quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

IMPLANTE

A maioria dos procedimentos cirúrgicos de implantes é realizada no consultório do dentista e raramente em um hospital. Anestesia local é geralmente adequada para esse tipo de procedimento, mas existem outras formas de anestesia (como o óxido nitroso ou anestesia oral ou intravenosa). Procedimentos cirúrgicos complementares, como aumento ósseo, podem ser realizados separadamente ou durante a cirurgia de implante. Cada procedimento cirúrgico é diferente dependendo tanto da situação clínica como da preferência do paciente e do dentista ou cirurgião dentista.

Porque o procedimento cirúrgico é constituído de três etapas?

O método mais comum de colocação de implantes dentais é um procedimento de “cirurgia por etapas”. A primeira etapa consiste do enterro cirúrgico do implante (o que substitui a raiz do dente) nivelado com o osso, mas dentro da gengiva. Isso protege o implante enquanto o mesmo cicatriza. Ao final do processo de cicatrização, o implante precisa ser exposto cirurgicamente através da remoção da gengiva sobrejacente.
Nessa segunda etapa, o cirurgião verifica o implante para confirmar a integração bem sucedida e fixa o poste que penetra na gengiva. Esse poste é chamado de pilar de fixação. Os pilares são fornecidos em diferentes formatos e podem ser manufaturados em geral ou sob medida por seu dentista ou um laboratório. A gengiva deve cicatrizar ao redor do pilar e formar um colarinho através do qual o dentista tem acesso ao implante quando estiver preparando a etapa de restauração final de fixação do dente protético.
As pesquisas tem mostrado que, em geral, é possível fixar um pino de fixação junto com o implante. Esse procedimento tem certas limitações, mas pode eliminar a necessidade de uma segunda cirurgia para expor o implante. No entanto, o implante ainda requer uma cicatrização adequada para que o osso possa se osseointegrar.
Os pilares devem ser protegidos das forças da mastigação durante esse período para garantir a integração óssea efetiva e uma cicatrização bem sucedida. Uma vez que os implantes tenham cicatrizado e tenham sido testados para confirmar a osseointegração, a etapa final de restauração pode ser realizada. Essa etapa consiste na fabricação e conexão da prótese ao implante osseointegrado.

O que é uma cirurgia de uma etapa?

Esse método utiliza um implante que não é submergido que possui um colarinho de metal feito para sobressair da gengiva enquanto o osso está cicatrizando com o implante. Depois do período de cicatrização, um pilar de fixação pode ser conectado ao implante, permitindo a fabricação da coroa para substituir o dente. Alternativamente, a técnica de uma etapa pode ser obtida pela conexão imediata de um pilar de fixação a um implante de duas etapas que sobressaem através da gengiva da mesma forma que um implante de apenas uma etapa. Tanto o implante de uma etapa como o de duas etapas apresentam uma percentual de sucesso relativo e você deve perguntar ao seu dentista qual sistema utilizado por ele e discutir qual seria o mais apropriado para o seu caso.

Qual é o índice geral de sucesso dos implantes dentários?

Apesar de décadas de pesquisas científicas e clínicas, implantes dentários não possuem um índice de sucesso de 100%. No entanto, os índices de sucesso têm progredido dramaticamente desde a introdução da cirurgia de implantes e a profissão odontológica pode dizer com orgulho que as taxas de sucesso estão acima de 90% para a maioria dos pacientes. De modo similar, as taxas de sucesso em longo prazo são de mais de 90% e estão melhorando cada vez mais. Quando um implante não se osseointegra com sucesso, pode ser necessária a sua remoção, pois este não pode ser forçado a se osseointegrar facilmente. O seu dentista poderá lhe fornecer o melhor conselho possível nessa situação. Um implante substituto poderá ser colocado, entretanto, pode exigir alguns meses de cicatrização e, possivelmente, um aumento ósseo (feito através de enxertos). Da mesma forma, se um implante previamente colocado perder uma quantidade significativa de tecido ósseo de suporte, não existe atualmente nenhum tipo de tratamento que possa restaurar o osso perdido após este ter estado em uso      na boca.



O implante anticoncepcional é uma pequena cápsula que contém o hormônio etonogestrel. O contraceptivo possui 4cm de comprimento e 2mm de diâmetro. Ele é introduzido embaixo da pele por meio de um aplicador descartável.
Esse método atua impedindo a liberação do óvulo ao ovário, além de alterar a secreção do colo do útero, dificultando a entrada de espermatozoides.
Existe a possibilidade de que em algumas mulheres ocorra sangramento em épocas fora do normal. Pode apresentar alguns efeitos colaterais, como: sangramento por mais de cinco dias, amenorreia, acne, dor nas mamas, cefaleia, aumento de peso, dor abdominal, diminuição da libido, tonturas, dor no local implantado, náuseas e alterações no humor. O implante pode ser utilizado também como um tratamento coadjuvante da dismenorreia. Além disso, previne a gravidez ectópica.
Antes de fazer uso desse método contraceptivo, é preciso consultar o seu médico ginecologista. Caso seja indicado, o próprio médico realizará a inserção do implante, que deve ocorrer entre os primeiros cinco dias do clico menstrual. Esse anticoncepcional pode ser inserido após parto ou aborto (cerca de 21 dias depois). Já mulheres que apresentam trombose, câncer, icterícia ou sangramento vaginal desconhecido não podem utilizar.
Existem implantes com duração de seis meses, um ano e até três anos. É um método muito eficaz, 99% de prevenção de gravidez, equivalente ao da ligadura de trompas. Entretanto, não previne contra as DSTs. Caso a mulher deseje engravidar, basta solicitar a remoção. O retorno da fertilidade ocorre rapidamente.
Fontes:



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