Diz-se que um sujeito é aluno da pessoa que o tenha educado e criado desde a sua infância. No entanto, também se pode ser aluno de outra pessoa que seja mais jovem do que o próprio. Posto isto, os termos estudante, aluno, discípulo e, inclusive, aprendiz são permutáveis.
A diferença entre um estudante oficial e um que seja livre é que o primeiro recebe o ensino oficial por um centro educativo (escola, faculdade, colégio, etc.) reconhecido pelo Estado e é submetido a exames que validam os conhecimentos adquiridos. Já, o estudante livre, por sua vez, não necessita de respeitar certas normas para prosseguir com a sua aprendizagem. Há que ter em conta, ainda assim, que existem diversas variantes nestas classificações, uma vez que um aluno pode não frequentar as aulas com regularidade, optando antes por um sistema formal de ensino à distância, por exemplo.
Leia mais: Conceito de estudante - O que é, Definição e Significado http://conceito.de/estudante#ixzz3hLzWTAh7Aluno (do latim alumnus, alumnié) ou discente é o indivíduo que recebe formação e instrução de um ou vários professores ou mestres para adquirir ou ampliar seusconhecimentos,1 geralmente nas áreas intelectuais, levando em conta que existem diferentes aptidões e estilos de aprendizado para cada aluno - principalmente à medida em que avança na vida escolar.2
Por vezes, usa-se o termo aluno como sinônimo de estudante, uma pessoa que se ocupa do estudo, relativas a um aprendizado de qualquer nível. No entanto, o estudo pode ser uma atividade individual, sem recurso a professores. Faz-se distinção, portanto, entre aluno e estudante. A palavra estudante (do verbo estudar) designa o indivíduo que se empenha em algum tipo de estudo, que busca o alimento intelectual por conta própria, podendo fazer isto de maneira individual ou sem recurso a professores.
Etimologia[editar | editar código-fonte]
Segundo a etimologia, o termo aluno significa literalmente “criança de peito”, “lactante” ou “filho adotivo” (do lat. alumnus, alumni, proveniente de alere, que significa “alimentar, sustentar, nutrir, fazer crescer”). 3 Daí o sentido de que aluno é uma espécie de lactente intelectual; e não alguém “sem luz”, como afirma uma etimologia falsificada que lê a- como prefixo de negação (note que o prefixo é grego) e lun- como proveniente do latim lumen, luminis (luz). O termo aluno aponta, portanto, para a ideia de alguém imaturo, que precisa ser alimentado na boca e exige ainda muitos cuidados paternais ou maternais. 4
Em sentido figurado ou metafórico, porém, aluno significa simplesmente “discípulo” ou “pupilo”, alguém que aprende de forma coletiva em estabelecimento de ensino pela mediação de um ou vários professores. 5
Ver também[editar | editar código-fonte]
Referências
- ↑ NOVA ESCOLA - REPORTAGEM - "É essencial para o professor saber como o aluno aprende"
- ↑ Educar para Crescer - "Na Escola – Um guia de sobrevivência para o aluno do Ensino Médio"
- ↑ Dicionário Houaiss
- ↑ Charlton T. Lewis e Charles Short. A Latin dictionary. Oxford: Clarendon Press, 1879
- ↑ FARIA, Ernesto. Dicionário escolar latino-português. MEC, 1962
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
De um momento para o outro estás numa cidade diferente, a centenas de quilómetros dos teus pais, num apartamento novo que vais dividir com mais três pessoas que não conhecias, com aulas intensas e na companhia de uma turma que ainda mal conheces. Parece-te familiar este cenário? Dá vontade de fazer a mala e apanhar o primeiro comboio de regresso a casa… porém, isso nem sempre é possível, nem desejado, por isso aprende a lidar com as saudades sem desistir desta nova experiência.
Faz amigos novos
As universidades têm milhares de alunos, ou seja, milhares de possíveis novos amigos – descobre-os! Começa pela tua turma (nada como aproveitar os momentos de praxe para conhecer toda a gente!), sem esquecer os novos colegas de casa. Uma das grandes experiências de quem vai estudar para a universidade é, sem dúvida, a possibilidade de conhecer muitas pessoas novas, vindas de todos os pontos do país e até do estrangeiro. E sabes qual é a melhor parte? Estão todas na mesma situação que tu.
Organiza uma festa
Não há nada como organizar uma festa para deixar de pensar no bolo de chocolate da mãe e começar a fazer novos amigos! Combina uma noite com os teus colegas de casa onde cada um convida três ou quatro amigos da sua turma, respectivamente – peça a cada pessoa para trazer alguma coisa, decorem a casa a preceito, não se esqueçam da música e voilá, uma festa divertida e muitas novas amizades no final da noite.
Mantém os velhos amigos
Só porque agora estás na universidade e longe de casa não significa que deves esquecer os velhos amigos, aqueles que conheces desde a escola primária! Para além dos habituais telefonemas e sms (de graça, a cores e ao vivo se utilizares o Skype), podem manter-se em contacto via e-mail, Messenger, hi5, Facebook, Twitter ou até criarem um blog em conjunto… assim vão matando saudades e trocando impressões sobre esta nova fase das vossas vidas.
Convida um velho amigo para te visitar
Convidar alguém da tua cidade natal para vir passar um fim-de-semana contigo é um 2-em-1 perfeito: para além de matar saudades, vais poder servir de anfitrião, mostrando a tua nova casa e cidade, o melhor sítio para se comer bem e barato, as magníficas vistas e jardins… e quem diz a tua melhor amiga de infância, diz o teu irmão, primo ou namorada!
Sente-te em casa
Se não te sentires confortável no teu novo quarto ou apartamento, dificilmente te vais sentir em casa, o que vai tornar as saudades ainda mais difíceis de suportar. A solução? Decora o teu quarto com objectos familiares trazidos da casa dos teus pais (lençóis, mantas, almofadas…), com fotografias e outras peças decorativas das quais sentes falta. Para além disso, faz questão de conhecer todos os cantos ao teu campus o mais depressa possível, para te sentires menos perdido e mais integrado.
Não vás a casa
Pode parecer um contra-senso, ou seja, como é que vais matar as saudades de casa se não vais lá no próximo fim-de-semana? Vai ser difícil, mas ao ficares na cidade onde estudas, isso irá contribuir para a tua fase de adaptação e acabarás por te habituar a estar longe dos teus pais e irmãos mais depressa e mais facilmente. Para além disso, vais poder desfrutar do ambiente da cidade fora da tua rotina diária e maioritariamente estudantil.
Mantém-te ocupado
Quanto mais ocupado estiveres, menos tempo para saudades vais ter (as saudades vão estar sempre lá!). Se estiveres envolvido em actividades que gostas – para além de estudares, podes fazer parte de um clube de teatro ou de escrita criativa, juntar-te a uma equipa de basquetebol ou inscrever-te em aulas de russo – estarás mais aberto à nova fase na tua vida e a tudo aquilo que ela te possa trazer, mais adaptado, mais feliz.
Comunica essas saudades
Por mais independência que ganhamos ao ir estudar para fora, as saudades vão apertar e algumas serão mais fáceis de digerir do que outras. Para esses momentos mais complicados, não há nada como telefonar aos pais e aos irmãos para pôr a conversa em dia e perceber que eles também têm saudades tuas. Em alternativa, liga a uma velha amiga ou então vê se algum dos teus colegas de casa quer ir tomar café ou ver um filme. Se estiveres sozinho, porque não começar um diário ou um blog para exprimires o que sentes, ou então procurar uma comunidade online onde possas encontrar pessoas que estão a viver uma fase idêntica à tua.É familiar esta realidade entre muitos estudantes universitários: a pouca apetência para estudar em véspera de exames. Obviamente que o mais correto e recomendado por todos os professores é o acompanhamento diário da matéria – mas a realidade é que, para um estudante universitário, nem sempre é simples optar pelo estudo dedicado e diário, principalmente quando os amigos e as saídas falam mais alto.
Diversos estudos recentes revelam que, apesar do que está generalizado, há outras formas de se garantir um bom resultado académico, mesmo sem o acompanhamento diário da matéria universitária. No entanto, isto implica organização e método. E alguns truques que devem ser garantidos para que, na grelha das notas, a avaliação fique acima do valor mínimo de aprovação.
Calendarizar o estudo
Há pessoas com capacidades de retenção muito superiores a outras – o que significa que, para elas, um único dia de estudo intensivo poderá ser suficiente para se garantir uma total perceção de toda a matéria. No entanto, não só isto não é habitual, como ainda existe o fato de algumas disciplinas serem mais exigentes e complexas que outras. Por isso, recomenda-se que inicies o estudo da disciplina uma semana antes de cada exame.
Programar a matéria
Tendo sete dias para estudar, o ideal é que dividas a matéria pelo tempo disponível – dedicando cinco dias à análise da matéria que sairá no exame, e os dois últimos dias à sua revisão e ao esclarecimento de dúvidas adicionais. Desta forma, será praticamente garantido que a matéria ficará retida e sem grande margem para erros ou dúvidas.
No estudo, mais é mais!
Existe uma tendência de que “menos é mais” – e é, mas não no estudo. Aqui, o segredo é realmente apostar em estudar mais do que parece óbvio. Para além dos cadernos de apontamentos e dos manuais, o ideal é complementar e confirmar o estudo em sites académicos, com outros livros escolares e até mesmo com exames de anos anteriores. O importante é que consigas estudar toda a matéria, tendo em conta abordagens distintas, de forma a aumentar o espetro de análise de todos os temas.
Ginasticar a memória
Está provado de que o nosso cérebro é duplamente estimulado pela audição e pela visão. Por isso, e como forma de ginasticar a memória e de garantir uma maior retenção da matéria, recomenda-se que os alunos leiam em voz alta a matéria e que a reescrevam, numa simples folha de papel branco. Podes acrescentar gráficos e esquemas, que facilitarão a compreensão dos temas e que permitirão, no momento do exame, uma visualização mental dos assuntos a desenvolver.
Saber parar!
Há estudos que referem que o nosso cérebro diminui a atividade ao fim de uma hora de exposição a um determinado tema. Por isso, é importante que faças pausas ao longo do dia de estudo – mas estamos a falar de pausas curtas (no máximo de 10 minutos), que garantam apenas uma pequena distração cerebral que te vai permitir regressar ao estudo com os níveis de atenção redobrados.
Dizer não aos elementos de distração
O ambiente de estudo é essencial, principalmente nos períodos de maior tensão académica. A televisão e a música como som de fundo podem ajudar em algumas situações mas, na maior parte das vezes, não são mais do que verdadeiros elementos de distração. Por isso, o ambiente deve ser de silêncio e conforto totais. E sem nada que roube a atenção daquilo que é realmente importante: o estudo.
Estudar em grupo
Desde que não utilizes o convívio como fator de distração, estudar em grupo pode revelar-se um excelente método de compreensão e retenção da matéria. A possibilidade de esclarecer dúvidas com outros colegas e de debater matéria mais complexa ajuda, normalmente, a aumentar o nível de conhecimento e, logo, a prestação no momento do exame.
Cuidar do corpo como da mente
Não adianta ter um plano de estudo, se o corpo for negligenciado. Uma alimentação rica em ómega 3, proteínas e vitaminas é essencial para dar ao organismo a energia extra que estes períodos de maior concentração exigem. Do mesmo modo, é essencial manter elevados níveis de hidratação, pelo que deves tentar consumir cerca de dois litros de água por dia. Do mesmo modo, deves garantir ainda um sono regular e tranquilo, por isso, tenta deitar-te todos os dias à mesma hora, dormindo uma média de oito horas por noite.
A ansiedade no dia do exame
Chegado o dia do exame, é normal que sejas invadido por uma enorme sensação de nervos e ansiedade. Tal como é normal que, algumas horas antes, revejas toda a matéria e esclareças eventuais dúvidas pendentes. Mas, para aligeirar a tensão, recomenda-se que termines o estudo pelo menos uma hora antes de iniciares o exame. Nesse período, aproveita para fazer alguma coisa que te acalme e que alivie essa sensação de ansiedade: fazer uma caminhada ou ler uma revista podem ser excelentes formas de tranquilizar o estado de espírito, para poderes enfrentar o exame de forma tranquila e focada.
Organizar o exame
Agora que o exame está à tua frente, é importante não criar desorganização mental. O ideal é que, antes de mais, leias atentamente todo o enunciado. Depois de compreendidas todas as questões, determina um tempo máximo para a realização de cada resposta. Podes ainda ter uma folha de rascunho para anotar pontos importantes que deverão ser considerados nas respostas, e que, pela pressão, poderão ser esquecidos caso não se anotem. É importante garantir ainda que, terminado o exame, restam alguns minutos para uma última revisão das respostas.
O período universitário é um dos melhores momentos do percurso das nossas vidas. E estudar não deve ser encarado como um mal necessário – mas antes como um processo que, quando bem gerido, contribuirá para o bom rendimento académico e, consequentemente, para um aumento da probabilidade de realização profissional.
Como Ann Landers referiu: “as oportunidades normalmente apresentam-se disfarçadas de trabalho árduo, e é por isso que muitos não as reconhecem” – por isso, o truque é aplicar o máximo esforço no período de exames, para que os resultados sejam gratificantes. Depois disso, será tempo de aproveitar a vida académica! Ao máximo!
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