sábado, 22 de agosto de 2015

COMO PLANTAR COQUEIRO

A nutrição equilibrada do coqueiro constitui-se em pré requisito de fundamental importância para que se obtenha uma produção adequada. A determinação da necessidade de adubação e/ou calagem do coqueiral, deverá ser realizada tomando-se como base a análise do solo e foliar.
Análise de solo - para áreas já implantadas, recomenda-se a coleta de amostras na projeção da copa das plantas, que corresponde a um raio de 2m a partir do estipe. Deve-se coletar 20 sub amostras, tomadas a uma profundidade de 0 a 20 e 20 a 40 cm, para uma área homogênea de 10ha aproximadamente. As amostras coletadas nas entrelinhas devem ser tomadas a uma profundidade de 0 a 20cm, e tem como objetivo avaliar a acidez do solo, para possível correção através da calagem.
Análise foliar – as folhas a serem amostradas devem estar localizadas no meio de copa dos coqueiros. De acordo com a idade e desenvolvimento das plantas, são normalmente coletadas as folhas de número 4, 9, e 14, contadas a partir da folha mais nova e que se encontra com folíolos diferenciados constituindo-se assim a folha número 1. Em coqueiros jovens a contagem é feita, a partir da folha número 1 até aquela que se quer amostrar. Em plantas adultas, deve-se localizar as folhas de cujas axilas encontram-se a inflorescência mais recente aberta (folha 10), a qual, está situada numa posição quase que oposta (1600) àquela que dá origem a uma inflorescência mais próxima da sua abertura (folha 9). O passo seguinte será a identificação da folha 14 que dá origem a um cacho com frutos médios do tamanho de um punho fechado, e que encontra-se localizada no meio da copa logo abaixo da folha 9, apresentando assim maior projeção sobre o solo. Para correta identificação, deve-se observar a posição das inflorescências e cachos, os quais se desenvolvem sempre de um mesmo lado da folha.
Identificada a folha a ser amostrada, devem ser coletados três folíolos de cada lado da sua parte central, amostrando-se apenas 10cm, posteriormente acondicionado em saco de papel.
As amostras devem ser coletadas a partir de áreas homogêneas com aproximadamente 10ha, tomando-se 25 plantas para compor uma amostra de coqueiros de origem genética desconhecida, 20 plantas para coqueiros híbridos e 15 planta para coqueiros anões. As amostras devem ser coletadas no início do período seco, entre 7 e 11h da manhã. Quando há ocorrência de precipitação superior a 20mm torna-se necessário aguardar 36h para nova coleta de folhas.
Após a coleta o material deve ser enviado para laboratório no mesmo dia. Quando não for possível deve-se manter as amostras em refrigerador com prazo máximo de 3 dias após a coleta. A amostra deverá conter nome do proprietário e da propriedade, posição da folha amostrada, idade da planta, data de coleta, localização da amostra no plantio.

Tabela 1 . Principais sintomas de deficiência mineral e correção do estado nutricional em coqueiros.
Nutrientes
Sintomas
Aparecimento dos sintomas
Correção
Nitrogênio
  • amarelecimento gradual nas folhas do coqueiro.
  • diminuição do número de flores femininas.
  • em estágio avançado, há um decréscimo do número e tamanho das folhas e estreitamento do estipe, causando o que se chama “ponta-de-lápis”.
* estes sintomas têm como causas a baixa pluviosidade, as condições de solo desfavoráveis à mineralização do N e a presença de ervas daninhas, na área do plantio.
*das folhas mais velhas para as mais novas.*adubação nitrogenada à base de uréia, sulfato de amônio e/ou adubação orgãnica, ou quando for o caso drenagem do solo e eliminação de gramíneas..
Fósforo
  • diminuição do crescimento da planta.
* folhas com coloração verde mais escura.
*adubação com superfosfato simples em solos com teor baixo de enxofre e com superfosfato triplo e rochas fosfatadas.
PotássioNa folha:
  • aparecimento de manchas cor de ferrugem nos dois lados do folíolo.
  • pequeno amarelecimento dos folíolos, sendo mais intenso na extremidade, as quais podem tornar-se escurecidas.
Na planta:
  • amarelecimento das folhas no meio da copa e posterior secamento das folhas mais velhas.
* as folhas mais novas permanecem verdes.
*das folhas mais velhas para as mais novas.*adubação com cloreto de potássio ou outra fonte deste elemento.
Cloro
  • inicialmente os folíolos ficam amarelados e com manchas alaranjadas, e a seguir, secam nas margens e nas extremidades.
* diminuição do tamanho dos frutos.
*folhas mais velhas.*adubação com cloreto de sódio, caso estas não estejam sendo adubadas com cloreto de potássio.
Cálcio
  • folíolos com manchas amarelas arredondadas, tornando-se marrom no centro.
*manchas uniformemente distribuídas nos folíolos.
  • a partir da folha no 4, essas manchas concentram-se nos folíolos da base da folha
* manchas marrons também podem aparecer na base da ráquis foliar.
*primeiro aparecem nas folhas no 1, 2 e 3, progredindo para as folhas mais velhas.
*aplicação de calagem e /ou gessagem para suprir a deficiência
Magnésio
  • nas partes extremas do folíolo e expostas ao sol, o amarelecimento é mais intenso, enquanto que próximo à ráquis da folha os folíolos permanecem verdes.
* em caso de deficiência severa, ocorre a morte do tecido nas extremidades dos folíolos, que ficam amarelo-escuros. Neste estádio, observa-se manchas que deixam passar a luz.
*folhas mais velhas* utilização da calagem ou utilizando-se adubos magnesianos
Enxofre
No coqueiro jovem
  • folhas amarelas e alaranjadas, podendo tornar-se escuras nas extremidades dos folíolos, com o agravamento da deficiência.
No coqueiro adulto
  • redução no número de folhas vivas, que amarelecem.
* tombamento das folhas mais velhas devido ao enfraquecimento da ráquis.
*folhas mais novasAdubação com fertilizantes à base de enxofre.
Boro
* folíolos apresentam-se juntos pela extremidade
* com a progressão da deficiência, os folíolos da base das ráquis diminuem de tamanho, podendo inclusive desaparecer
* nos casos mais graves, o ponto de crescimento deforma-se completamente, e paralisa o desenvolvimento da planta, podendo causar sua morte.
*folhas mais novas
* coqueiro jovem – aplicação de 30g de bórax na axila da folha no 4 da planta com sintomas.
* coqueiros adultos – aplicação no solo de 50 gramas de bórax por planta com sintomas
Cobre* a ráquis da folha torna-se flácida e em seguida enverga.
* quase simultaneamente, os folíolos começam a secar as extremidades, passando do verde ao amarelo e, por fim, ao marrom – aspecto queimado.
* quando a deficiência se agrava, a planta seca completamente e as novas folhas emitidas são pequenas e amarelas.
* a deficiência é mais comum em plantas com até dois anos de idade.
*folhas novas* em solos com baixo teor de cobre no solo, deve-se aplicar na cova de plantio 20 g de Sulfato de Cobre misturando-se bem à terra antes de preencher a cova.
* em plantas com idade entre um e dois anos aplicar 100g de sulfato de cobre por planta com sintomas.
Fonte: SOBRAL (1998).
Análise foliar
Os níveis críticos dos macronutrientes N, P, K, Ca e Mg nas folhas no s 1, 4, 9 e 14 dos coqueiros-gigante e híbridos são mostrados na Tabela 2. Para os micronutrientes, os níveis críticos na folha no 14 em mg kg-1 são os seguintes: Boro - 10; Mn - 100; Zn - 15; Cu - 5 e Fe - 40.
Tabela 2. Níveis críticos de N, P, K, Ca, Mg e S em posição da folha do coqueiro-gigante e coqueiro-híbrido.
Nutrientes
Posição da folha
4
9
14
Variedade
Gigante
Híbrido
Gigante
Híbrido
Gigante
Híbrido
-----------------------------g kg-1 MS -------------------------
N
22,0
22,0
22,0
22,0
18,0
22,0
P
1,3
1,4
1,3
1,3
1,2
1,2
K
17,5
20,0
11,5
17,0
8,0
14,0
Ca
3,4

4,4

5,0

Mg
2,2
2,4
2,4
2,3
2,4
2,0
S

1,7

1,5
1,5
1,5
Fonte: SOBRAL (1998).
Calagem
Na cultura do coqueiro, a calagem pode ser efetuada na área como um todo, localizada na projeção da copa e na cova de plantio. Caso o alumínio esteja acima de 5mmolc.dm-3 de solo, a calagem deve ser efetuada na área toda, no sentido de reduzir a toxidez. Vale salientar que em solos arenosos, a quantidade de calcário não deve ultrapassar 2 t ha-1. Na hipótese de alumínio, cálcio e magnésio baixos, a calagem deve ser efetuada na área do círculo, que tem como centro o estipe e como limite a projeção da copa. Nos dois métodos, a incorporação é importante, pois favorece as reações de dissolução do calcário.
O espaço de tempo entre a calagem e a adubação, deve ser de, no mínimo, 60 dias. A aplicação de calcário na cova de plantio é recomendada para evitar que a presença do Al+3 iniba o crescimento radicular.
 
Adubação
Em solos onde o teor de P no solo é menor que 10mg dm -3, é recomendável misturar com o volume de solo a ser utilizado para encher a cova de plantio, 800g de superfosfato simples.
A Tabela 3, contém doses de N, P2O5 e K2O para os coqueiros gigante e híbridos desde a implantação até a fase adulta, em condições de sequeiro a qual pode ser usada em solos com baixos teores de P de K.

Tabela 3. Doses de N, P2O5 e de K recomendadas para o coqueiro em diferentes fases, cultivado em solos com baixos teores de P e de K.
Idade
N
P2O5
K2O
Gigante
Híbridos
Gigante
Híbridos
Gigante
Híbridos
 ------------------------------------g planta-1 ano-1-------------------
0 a 1
500
6001
1603
1602
480
600
2
600
900
240
200
480
1000
3
720
1200
240
400
600
1400
4
800
1500
300
400
840
1800
5
1000

350

960

6
1200

400

1080

7
1350

400

1200

Fonte: SOBRAL (1998).
1 - A adubação com nitrogênio deverá ser iniciada 30 dias após o plantio.
2 - O superfosfato simples deverá ser utilizado como fonte de fósforo, o qual deverá ser misturado ao volume de terra que preencherá a cova de plantio.
Estas recomendações poderão ser transformadas em fórmulas, dividindo-se as quantidades recomendadas de nutrientes (N, P e K) pelo menor valor, para obtenção inicialmente da relação básica, e posteriormente da formulação comercial mais próxima. Considerando a última linha da tabela 4 tem-se 1350g N; 400g P2O5 e 1200gK2O por planta. Com estas relações, pode-se calcular uma fórmula comercial. Para facilitar fazemos a quantidade de N igual a de K2O. A quantidade remanescente de N seria aplicada na forma de uréia. Assim, teríamos em g planta–1: N-1200; P2O5 —400 e K2-1200. A proporção seria 3-1-3. Dividindo-se esta relação por 2, tem-se 1.5-1.1.5 que corresponde a uma fórmula 15-10-15. Para alcançar os níveis de N,P2O5 e K2O recomendados na última linha da tabela 4, seriam necessários 8kg de fórmula 15-10-15 e mais 330g de uréia.
Em plantios de sequeiro, os fertilizantes poderão ser aplicados em dose única no final do período chuvoso. Em locais planos, os fertilizantes devem ser aplicados e incorporados para evitar perdas de nitrogênio por volatilização, principalmente quando a fonte do nutriente for a uréia.
Em plantios irrigados e que disponham de injetor de fertilizantes, tanto o N quanto o K podem ser aplicados via fertirrigação. Na utilização desta técnica, é aconselhável verificar se as doses calculadas estão efetivamente chegando às plantas, pois diferenças de pressão e eventuais resíduos oriundos da incompleta dissolução dos fertilizantes, podem influenciar na distribuição correta das quantidades. Isto pode ser feito através da coleta de amostras de solução, nos emissores. As amostras deverão ser coletadas em recipientes previamente lavados com água desmineralizada e enviadas ao laboratório para análise. Nas tabelas 4 e 5, são apresentadas recomendações de N, P e K para o coqueiro anão irrigado.
Tabela 4 . Recomendações de N, P e K para o coqueiro anão irrigado, em formação, com base na análise foliar para N e de solo para P e K.
Ano
P resina, mg dm-3
K trocável, mmolc dm-3

N g planta-1
0 - 12
13 a 30
> 30
< 1,6
1,6 – 3,0
> 3,0
P2O5 , g planta-1
K2O , g planta-1
0 – 1

1 – 2
2 - 3
450
-

200
300
-

150
200
-

100
100
600

900
1200
400

700
900
200

500
600
N na folha 1, g kg-1
< 16
16 - 20
> 20
600
900
450
750
300
600
Fonte: SOBRAL (2002).

Tabela 5 . Recomendações de N, P e K para o coqueiro anão irrigado em produção, com base na análise foliar para N e de solo para P e K, considerando a produtividade esperada (205 plantas/ha).
Produtividade esperada, 1.000 frutos ha-1
N em folha, g kg-1
(Folha 14)
P resina, mg dm -3
K trocável, mmolc dm -3
<16
16-20
>20
0-12
13-30
>30
<1,6
1,6-3,0
>3,0

N, kg ha-1
P2 O5, kg ha-1
K2O, kg ha-1
<20
180
120
80
80
60
20
200
150
100
20 – 30
220
180
100
100
70
30
250
200
120
30 – 40
260
200
120
120
90
40
300
240
150
40 – 50
300
220
140
140
100
50
400
300
180
>50
360
250
160
160
120
60
500
350
200
Fonte: SOBRAL (2002).
Na tabela 6 são mostradas recomendações de adubação com os micronutrientes B, Zn, Mn e Cu, com base na análise de solo.
Tabela 6 . Recomendações de micronutrientes para o coqueiro, em produção com base na análise de solo.
Nutriente/Método de Análise
Teor no solo mg dm-3
Quantidade do fertilizante em g planta-1ano-1
B (Água quente)
0 a 0,2 > 0,2
Bórax – 50
-
Mn (DTPA)
0 a 1,2 > 1,2
Sulfato de Manganês - 200
Cu (DTPA)
0 a 0,2 > 0,2
Sulfato de Cobre – 100
Zn (DTPA)
0 a 0,5 > 0,5
Sulfato de Zinco – 200
Fonte: SOBRAL (2002).
A economicidade da adubação do coqueiro, pode ser inferida de maneira prática, considerando-se a quantidade de frutos necessários para cobrir os custos com os fertilizantes. A relação preço do coco/preço do fertilizante, tem forte influência na rentabilidade da fertilização, pois, quando a mesma é favorável, um menor número de frutos é necessário para cobrir os custos do fertilizante. Entretanto, quando o preço do coco está baixo, ou o preço dos fertilizantes está alto, a citada relação torna-se desfavorável ao produtor, e é necessário um maior número de frutos, para cobrir os custos da adubação, diminuindo a rentabilidade. O produtor deve sempre lembrar que os efeitos diretos do fertilizante no aumento de produção do coqueiro, somente ocorre dois anos após a adubação. Como consequência deste fato os financiamentos de custeios para cultura do coqueiro devem ter prazo mínimo de dois anos.As plantas em geral têm raízes grossas e finas. Estas últimas são as responsáveis pela absorção da água.
Há três situações que mais ocorrem e que são prejudiciais às plantas e principalmente à ráfia, quais sejam: 1) quando se aduba em excesso; 2) quando o solo fica encharcado por muito tempo; e 3) quando falta água. Nessas situações, as raízes finas são as primeiras a ficarem prejudicadas. Em consequência, as pontas ficam queimadas e não voltam ao normal. Apenas as folhas novas é que poderiam manter o aspecto saudável, desde que tomados os cuidados necessários daí para frente.
Na maioria dos casos que tenho acompanhado, a causa é quase sempre o excesso de água e falta de ventilação. Mata-se muito mais plantas por excesso de água do que pela falta, considerando que o excesso também propicia condições para o aparecimento de outras doenças.
A ráfia não precisa de muita água e não tolera o solo encharcado por muito tempo. Procure regar somente quando o solo estiver ligeiramente seco. Caso esteja em local interno, as regas ficam mais espaçadas ainda. Eu tenho um vaso no escritório que recebe água apenas uma vez a cada 15 dias e no inverno uma vez por mês. Quando for adubá-la, use uma quantidade menor da indicada pelo fabricante e regue bastante, mas evite adubá-la no inverno, período em que a absorção dos nutrientes fica muito abaixo do normal.
Essa planta perde pouca água pelas folhas e tem o crescimento lento, o que explica sua pouca necessidade de água. As plantas que perdem mais água geralmente são aquelas em que as folhas são mais opacas (sem brilho) e mais tenras. Isso tudo não são regras, mas servem para nos orientar um pouco.Nos últimos anos, o cultivo do coqueiro anão vem se expandindo largamente no Brasil. Hoje, a sua presença não se limita apenas às regiões litorâneas, locais caracterizados por solos arenosos, mas pode-se encontrá-lo, com produtividade satisfatória, na maioria dos estados.

No que se refere ao mercado para esse produto, pode-se dizer que é bastante receptível, pois a grande maioria da população brasileira, de todas as classes sociais, introduziu em seus hábitos e costumes o consumo de coco “in natura”. Haja vista que, mesmo com o aumento das áreas cultivadas e a utilização de novas tecnologias, a produção nacional de coco, ainda, não atende suficientemente à demanda de mercado, que a cada dia é maior.

coqueiro anão é uma planta de características rústicas, cuja produtividade é simples de ser conduzida e apresenta elevados níveis de produção, principalmente, quando há introdução de inovações tecnológicas. A irrigação associada ao controle eficiente de pragas e doenças, junto à boa adubação, duplicam a produção anual.

Entre essas técnicas de manejo, a adubação é exigida tanto no cultivo irrigado, como no de sequeiro, dessa espécie. Essa exigência se faz necessária pelo fato de tratar-se de uma planta de alta produtividade e, portanto, a sua absorção dos nutrientes do solo é proporcional. Assim, essa técnica  é primordial para se alcançar uma alta produção, com qualidades desejáveis. Quando se trata de coqueiro irrigado, a importância da adubação se iguala à irrigação e, nos cultivos de sequeiro, a adubação representa a etapa mais importante, para se elevar a produção.

aplicação de fertilizantes no solo tem como objetivo principal manter ou aumentar a quantidade de nutrientes do mesmo, de forma a atender às exigências das plantas. Com ela, espera-se conseguir melhor produtividade e produtos de melhor qualidade, de forma que os benefícios ou lucros, superem os custos financeiros e ambientais. Mas essa expectativa pode ser frustrada com a utilização inadequada dos adubos. O desequilíbrio de nutrientes no solo, seja por carência ou por excesso, pode levar à redução da produtividade esperada.
http://cptstatic.s3.amazonaws.com/imagens/enviadas/materias/materia2162/m-coqueiro-anao-adubacao.jpg
A aplicação do nutriente correto no momento e na dose adequada, representa uma das principais técnicas para a obtenção de boa produtividade.
Com o objetivo de disseminar conhecimentos a cerca da adubação, em busca de melhor produtividade, o CPT - Centro de Produções Técnicas elaborou o curso “Adubação do Coqueiro Anão”, no qual você estará recebendo informações do Dr. Luiz Ângelo Mirisola Filho, especialista em cultura do coqueiro, Mestre pela Universidade Estadual do Norte Fluminense e Doutor pela Universidade Federal de Viçosa.

Entre os assuntos abordados no curso estão as principais características dos solos; características e importância dos nutrientes; amostragens; tipos de adubação do coqueiro anão; adubação convencional de cobertura; fertirrigação.

Após fazer o curso e ser aprovado na avaliação, o aluno recebe um certificado de conclusão emitido pela UOV – Universidade On-line de Viçosa, filiada mantenedora da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância.

produção de coco anão para consumo in natura é uma atividade bastante lucrativa que vem se expandindo muito no Brasil. Entretanto, para se conseguir níveis satisfatórios de produtividade, é muito importante adotar técnicas de cultivo adequadas. A adubação eficiente, que consiste na aplicação do nutriente correto no momento certo e na dose adequada, representa uma das principais técnicas responsáveis pela obtenção de boas produtividades.



Leia mais: http://www.cpt.com.br/cursos-cultivodecoco-agricultura/artigos/adubacao-essencial-aumento-produtividade-coqueiro-anao#ixzz3jWsRikPP

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