domingo, 26 de julho de 2015

VAGINA

Uma infecção vaginal por fungo acontece quando um fungo ou uma levedura, geralmente a Candida albicans, começa a crescer na vagina. Esse tipo de infecção é muito comum, mas podem se tornar séria se muito frequentes.
Uma vagina saudável possui diversas bactérias e um número pequenos de células fúngicas. A bactéria mais presente nesse órgão, chamada Lactobacillus acidophilus, é responsável por manter a flora vaginal equilibrada e impedir o crescimento de bactérias e fungos nocivos à vagina.
Quando algum fator interno ou externo modifica o balanceamento desses organismos, fungos podem se multiplicar no canal vaginal e causar sintomas. O uso prolongado de antibióticos, por exemplo, pode causar esse desequilíbrio. Os altos níveis de estrógeno causados pela gravidez ou terapia hormonal também podem ser responsáveis, bem como algumas doenças, como, por exemplo, adiabetes e a infecção por HIV.
Aproximadamente uma em cada cinco mulheres já experimentou uma infecção vaginal por fungo em algum momento da vida. Muitas delas sofrem com o problema duas ou mais vezes.
Uma infecção vaginal por fungo não é considerada sexualmente transmissível, entretanto, o fungo que causa essa condição pode ser espalhado através de contato oro-genital. Ela é facilmente tratada, exceto nos casos em que ela é recorrente – quatro ou mais vezes por ano – quando é necessária terapia contínua para manutenção da saúde.

Causas

A infecção vaginal por fungo geralmente é causada pela Candida albicans, um micro-organismo que está normalmente presente na vagina, juntamente com outras bactérias. Ele também pode ser encontrado na pele e intestino. A vagina naturalmente contém uma mistura equilibrada de leveduras e bactérias, chamada de flora vaginal. As bactérias Lactobacillus produzem um ácido que desestimula o supercrescimento de leveduras na vagina, ajudando assim a manter o equilíbrio da flora vaginal. No entanto, a ruptura desse balanceamento pode resultar num crescimento excessivo de leveduras.
A infecção vaginal por fungo pode ser causada por:Os seios são 40, 42, 46 e assim por diante, a cintura também tem sua medida, mas e a vagina? Não é porque ela não é vista assim tão frequentemente, que ela não deve ser lembrada. Muitas mulheres se perguntam se a própria vulva é grande, pequena ou média e até mesmo se ela é normal. Um estudo recentemente publicado na revistaJournal of Minimally Invasive Gynecology mediu os diferentes pontos da região íntima feminina de 168 mulheres para obter uma média. Os resultados foram também publicados na revista norte-americana Women’s Health. Veja a seguir o que a pesquisadora Brook McFadden descobriu sobre o tamanho da vagina.
  • Uso de antibióticos
  • Gravidez
  • Diabetes não controlada
  • Comprometimento do sistema imunológico
  • Tudo o que muda o tipo e quantidade de bactérias da flora vaginal, tais como duchas vaginais frequentes ou lubrificação inadequada.
Na maioria das vezes, a infecção vaginal é causada pelo fungo Candida albicans. No entanto, em alguns casos a infecção pode estar acontecendo por outro tipo de fungo. Estes geralmente respondem mal às terapias convencionais e podem necessitar de tratamento mais agressivo.
A maioria das infecções pode ser transmitida sexualmente, especialmente através do contato sexual oral-genital. No entanto, a infecção por fungos não é considerada uma doença sexualmente transmissível, uma vez que o fungo está presente naturalmente na vagina e também pode ocorrer em mulheres que não são sexualmente ativas.

Fatores de risco

Seu risco de contrair uma infecção vaginal por fungo pode ficar aumentado por alguns fatores:
  • Uso de antibióticos. Estes medicamentos perturbam o equilíbrio normal entre leveduras e bactérias na vagina. Os antibióticos podem diminuir muito "boas" bactérias e resultar em aumento do crescimento de leveduras na vagina, às vezes causando sintomas de uma infecção por fungos
  • Ter uma condição que afeta sua imunidade, como diabetes mal controlada ou HIV. Tomar medicamentos corticosteroides, por vezes, também enfraquece o sistema imunológico e aumenta o risco de infecções fúngicas
  • Vestir calças ou roupas íntimas apertadas, que superaquecem a região vaginal
  • Usar produtos de higiene íntima ou talcos perfumados na área vaginal
  • Ducha vaginal frequente

 sintomas

Sintomas de Infecção vaginal por fungo

Os sintomas de infecção vaginal por fungos podem ser de leves a moderados e incluem:
  • Coceira e irritação na vagina ou entrada na vagina (vulva)
  • Sensação de queimação, especialmente durante o sexo ou ao urinar
  • Inchaço e vermelhidão na vulva
  • Dor vaginal
  • Secreção branca, espessa e livre de cheiro com uma aparência de queijo cottage
Você pode ter uma infecção vaginal por fungo grave se:
  • Tem sintomas graves, como vermelhidão excessiva, inchaço e desenvolvimento de fissuras e feridas por conta da coceira
  • Tem infecções recorrentes (quatro ou mais por ano)
  • Sua infecção é causada por um tipo de fungo diferente da Candida albicans
  • Você está grávida
  • Sua diabetes não está controlada
  • Tem alguma doença que comprometa o sistema imunológico.Se você que está lendo esta reportagem é uma mulher, provavelmente, se identificará com pelo menos alguns dos itens listados abaixo. Se é homem, o texto pode ajudá-lo a entender melhor a sua parceira. O assunto? A vagina. 
    Para começar, é preciso diferenciar vagina de vulva. A vulva compreende toda a genitália feminina, incluindo a vagina, que é apenas o canal interno da vulva. Mas até os médicos se referem ao conjunto como vagina. 
    O inglês Jamie McCartney criou, em 2011, o "Great Wall of Vagina" (grande mural da vagina, em tradução livre), que traz 400 órgãos esculpidos de gesso, formando um conjunto de dez painéis, justamente para mostrar que, assim como o pênis, cada vagina tem formato, tamanho (pelo menos externo) e aparência diferentes. 
    "Muitas mulheres se preocupam com o aspecto do seu órgão genital e o comparam. Pensei que quando elas vissem todas aquelas vaginas no mural se sentiriam mais seguras. É a arte com um propósito social, além de ser um espetáculo surpreendente, claro", afirma o artista. 
    Jamie, que disse conhecer apenas cerca de dez das 400 que serviram como voluntárias para o projeto, contou que teve como objetivo "libertar as mulheres da ansiedade e dúvida sobre a estranheza de seu corpo". E deu resultado: "Várias me mandaram e-mails falando que meu trabalho mudou suas vidas, que a autoestima aumentou. Isso é incrível".
    Divulgação
    Parte do "Great Wall of Vagina" (grande mural da vagina, em tradução livre), de Jamie McCartney, que estampou 400 vaginas esculpidas em gesso
    A seguir, listamos dez curiosidades. Confira: 
    1. Tamanho: a vagina é elástica e, segundo Flávia Fairbanks, membro da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), o tamanho muda de acordo com a idade. "Na fase adulta, tem de 7 cm a 8 cm de comprimento, em repouso. Durante a relação sexual, essa medida pode chegar a 12 cm de comprimento e 3 cm de largura", afirma. Flávia explica que a cavidade vaginal atinge o máximo de dilatação durante o trabalho de parto: 10 cm.
    2. A vagina "fala": marcas ou manchas na calcinha, mau cheiro e coceira podem ser sinais de alguma doença. O corrimento, porém, nem sempre é um problema: quando é inodoro, trata-se de um mecanismo natural de defesa da mulher. "Quanto ao sexo, dor durante a penetração ou dificuldade de lubrificação podem denunciar uma disfunção sexual que precisa de tratamento", explica a terapeuta sexual Paula Napolitano.
    3. Ruídos: você já se constrangeu durante o sexo por causa de algum barulho na hora da penetração (parecido com gases)? "É normal. Com o movimento sexual, pode haver a entrada de ar na vagina", afirma Carolina Ambrogini, ginecologista, sexóloga e coordenadora do Projeto Afrodite da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
    4. Depilação não faz mal: de acordo com as ginecologistas Flávia Fairbanks e Carolina Ambrogini, os pelos servem como proteção contra atrito e entrada de corpos estranhos na vagina. Porém, não há mal nenhum em depilá-los. "Para as mais sensíveis, deixá-los é mais confortável, por conta do atrito, mas nada é proibido ou prejudicial", diz Carolina. 
    5. Plásticas: algumas mulheres se incomodam com o tamanho dos lábios genitais e buscam na cirurgia plástica a saída para se sentirem mais confortáveis com seu corpo. Segundo Luiz Carlos Ishida, cirurgião plástico e membro da SBP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), a procura por esse tipo de intervenção aumentou. "Em 2010, realizávamos cerca de quatro operações dessas por ano. Hoje, não passamos uma semana sem fazer".
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    Dez motivos que podem impedir a mulher de chegar ao orgasmo11 fotos

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    O orgasmo é o pico do prazer sexual. Mas, para muitas mulheres, o clímax é difícil de ser atingido (e algumas nunca conseguiram). "Toda mulher pode sentir e sabe reconhecer um orgasmo", afirma Amaury Mendes Júnior, ginecologista, terapeuta sexual e professor do ambulatório de sexologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). "As dificuldades começam a aparecer se ela foi reprimida durante a infância e a juventude e, por isso, não reconhece o seu corpo como fonte de prazer. Nesses casos, o estímulo do parceiro pode ser essencial para que ela se solte e seja feliz sexualmente". A seguir, o UOL Comportamento explica dez motivos que podem impedir o orgasmo feminino de acontecer. Por Thais Carvalho Diniz, do UOL, em São Paulo Leh Latte/UOL
    6. O poderoso clitóris: muitas mulheres chegam ao orgasmo apenas com o estímulo do clitóris, que está localizado na parte superior da vulva. Segundo Paulo Tessarioli, psicólogo especialista em sexualidade humana, o órgão tem cerca de oito mil terminações nervosas e, por isso, é tão sensível. "Esse detalhe da anatomia feminina é muito curioso, já que a mulher tem um órgão destinado exclusivamente ao prazer", afirma.
    7. Tamanho não é documento: se formos levar em consideração a possibilidade de prazer feminino, a afirmação de que o tamanho do pênis não importa procede. "Os cinco primeiros centímetros da vagina são os mais ricos em terminações nervosas e, por isso, dizer que o pênis maior dá mais prazer é um mito", explica a terapeuta sexual Paula Napolitano. Além disso, a vulva pode ser explorada por inteiro.
    8. Transpiração e ventilação: muitas mulheres se incomodam com o suor vaginal, mas, de acordo com Flávia Fairbanks, por ter grande quantidade de glândulas sudoríparas, a transpiração é natural. "Algumas mulheres relatam que é a região do corpo onde mais suam", conta. Ela explica que, como é um órgão fechado e, por isso, quente e úmido, é favorável à proliferação de fungos e bactérias. "Por isso, quanto mais ventilado for, menores as chances de infecções. Dormir sem calcinha ou usar peças 100% algodão é altamente recomendado". 
    9. "Autolimpeza": segundo a médica Flávia Fairbanks, o corrimento inodoro e esbranquiçado é o responsável por eliminar toxinas, bactérias e células mortas vaginais. Justamente por isso, não é preciso lavar o canal vaginal. "Usar água e sabonete com pH neutro na região externa já é suficiente para manter a higiene", diz. 
    10. Ginástica vaginal: o pompoarismo é um treinamento da musculatura vaginal que aumenta o prazer sexual do casal durante a penetração. Além disso, a vagina é composta por músculos e precisa ser exercitada, assim como o resto do corpo, segundo a terapeuta sexual Paula Napolitano. "Faz parte do bem-estar e do autoconhecimento feminino. Exercícios como os de contração e relaxamento ajudam a fortalecer a musculatura e deixam a vagina mais sensível. São muito indicados para problemas que podem surgir com a idade, como a flacidez genital e a incontinência urinária". 
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    Veja dez 'encanações' femininas que preocupam mais a mulher do que o homem11 fotos

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    VERGONHA DAS CELULITES, ESTRIAS E DO PNEUZINHO: esses detalhes do físico são capazes de deixar uma mulher extremamente insegura. Mas, para o homem, eles até compõem a beleza do corpo feminino. "Os homens que gostam de mulheres vão curtir o corpo da parceira, esteja ele com celulite ou estrias, não importa", afirma o psicólogo Thiago de Almeida. Para o também psicólogo Alexander Voger, a mulher sensual não é aquela que estampa as capas de revista, mas a que sabe valorizar aquilo que tem de melhor. "A maneira que ela olha, movimenta o corpo e evidencia as partes de que gosta contam muito mais para um homem", diz Leh Latte/UOLA vagina (do latim vagĭna, lit. "bainha") é um canal do órgão sexual feminino dos mamíferos, parte do aparelho reprodutor, que se estende do colo do útero à vulva, dirigido de cima abaixo e de trás para frente. A cada lado da abertura externa da vagina humana há duas glândulas de meio milímetro, chamadas Glândulas de Bartholin, secretoras de um muco lubrificante na copulação.1

    Características da vagina humana

    A parte externa da vulva é denominada vestíbulo da vagina. Lá se encontram dois orifícios: orifício urinário (da uretra) e o orifício genital (da vagina).2
    A parte interna da vagina estende-se até à porção inicial do útero (colo), região denominada de fórnix da vagina.3 Todo esse conjunto é denominado canal vaginal. O canal vaginal apresenta duas partes de origens embriológicas diferentes, pois a origem do canal vaginal é promovida quando o útero se encontra próximo ao epitélio que formara o vestíbulo e começa a migrar para a sua posição final, o tecido epitelial é puxado, assim como o tecido do útero, formando assim o canal vaginal com sua porção superior formada por tecido proveniente do útero e a porção inferior do tecido epitelial; o hímen é formado com o estiramento do tecido epitelial de onde o útero estava próximo, promovendo assim um afinamento desta superfície.4
    O limite entre a vagina e a vulva constitui uma dobra, o hímen. Este encontra-se na porção anterior do canal vaginal, em mulheres que nunca tiveram relações sexuais, ou vestígios da estrutura, em mulheres que já tiveram relações.5 4
    Em janeiro de 2012 a britânica Hazel Jones afirmou em um programa televisivo possuir duas vaginas.6 7 8 Esta rara condição médica foi diagnosticada quando ela possuía 18 anos.9 10 11 12
    As dimensões da vagina humana adulta são altamente variáveis de indivíduo para indivíduo, e nenhuma forma caracteriza todas as vaginas. As dimensões da vagina humana não tem sido objeto de intensa investigação com a mesma proporção da investigação sobre o tamanho do pénis humano. Além das variações de tamanho, a vagina de uma mulher pode variar substancialmente em tamanho durante a excitação sexual, a relação sexual e o parto. A vagina também possui elasticidade e se expande tanto em comprimento e largura durante a excitação sexual, a relação sexual e durante o parto.
    Embora as dimensões da vagina humana não tenham sido objecto de intensa investigação com a mesma extensão que a investigação sobre o tamanho do pénis humano, vários estudos têm sido feitos das dimensões da vagina humana.

    Dimensões

    Um estudo de 1996 por Pendergrass et.al. usando vinil polissiloxano retirados das vaginas de 39 mulheres caucasianas, encontrou os seguintes limites de dimensões13
    • Comprimento - 6,86 a 14,79cm
    • Largura - 4,7 à 6,3cm
    • Diâmetros do intróito - 2,39 à 6,45cm
    Um estudo achou resultados variáveis em diferentes raças, em 40% das mulheres negras foram encontradas vaginas no formato semente de abóbora, resultado não encontrado em mulheres caucasianas e latinas, o introito das caucasianas é maior que o das negras. 14

    Histologia

    Mucosa vaginal ao microscópio.
    O epitélio vaginal é descamativo, epitélio pavimentoso estratificado não–queratinizado, com uma característica: é rico em glicogênio. Tem uma espessura de 150 a 200µm.15 O glicogênio é jogado para dentro da vagina, onde se transforma em glicose, e a glicose, por causa da flora própria vaginal, é transformado em ácido láctico, tornando o pH da vagina ácido, que é importante. Sem essa acidez vaginal, a entrada de bactérias (coccus) vindas do reto e do ânus seria facilitada, propiciando as infecções na região.16
    O epitélio vaginal tem um vetor do conjuntivo para dentro da luz. O vírus da AIDS quando chega no epitélio vaginal encontra um ambiente desfavorável, ele não conseguiria entrar no epitélio vaginal porque o fluxo deste, é excretor; a não ser que haja lesões no epitélio, chegando ao conjuntivo. O colo uterino seria uma alternativa como porta de entrada de micro-organismos porque entre o epitélio da vagina e do útero muitas vezes a mulher tem lesões.16
    Glândulas não existem na parede da vagina e esta é formada por três camadas: mucosa, muscular e adventícia. O muco formado no lúmen origina-se das glândulas da cérvix uterina.15
    Mucosa
    Formada por tecido conjuntivo frouxo rico em fibras elásticas.15 É plano estratificado não queratinizado.17 Nessa camada há grande quantidade de neutrófilos e linfócitos. Também é possível observar células de Langerhans.17 Em alguns períodos do ciclo entram no epitélio e passam para o lúmen vaginal.15 Poucas terminações nervosas sensoriais presentes.15 A mucosa vaginal tem aspecto rugoso. A lâmina própria tem abundantes vasos sanguíneos.17
    Muscular
    Formada por pacotes longitudinais de fibras musculares lisas.15 Na parte mais interna, próxima a mucosa, esses pacotes são circulares.15
    Adventícia
    Na parte de fora da camada muscular, existe uma camada de tecido adventício, composta por tecido conjuntivo denso, composto por fibras grossas e elásticas.15 Nessa área a um grupo de células nervosas, um plexo venoso e feixes nervosos.15

    Sexualidade

    Anatomia da vulva, mostrando a entrada do canal vaginal.
    1 = Corpo do clítoris
    2 = Clítoris
    3 = Pequenos lábios
    4 = Entrada vaginal
    5 = Grandes lábios.
    A função da vagina é receber o pênis no coito e dar saída ao feto no momento do parto, assim como expulsar o conteúdo menstrual. A vagina possui um grande número de terminações nervosas e paredes elásticas, que no estado natural tem menos cerca de 7 a 8 cm, mas quando estimulada pode ser grandemente aumentada. Essa elasticidade é fundamental na ocasião do parto, para a saída do bebê.18
    Nos bebês, a vagina é protegida somente pelo hímen, uma membrana fina com algumas perfurações que permitem a saída da menstruação. O hímen normalmente é rompido na primeira relação sexual, embora algumas atividades não relacionadas ao sexo possam eventualmente ocasionar esse rompimento. A perfuração do hímen causa um pequeno sangramento.19
    Aos órgãos genitais femininos cabe a tarefa de produzir a célula reprodutora feminina, e de reter o produto da eventual fecundação, permitindo o seu desenvolvimento. São eles compostos dos ovários, onde a célula reprodutora feminina se forma, das tubas uterinas, do útero e da vagina, e ainda da vulva, ou seja, o complexo dos órgãos genitais externos.20

    Odor

    Bactérias naturalmente presentes na flora microbiana da vagina faz com que ela tenha um cheiro característico,21 embora nem sempre um cheiro forte seja sinônimo de algum mal, muitas doenças sexualmente transmissíveis apresentam o mau cheiro como um dos sintomas. A preocupação feminina com o odor emanado por esse órgão faz com que algumas mulheres façam uso de sabões especialmente preparados para esse fim e apliquem soluções desodorantes próprias para o local.22

    Doenças vaginais

    • Colpitis - inflamação, incluindo as devidas a infecçõesDSTs, infecções por fungos (candidíase vaginal) , a falta de hormônios sexuais após a cessação da menstruação .
    • Vaginose bacteriana (Gardnerella vaginite) - disbiose da vagina
    • Prolapso das paredes vaginais e, com eles, e junto às paredes do pélvica órgãos
    • Kondilomatoz (causada pelo HPV )
    • Malformações congênitas: estreitamento da vagina, a duplicação da vagina, as opções de paredes vaginal;
    • Displasia e câncer vaginal (muito doenças raras )
    • Cistos e miomas

    Mito da vagina dentata

    A vagina dentata aparece nos mitos de várias culturas. Erich Neumann relata um desses mitos no qual “Um peixe habita a vagina da Mãe Terrível; o herói é o homem que vencer a Mãe Terrível, quebrar os dentes da sua vagina, e então a tornar numa mulher.”23
    O mito expressa a ameaça que as relações sexuais com coito representam para os homens que, apesar de entrarem triunfantemente, saem sempre diminuídos.24

    Ver também

    Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
    WikcionárioDefinições no Wikcionário
    CommonsImagens e media no Commons
    CommonsCategoria no Commons

    Referências

    1. Ir para cima Toda Biologia. Sistema Reprodutor Feminino. Visitado em 10 de janeiro de 2012.
    2. Ir para cima Portal São Francisco. Sistema Reprodutor Feminino. Visitado em 10 de janeiro de 2012.
    3. Ir para cima Med. Aparelho genital feminino. Visitado em 10 de janeiro de 2012.
    4. ↑ Ir para:a b IUPE. Hímem: Masturbação e virgindade. Visitado em 10 de janeiro de 2012.
    5. Ir para cima Banco de Saúde. Sobre o Hímem. Visitado em 10 de janeiro de 2012.
    6. Ir para cima Mulher famosa por ter duas vaginas posa para ensaio sensual
    7. Ir para cima Mulher com duas vaginas garante ter perdido virgindade duas vezes
    8. Ir para cima Mulher com duas vaginas perde virgindade duas vezes
    9. Ir para cima Britânica diz em programa de TV ter duas vaginas
    10. Ir para cima Mulher afirma ter duas vaginas e diz ter perdido a virgindade duas vezes
    11. Ir para cima Britânica revela que tem duas vaginas
    12. Ir para cima Mulher com duas vaginas diz que perdeu a virgindade duas vezes
    13. Ir para cima http://dx.doi.org/10.1159%2F000291946
    14. Ir para cima http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10895030
    15. ↑ Ir para:a b c d e f g h i JUNQUEIRA, Luiz C. CARNEIRO, José. Histologia básica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004
    16. ↑ Ir para:a b InfoEscola. Vagina - Anatomia do sistema reprodutor feminino. Visitado em 10 de janeiro de 2012.
    17. ↑ Ir para:a b c HIB, José. Histologia de Di Fiori. Buenos Aires: El Ateneo, 2001
    18. Ir para cima WALFRIDO, Valéria. In: Ediouro. Toque sedutor. Rio de Janeiro: [s.n.]. Página visitada em 01 de junho de 2009.
    19. Ir para cima Afh. Sistema Reprodutor. Visitado em 10 de janeiro de 2012.
    20. Ir para cima Atonus. O Processo da Reprodução. Visitado em 11 de janeiro de 2012.
    21. Ir para cima Odor vaginal - Nem sempre cheiro forte é sinal de problema, Dra. Denise Coimbra, iGirl, 18 de março de 2009.
    22. Ir para cima UOL. Sabonete íntimo ou normal?. Visitado em 11 de janeiro de 2012.
    23. Ir para cima The Great Mother. [S.l.: s.n.], 1955. 168 p.
    24. Ir para cima The Wimp Factor. [S.l.: s.n.], 2004. 115-149 p.

Um comentário:

  1. COMO EU ME CUREI DO VÍRUS DE HERPES.

    Olá pessoal, estou aqui para dar meu testemunho sobre um herbalista chamado Dr. imoloa. Eu estava infectado com o vírus herpes simplex 2 em 2013, fui a muitos hospitais para curar, mas não havia solução, então estava pensando em como conseguir uma solução para que meu corpo possa ficar bem. um dia, eu estava na piscina, navegando e pensando onde conseguir uma solução. Eu passo por muitos sites onde vi tantos testemunhos sobre o Dr. Imoloa sobre como ele os curou. eu não acreditava, mas decidi experimentá-lo, entrei em contato com ele e ele preparou o herpes para mim, que recebi através do serviço de correio da DHL. tomei por duas semanas depois, em seguida, ele me instruiu a ir para o check-up, após o teste, foi confirmado herpes negativo. sou tão livre e feliz. portanto, se você tiver algum problema ou estiver infectado com alguma doença, entre em contato com ele pelo e-mail drimolaherbalmademedicine@gmail.com. ou / whatssapp - + 2347081986098.
    Esse testemunho serve como expressão de minha gratidão. ele também tem
    cura à base de plantas para, FEBRE, DOR CORPORAL, DIARRÉIA, ÚLCERA DA BOCA, FATIGUE DE CÂNCER DE BOCA, DORES MUSCULARES, LÚPUS, CÂNCER DE PELE, CÂNCER DE PÊNIS, CÂNCER DE MAMA, CÂNCER DE PÂNICO, DOENÇA RENAL, CANCRO VAGINAL, CANCER VAGINAL, CANCRO DOENÇA DE POLIO, DOENÇA DE PARKINSON, DOENÇA DE ALZHEIMER, DOENÇA DE BULÍMIA, DOENÇA INFLAMATÓRIA DE DOENÇAS FIBROSE CÍSTICA, ESQUIZOFRENIA, ÚLCERA CORNEAL, EPILEPSIA, ESPETO DE ÁLCOOL FETAL, LICENÇA, CANAL, LITROS, CANCELAMENTO, CANCELAS, COLD

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