel 6, 8), fazendo uma alusão a sua maternidade virginal.

Nabucodonosor teve um sonho em que uma pedra rolou morro abaixo e encheu a terra inteira.

Uma grande pedra é mergulhada no rio Eufrates como sinal da queda da Babilônia.

Pergunta: Há uma possibilidade de pensar Èsú como aquele que abre as portas do tempo (pois preside o jogo de búzios)? O único que consegue transpor os umbrais, passar de um território para outro? O dono do limiar, da soleira da porta, dono da abertura de todas dimensões do mundo?
Podemos pensá-lo como um centro? Ou seja, segundo Mircea Eliade, o umbigo do espaço sagrado. (?)
Nele se encontram todos os caminhos do mundo, imanente ou transcendente. Lá se congregam as forças mágicas. Estabelece-se a comunicação entre o mundo invisível e visível, entre o superior e o inferior, norte e sul, direita e esquerda.
Seria a encruzilhada (lugar de encontro) esse centro? Faço essa pergunta por que o “espaço” do ser humano é extremamente importante para a Psicologia: o lugar é uma parte do ser.


à Algumas considerações a mais:
Os primeiros objetos de adoração foram: terra e os ancestrais. Quando os homens começaram a acreditar num ser superior? Não se sabe exatamente já que a “elaboração” de uma crença espiritual remete a períodos muito remotos, dos quais não há registros. Pelos vestígios arqueológicos que sobreviveram ao tempo, pesquisadores descobriram que a partir do período neolítico, há dezenas de milhões de anos, o homem passou a adotar rituais que apontam para uma crença no sobrenatural.
Rituais de sepultamento dos “mortos”, os rituais mortuários estão no berço daquilo que chamamos modernamente de RELIGIÃO. (não sei se poderíamos falar de mortos=ancestrais  / sepultamento=volta à terra; terra=húmus (Adam; em hebraico adamah) Adão: homem terra=barro/pó.

Corpos eram sepultados juntos: ornamentos, armas, comida… Revelando que os nossos antepassados não encaravam a morte como um fim definitivo e que acreditavam que os seus mortos precisavam da ajuda para fazer sua travessia deste para outro mundo. Ou seja, religião vem junto com a emergência:
  • da consciência
  • da auto-reflexão
que brota da experiência do limite:
  • da dor
  • do medo
  • do instinto de morte

Não sei se há uma possibilidade de falarmos que “religião existe por necessidade humana”; uma necessidade de volta, de descanso, de como uma estátua de sal que chega ao mar e mergulha; uma diluição no próprio SER, descobrindo a sua essência e o que seja a própria morte.
Sua doação irá nos ajudar a manter nosso espaço Orossi em funcionamento e torná-la mais útil para vocêhttp://www.toluaye.com/doacao.htmRocha é um agregado sólido que ocorre naturalmente e é constituído por um ou mais minerais ou mineraloides. A camada externa sólida da Terra, conhecida por litosfera, é constituída por rochas. O estudo científico das rochas é chamado de petrologia, um ramo da geologia. Os termos populares pedra e calhau se referem a pedaços soltos de rochas, ou fragmentos.
Para ser considerada como uma rocha, esse agregado tem que ter representatividade à escala cartográfica (ter volume suficiente) e ocorrer repetidamente no espaço e no tempo, ou seja, o fenômeno geológico que forma a rocha ser suficientemente importante na história geológica para se dizer que faz parte da dinâmica da Terra.
As rochas podem ser classificadas de acordo com sua composição química, sua forma estrutural, ou sua textura, sendo mais comum classificá-las de acordo com os processos de sua formação. Pelas suas origens ou maneiras como foram formadas, as rochas são classificadas como ígneassedimentares, e rochas metamórficas. As rochas magmáticas foram formadas de magma, as sedimentares pela deposição de sedimentos e posterior compressão destes, e as rochas metamórficas por qualquer uma das primeiras duas categorias e posteriormente modificadas pelos efeitos de temperatura e pressão. Nos casos onde o material orgânico deixa uma impressão na rocha, o resultado é conhecido como fóssil.

Tipos de rochas[editar | editar código-fonte]

Ígneas ou Magmáticas[editar | editar código-fonte]

granito, um exemplo de rocha ígnea.
Rochas ígneas (mais conhecidas como Magmáticas) são resultado da solidificação e consolidação do magma (ou lava)[1] , daí o nome rochas magmáticas. O magma é um material pastoso que, há bilhões de anos, deu origem às primeiras rochas de nosso planeta, e ainda existe no interior da Terra. As rochas ígneas podem, de maneira geral, ser classificadas sob dois critérios: texturais e mineralógicos. [2] O critério textural é especialmente útil na identificação do ambiente onde a rocha se cristalizou, enquanto o mineralógico é baseado na proporção entre seus minerais principais.[2] A classificação da maior parte das rochas ígneas, segundo o critério mineralógico, é feito com base nodiagrama QAPF, usado para rochas com menos de 90% de minerais máficos.[2] Podem ser de dois tipos, a saber[1] :
  • Vulcânicas (ou extrusivas) - são formadas por meio de erupções vulcânicas, através de um rápido processo de resfriamento na superfície. Alguns exemplos dessas rochas são o basalto e a pedra-pomes, cujo resfriamento dá-se na água. O vidro vulcânico é um tipo de rocha vulcânica de resfriamento rápido.
  • Plutônicas (ou intrusivas) - são formadas dentro da crosta por meio de um processo lento de resfriamento. Alguns exemplos são o granito e o diabásio.

Sedimentares[editar | editar código-fonte]

Paredão exibindo perfil de depósitos de varvito, no Parque do Varvito, em Itu,SP. Note a regularidade das estratificações.
Na superfície da terra, as rochas sofrem a ação de diversos fatores, como o calor,frio,chuva,vento,neve e gelo. Durante milhares de anos, uma rocha vai se partindo em pedaços e vão ficando cada vez menores e sendo arrastados para outros lugares. Então, esses pequenos fragmentos vão se acumulando, se apertando e se depositando uns sob os outros, formando novas rochas que, por serem constituídas por sedimentos acumulados, recebem o nome de Rochas Sedimentares.[3] Fazem parte de 80% da superfície dos continentes. Classificam-se em:
  • Detríticas - são as rochas formadas a partir de detritos de outras rochas. Alguns exemplos são o arenito, o argilito, o varvito e o folhelho.
  • Quimiogénicas - resultam da precipitação de substâncias dissolvidas em água. Alguns exemplos são o sal-gema, as estalactites e as estalagmites.
  • Biogénicas - são rochas formadas por restos de seres vivos. Alguns exemplos são o calcário conquífero, formado através dos resíduos de conchas de animais marinhos. Possui o mineral cálcite.; e o carvão, formado a partir dos resíduos de vegetais.

Rochas Metamórficas[editar | editar código-fonte]

Quartzito, um exemplo derocha metamórfica.
São as rochas formadas através da deformação de outras rochas, magmáticas, sedimentares e até mesmo outras rochas metamórficas, devido a alterações de condições ambientais, como a temperatura e a pressão ou ambas simultaneamente. Alguns exemplos são o gnaisse, formado a partir do granito; a ardósia, formada a partir do argilito; o mármore, formado a partir do calcário, e o quartzito, formado a partir do arenito.
As rochas mais antigas são as magmáticas seguidas pelas metamórficas. Elas datam das eras Pré-Cambriana e Paleozoica. Já as rochas sedimentares são de formação mais recente: datam das eras PaleozoicaMesozoica e Cenozoica. Essas rochas formam um verdadeiro capeamento, ou seja, encobrem as rochas magmáticas e as metamórficas quando estas não estão afloradas à superfície da Terra.

Referências

  1. ↑ Ir para:a b Igneous Rocks United States Geological Service. Visitado em 3 jan 2012. (em inglês)
  2. ↑ Ir para:a b c Rochas magmáticas Museu de Minerais e Rochas Heinz Ebert, UNESP. Visitado em 3 jan 2013.
  3. Ir para cima Rochas sedimentares Museu de Minerais e Rochas Heinz Ebert, UNESP. Visitado em 3 jan 2013.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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