segunda-feira, 7 de setembro de 2015

LAN DE OVELHA

 é derivada do pêlo da ovelha que, depois de tosquiado, é processado industrialmente para usos têxteislimpeza e coloração.
O tecido feito de pele que serve como isolante térmico, não esquenta tanto sob o sol (mantém a temperatura do corpo em média 5 a 8 graus mais baixa em comparação comtecidos sintéticos expostos ao sol),como luvasgorros e cachecóis.

Alguns tipos de lã[editar | editar código-fonte]

Há pelo menos 1400 raças adaptadas às condições mais adversas do mundo. As mais conhecidas são:
Merino
É uma das raças mais antigas de ovinos, sendo que produz a lã mais fina e valiosa. O comprimento da mecha varia de cinco a dez centímetros.

Ovelhas Corriedale
Polwarth ou Ideal
Este tipo de ovino foi obtido através do cruzamentos de carneiros de raça inglesa Lincoln (de lã grossa) com ovelhas Merino (de lã fina e com limitado comprimento).
Corriedale
Ovinos criados na Nova Zelândia, por cruzamento da raça Merino de lã fina com a raça Lincoln. Sua lã é denominada “Cruza Fina” polilo que corresponde à classificação de Prima B e Cruza 1 para fêmeas e Cruzas 1 e 2 para machos.

Ligações exteriores[editar | editar código-fonte]

  • SOCIEDADE PORTUGUESA DE OVINOTECNICA E CAPRINOTECNIA, Raças PortuguesasCom a chegada do frio, é inevitável que as pessoas passem a se agasalhar melhor para se proteger das baixas temperaturas. Cobrir o corpo com roupas de peles de animais, ou com outros tipos de tecidos, é uma prática que vem de tempos bem remotos. Na pré-história, por exemplo, as roupas que em geral serviam para aquecer o corpo eram feitas justamente da pelagem de alguns animais. No entanto, nos dias atuais, usar um casaco de pele animal é certamente uma prática bem polêmica. Isso porque ambientalistas consideram essa atitude altamente reprovável, já que para se conseguir a pele para a fabricação de casacos, muitos bichos acabam sendo sacrificados.
    Além de se agasalhar com roupas mais pesadas, um bom edredom, cobertor ou acolchoado também são indispensáveis em noites frias. Hoje em dia, com o material utilizado na fabricação destes produtos, seja algodão, fibras sintéticas ou mesmo lã, é possível garantir que o corpo permaneça bem aquecido durante o sono, por exemplo.
    A preferência pelo tipo de material usado na confecção desses adereços vai variar conforme o gosto e a condição financeira de cada um. Mas, antigamente, no tempo de nossos avós, era comum na região extremo oeste catarinense que muitas famílias tivessem em casa o famoso “acolchoado de ovelha”, que era feito a partir da lã do animal e tinha como uma das características ser bem pesado, mas que garantia noites quentes no inverno. Com o passar dos anos, esse tipo de acolchoado foi sendo substituído por outros confeccionados por distintos materiais.

    ARTESÃS
    Mas ainda há os que não abrem mão de se cobrir com aquele acolchoado do tempo dos avós feito com a lã de ovelha. Em Belmonte, há sete anos um grupo de mulheres artesãs, apoiadas por um projeto social e também pela prefeitura municipal, iniciaram trabalhos de confecção de acolchoados usando como matéria-prima a lã de ovelha. No início, eram mais de 20 integrantes, mas “muitas acabaram desistindo, porque achavam o rendimento baixo, ou porque arrumavam outros serviços com salário melhor”, diz uma das três integrantes do grupo, Romilda Maciel dos Santos.
    Atualmente, as artesãs também fazem outros tipos de artesanatos, como almofadas, bordados, chinelos, tapetes e toalhas. “Mas a gente começou com os acolchoados de lã de ovelhas. No início, a gente ganhava a lã de produtores, hoje negociamos com eles”, comenta outra integrante, Salete Leão de Souza.
    Com um espaço cedido pela prefeitura, que também banca as despesas com água e luz, a terceira integrante do grupo, Maria Luiza de Cristo Boni, destaca que para iniciar os trabalhos todas as que fazem parte do ateliê passaram por cursos e especializações. 
    CONFECÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO
    Para realizar a confecção do acolchoado, as artesãs destacam que primeiramente é necessário lavar bem a lã. “A gente tira toda a sujeira com sabão, água quente e álcool, depois usa bastante amaciante e centrifuga”, explica Romilda. Em seguida, esperam que o material fique bem seco para que então possa ser utilizada a cardadeira, que serve para desfiar a lã até que fique pronta para a produção dos acolchoados. De acordo com Salete, o tempo médio de preparo de um acolchoado, tirando o período de lavação e secagem da lã, pode demorar até um dia e meio. 
    Quanto à comercialização, as artesãs ressalvam que o acolchoado, assim como os demais produtos, são vendidos localmente e também em feiras realizadas em diversos lugares do Estado e também do país. “Nosso preço hoje é bem em conta, um acolchoado de dois por dois e vinte de comprimento, sai por R$ 140,00. A gente também faz reformas por preços que variam conforme o trabalho”, revela Romilda.
    OBJETIVOS E LIÇÕES
    Mesmo com alguns altos e baixos, as três mulheres artesãs belmontenses não escondem a satisfação pelo que fazem. O espaço de trabalho delas, que se chama “Ateliê da Mulher”, é o lugar onde elas passam a tarde costurando e conversando sobre os negócios e as experiências de vida. “Gostamos muito desse trabalho, pois com ele a gente garante uma renda extra que ajuda um pouco a família. Mas esse trabalho serve também para que a gente ocupe a cabeça”, conta Romilda, uma das primeiras a fazer parte do projeto. Ela lembra que quando iniciou os trabalhos e cursos estava com depressão devido à morte de seu irmão. “Estava muito triste com o que havia acontecido, depressão mesmo. Não tinha vontade de fazer nada. Mas esse serviço acabou sendo uma terapia na minha vida, hoje estou melhor, não sofro mais disso, porque arrumei uma boa ocupação para a cabeça. Só temos a agradecer a todos que nos apoiaram com isso”, diz.
    Um dos principais sonhos das três artesãs seria transformar o ateliê em uma cooperativa. Aliás, elas contam que um dos objetivos, quando o projeto foi criado, era exatamente esse. “Tornar isso uma cooperativa era nosso desejo, mas infelizmente hoje não temos o número ideal de pessoas para fazer isso”, lamenta Romilda. Com a desistência de muitas mulheres que começaram no projeto, o ideal da cooperativa acabou ficando em segundo plano. Mas ainda é algo que elas almejam conquistar.
    “Uma cooperativa facilitaria muito, já que assim teríamos o CNPJ e poderíamos comercializar para lojas. Muitas vezes vamos a feiras, e empresas pedem encomendas, mas fica complicado pela falta de CNPJ”, comenta Maria. Mesmo com esses obstáculos, elas garantem que não dá para reclamar e pretendem seguir com o ateliê até não poderem mais. “Aqui, uma aprende com a outra e se ficarmos paradas é bem pior; temos um apoio importante, por isso temos motivos para continuar nosso trabalho”, finalizam.

    TOSQUIA
    Início do calor é o período ideal para iniciar a tosquia
    A tosquia é a época própria para cortar o pelo ou a lã de animais como os ovinos. Conforme o coordenador de pecuária da Epagri na região de Joaçaba, Vilson Koroll, que também é credenciado pela ARCO (Associação Brasileira de Criadores de Ovinos) na questão de melhoramento genético de ovinos, a tosquia é uma prática necessária. “Normalmente, segundo legislação mundial de produção da lã, o ideal é fazer esse procedimento com um intervalo de 12 meses”, explica.
    No extremo oeste, conforme Koroll, o período ideal da tosquia inicia em setembro, quando o calor começa a dar indícios. “A tosquia é uma atividade que exige certos cuidados; o ideal é uma pessoa treinada realizar o procedimento, já que a tesoura pode causar lesões no animal”.
    Com a lã retirada, os produtores podem vendê-la e obterem certos lucros. “O mercado deu uma reagida de preço, mas foi bem melhor no passado. O valor varia muito”, ressalta Koroll, que acrescenta: “No mundo moderno dos sintéticos, os produtos naturais, que têm maior durabilidade, perderam bastante espaço, infelizmente. A lã é um material excelente, pois é térmica e pode ser usada no verão. Quem usa esses acolchoados de lã de ovelha no inverno sabe que esquenta muito, tem gente que chega até a suar”.O Desespero Humano (Sygdommen til Døden em dinamarquês, literalmente "A Doença até à Morte") é um livro escrito pelo filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard em 1849 sob o pseudônimo Anti-Climacus. Trata o conceito de desespero de Kierkegaard, equiparado ao conceito cristão de pecado. Muitos dos termos utilizados nesta obra mostram um conexão inegável com os conceitos utilizados mais tarde por Freud.
    Kierkegaard, o autor do livro

    Resenha[editar | editar código-fonte]

    A obra é dívidida em cinco livros, cada um dividido em diferente número de capítulos, e cada capítulo, por sua vez, dividido em diferente número de aforemas, que, em muitas ocorrências, ainda são subdivididos em "a" e "b". Sören Kierkegaard, em sua obra mais importante, O Desespero Humano, trata da questão do desespero como o único mal para o qual não há cura. A morte, encarada pelo senso comum, como o pior dos males, segundo ele, não é um mal menor do que o desespero, pois a própria morte já foi vencida por Jesus ao ressuscitar Lázaro ou quando ele próprio ressuscitou. Porque o desespero é algo assim tão terrível? É o que Kierkegaard tenta demonstrar na sua obra.
    Para ele, somos indivíduos únicos, filhos de nossa época e que vivemos apenas uma vez. A importância do indivíduo em si é muito maior do que o Universo como um todo. Kierkegaard se contrapõe ao panlogismo hegeliano dando muito mais valor à minuciosa observação dos mínimos detalhes do que ao “todo”.
    Assim, ele é considerado o pai do existencialismo, pois, segundo ele, mais importante do que a busca por uma verdade única que explique todo o universo, é a busca de verdades que sirvam para cada pessoa individualmente e se adaptem às escolhas que cada um fez para sua vida e a forma como essas pessoas montaram o seu "eu". Consequentemente, a pedra fundamental de sua obra era a existência de cada um. Somente quando realizamos uma escolha estamos realizando a nossa existência.Kierkegaard tinha plena consciência de que viveríamos apenas por determinado tempo e apenas desta vez, por tanto não dá para perdermos tempo com questões que não influenciem em nossa existência, mas sim, agir.
    No prefácio do livro, Kierkegaard, escreve: “(...) quero acentuar por uma vez qual a acepção que tem a palavra desespero em todas as páginas que se seguem. Conforme o título indica, ele é doença e não o remédio. É essa a sua dialética.” Ou seja, para ele, não há mal pior para o homem do que o desespero. O desespero é um mal maior do que a morte. Como Kierkegaard já havia escrito, Lázaro ressuscitou. Mas não é pela ressurreição de Lázaro que a morte não é uma doença mortal, e, sim, por Jesus existir:“Não, não é por causa da ressurreição de Lázaro que essa doença não é mortal, mas por Ele existir, por Ele. Porque na linguagem humana a morte é o fim de tudo, e, como se costuma dizer, enquanto há vida háesperança. No entanto para o cristão, a morte de modo algum é o fim de tudo, e nem sequer um simples episódio perdido na realidade única que é a vida eterna. A morte implica para nós mais esperança do que a vida comporta, até mesmo quando a saúde e a força transbordam”. A morte vista pelo senso comum como o pior dos males não é nada para os verdadeiros cristãos. Nem os demais sofrimentos são nada, tais como desgostos, doenças, misérias, aflição, adversidades, torturas do corpo ou da alma, mágoas e luto. “Nada é doença mortal aos olhos do cristão”.
    Porém, logo após, Kierkegaard escreve: “Em compensação, o cristianismo descobriu uma miséria cuja existência o homem, como homem, ignora: a doença mortal é essa miséria”. Mas o que é essa doença mortal? O título do primeiro capítulo é esclarecedor: DOENÇA MORTAL É O DESESPERO.
    No preâmbulo, o nosso filósofo ainda faz uma distinção de suma importância acerca das diferenças entre o cristão o homem natural: “Pode-se enumerar à vontade tudo o que é horrível ao homem natural – e tudo esgotar, o cristão ri-se da soma. A diferença entre o homem natural e o cristão é semelhante à da criança e do adulto. Nada é para o adulto o que faz tremer a criança. A criança ignora o que seja o horrível. O homem sabe e treme. A deficiência da infância está, primeiramente, em não conhecer o horrível, e em seguida, devido à sua ignorância em tremer pelo que não é para fazer tremer. Igualmente o homem natural. Ele ignora onde verdadeiramente jaz o horror, o que, todavia não o livra de tremer. No entanto, é do que não é horrível que ele treme (...)”. Kierkegaard não era nem um pouco relativista em relação à religião, como podemos notar pelo parágrafo acima. Ele compara alguém que não é cristão a uma criança e o cristão a um homem adulto. Não há salvação fora do cristianismo, segundo Kierkegaard, embora não podemos acusá-lo de anacronismo, ele é um filósofo posterior aos iluministas e, portanto, poderia ter uma visão mais relativista. Embora ser cristão é, para Kierkegaard, condição imprescindível para superar a morte, também acarreta outro contratempo. “O único que conhece a doença mortal é o cristão. Porque o cristianismo lhe dá uma coragem ignorada pelo homem natural – coragem recebida com o receio dum maior grau de horrível. Verdade é que a coragem de todos é dada e que o receio dum maior perigo nos dá forças para afrontar um menor. E, finalmente, que o infinito temor dum único perigo torna inexistentes todos os outros. Não obstante, a lição horrível do cristão está em ter aprendido a conhecer a doença mortal”. Conhecendo a “doença mortal”, o cristão pode distinguir entre as duas formas de desespero, “daí provem que haja duas formas de verdadeiro desespero. Se o nosso eu tivesse sido estabelecido por nós mesmos, querermo-nos desembaraçar do nosso eu, e não poderia existir esta outra: a vontade desesperada de sermos nós mesmos”. É possível constatar, após a leitura desse trecho, que Kierkegaard acreditava que nosso eu fora estabelecido por Deus, que criou a nossa maneira de ser, por isso que não seria possível querermos ser nós mesmos se fôssemos nós próprios que tivéssemos nos criado, por que essa relação já teria ocorrido logo quando inventássemos nossa essência. Para Kierkegaard a única forma de superarmos o desespero é entrar em contato com quem criou a nossa essência, o que só poderia ser possível para o cristão, que é o único tipo de homem que conhece o verdadeiro Criador. “Essa é fórmula que descreve o estado do eu, quando deste se extirpa completamente o desespero: Orientando-se para si mesmo, querendo ser ele mesmo, o eu mergulha, através da sua própria transparência até o poder que o criou.”
    Kierkegaard foi um dos pensadores mais influentes do séc. XIX e um dos precursores da filosofia existencialista, além de um neo-ortodoxo da teologia protestante. Na maioria das vezes a obra de Kierkegaard é mal compreendida. O tema central da filosofia kierkegaardiana é a questão da liberdade humana e o seu entendimento a respeito da natureza do ser humano e da sua autodeterminação. É errônea a idéia de interpretar Kierkegaard apenas do ponto de vista de que seus escritos somente refletem a sua melancolia, pois esse filósofo é muito mais do que um escritor melancólico. Kierkegaard analisa a liberdade humana a partir da angústia e do desespero que fazem parte da vida do homem cristão. É a partir daí que ele pode realizar suas escolhas. O desespero e angústia, nas obras de Kierkegaard, tem uma estrutura complexa e estão estreitamente ligados um ao outro, porém essa ligação pode ser um tanto difícil, já que a sua obra é densa e sujeita a problemas de interpretação e significado. Tanto a angústia quanto o desespero são, para Kierkegaard, uma síntese entre o finito e o infinito, entre o temporal e o eterno. É impossível tratar da análise do conceito kierkegaardiano do desespero sem adentrar, também, no conceito de angústia do mesmo autor, pois ambos estão intrinsecamente relacionados. As suas duas principais obras, sobre o desespero e sobre a angústia, estão assinadas como pseudônimos, mas ambas são tão semelhantes que, ao contrário de várias outras obras suas, não parece ter sido intenção de Kierkegaard desenvolver heterônimos. Esses dois “sentimentos” são dois “estados de humores” que se baseiam na estrutura ontológica do ser humano. Para entender a liberdade e autodeterminação humana, Kierkegaard, ao contrário de muitos outros filósofos examina, não a racionalidade, e, sim, sentimentos e a própria individualidade. Kierkegaard pode ser encarado, por muitos autores, como o primeiro pós-modernista, embora tal idéia é um tanto anacrônica.
    A origem do desespero kierkegaardiano está na imaginação, assim como a possibilidade de superar esse desespero através da reunião com Deus. Para Kierkegaard, o homem é feito de um duplo movimento, um em direção ao finito, caracterizado pela morte, e outro em direção ao infinito, que é a vida eterna almejada pelo cristão, único ser que pode superar a morte. Quando apenas um desses movimentos se realiza, entramos em desespero. O desespero consiste em o homem criar uma “falsa relação” consigo mesmo, desarmoniando-se de Deus. Para Kierkegaard, entre o homem e Deus há uma diferença abissal e o homem apenas pode relacionar-se com Deus através dessa diferença absoluta. O desespero inicia quando o homem se distancia de Deus, criando uma realidade imaginária, “perdendo-se no infinito”, “levando umaexistência imaginária”. Quando isso ocorre, torna-se impossível ao homem relacionar-se com Deus e ele entra em desespero.
    Numa época de indiferença religiosa, quando o homem não se volta mais para dentro de si, quando o homem é escravo de sua imaginação, e, conseqüentemente do desespero, a perda do eu, que, para Kierkegaard, é o pior dos castigos pode passar despercebido pela maioria das pessoas, e, a única forma de não perder o “eu”, deixando de existir, é livrar-se do desespero e reconciliar-se com a fonte desse “eu”, que é Deus.
    É no contexto da crise da religião que a obra kiekergaardiana se insere. O homem do séc. XIX vê as verdades incontestáveis da religião sendo criticadas e discriminadas, e isso o deixa em crise com o mundo e com a sua própria existência. A sua vida perde totalmente o sentido e ele necessita urgentemente de uma nova orientação que lhe dê sentido. Para Kierkegaard, não devemos ficar perdendo tempo com a tentativa de provar a religião através da razão. Ou Deus existe ou tudo está perdido, portanto, é necessário apegar-se com todas as forças à , que é, segundo o filósofo, a única forma de não submergir nas águas dodesespero.

    Bibliografia[editar | editar código-fonte]

    1. Madjarof & Duarte, Rosana, Carlos; Mundo dos Filósofos, Kierkegaard
    2. Kierkegaard, Sören; O Desespero Humano; Martin Claret; São Paulo, 2001.
    3. Gaarder, Jostein; O Mundo de Sofia; Companhia das Letras, São Paulo, 1996.
    4. Beabout, Gregory R.; Freedom & Its Misuses: Kierkegaard on Anxiety & Despair; pp. 05-36; Marguette University Press; 2001.
    5. Sampaio, Sílvia Saviano; Kierkegaard: A Ambigüidade da Imaginação, pp. 87-96. Scielo. 2003.

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