Maldade
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Maldade ou crueldade é cometer alguma coisa fora da ética padrão de determinada sociedade quando envolve danos à saúde de algum animal, em especial à saúde humana. Maldoso ou cruel é a característica de alguém de ser mau ou cometer maldades.
- "Toda a punição é maldade; toda a punição em si é má".
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- - But all punishment is mischief: all punishment in itself is evil.
- - "Principles of Morals and Legislation" in: "The Works of Jeremy Bentham, Now First Collected: Under the Superintendence of His Executor, John Bowring" Part I - Chapter XV Página 83, de Jeremy Bentham - Publicado por W. Tait, 1838
- - But all punishment is mischief: all punishment in itself is evil.
- "O dinheiro é a coisa mais importante do mundo. Ele representa saúde, força, honra, generosidade e beleza, visivelmente como a falta dele representa doença, fraqueza, desgraça, maldade e fealdade."
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- - Money is the most important thing in the world. It represents health, strength, honor, generosity and beauty as conspicuously and undeniably as the want of it represents illness, weakness, disgrace, meanness and ugliness.
- - John Bull's other island: and Major Barbara - página 171, Bernard Shaw - Brentano's, 1907 - 311 páginas
- - Money is the most important thing in the world. It represents health, strength, honor, generosity and beauty as conspicuously and undeniably as the want of it represents illness, weakness, disgrace, meanness and ugliness.
- "Genialidade e maldade não combinam."
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- - гений и злодейство две вещи несовместные
- - Alexandre S. Pushkin citado em Пушкин и русский романтизм - Página 182, Борис Соломонович Мейлах - Издательство Академии наук СССР, 1937, 293 páginas
- - гений и злодейство две вещи несовместные
Veja também[editar]
Mal geralmente se refere a tudo aquilo que não é desejável ou que deve ser destruído. O mal está no vício, em oposição à virtude.
Em muitas culturas, é o termo usado para descrever atos ou pensamentos que são contrários a alguma religião em particular, e pode haver a crença de que o mal é uma força ativa e muitas vezes personificada na figura de uma entidade como o diabo Satanás ouArimã.
Em Kant, o ser humano teria uma propensão para o mal, apesar de ter uma disposição original para o bem.
Hannah Arendt retoma a questão do mal radical kantiano, politizando-o. Analisa o mal quando este atinge grupos sociais ou o próprioEstado. Segundo a autora, o mal não é uma categoria ontológica, não é natureza, nem metafísica. É político e histórico: é produzido por homens e se manifesta apenas onde encontra espaço institucional para isso - em razão de uma escolha política. A trivialização da violência corresponde, para Arendt, ao vazio de pensamento, onde a banalidade do mal se instala.2 3
O antropólogo estadunidense Ernest Becker, que segundo o filósofo Sam Keen é pioneiro no desenvolvimento de uma "Ciência sobre o Mal"4 , afirma que "a dinâmica do mal é devida fundamentalmente à negação da condição de criatura", isto é, quando a "armadura do caráter" — desenvolvida pela pessoa para reprimir o fato de que irá morrer — falha em criar uma auto-ilusão protetora, o indivíduo vê-se então diante de um desamparo que começa por infundir-lhe angústia e, por fim, terror. Já não é mais o ser humano "normal", cuja neurose proveniente da "negação da morte"5 é amortecida por um conjunto de símbolos e conceitos capazes de fazê-lo levar uma vida adaptada. Não, agora ele está sem máscaras diante da vida. O mundo se lhe apresenta assim como um ambiente hostil, o que o obriga a tentar modificá-lo a ponto de eliminar os acidentes, a insegurança, que, no fundo, não são senão aspectos inerentes da vida na Terra. Para Becker, ao não conseguir atualizar a transferência original, isto é, ao não depositar sua necessidade de segurança psíquica num Ser Transcendental, o indivíduo passa a negar sua condição de criatura e, por conseguinte, também a de seus semelhantes, os quais podem ser então eliminados nesse processo de tornar o mundo um lugar mais seguro — e daí o mal.
Ver também[editar | editar código-fonte]
Referências
- ↑ Stanford Encyclopedia of Philosophy.Plotinus
- ↑ GRECO, Heloísa A. Dimensões fundacionais da luta pela anistia. Belo Horizonte, FAFICH, UFMG, 2003
- ↑ SOUKUI, Nádia. Hannah Arendt e a banalidade do mal. UFMG, 1998.
- ↑ Livro "Escape from Evil", no Google Books.
- ↑ Livro "A Negação da Morte", no Google Books
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
- "The Problem of Evil", por Michae Tooley. The Stanford Encyclopedia of Philosophy (Summer 2013 Edition). Edward N. Zalta (ed.).
- 4=Schelling y el mal en 1809 (em espanhol) , por Roberto Augusto Miguez .
- BAUDRILLARD, Jean. The Transparency of Evil
- ABC News: Looking for Evil in Everyday Life. Por Oliver Libaw.
- Psychology Today. Indexing Evil (em inglês) Entrevista com opsiquiatra forense Michael Werner. Por Kaja Perina. 1° de janeiro de 2002.
- personagens mitológicos associados ao mal (em inglês)
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