sábado, 9 de janeiro de 2016

INTESTINO

O intestino faz parte do sistema digestório e é através dele que ocorrem as absorções dos nutrientes e da água.

Conhecendo o intestino 

Ele está divido em duas partes: delgado e grosso. No primeiro é onde ocorre a absorção da grande maioria dos nutrientes. No segundo, ocorre a absorção da maior parte da água utilizada durante o processo de digestão.

A absorção da água pelo intestino grosso é a responsável pela consistência firme das fezes. A falta desta consistência é conhecida como diarréia, e, esta, pode ocorrer por fatores como viroses, desarranjos na digestão, etc. 

Nestes casos, é importante que o indivíduo se mantenha bem hidratado, ingerindo bastante água e procure orientação médica.

O intestino delgado apresenta as seguintes camadas: mucosa, submucosa, muscular e serosa. A primeira camada (mucosa) apresenta musculatura do tipo lisa e nela ocorre a secreção de enzimas e sucos.

Esta camada muscular lisa da mucosa é dividida em duodeno, jejuno e íleo. O duodeno é sua primeira porção, ela vai do piloro ao jejuno. É nesta região que é trabalhado o bolo alimentar pela ação do suco entérico.

No jejuno e no íleo que ocorre a absorção dos nutrientes, que passam para a corrente sanguínea e fígado para serem distribuídos para todo o organismo. 

Dica:

Uma alimentação rica em fibras faz o intestino funcionar bem.

Você sabia?

A Gastroenterologia é a especialidade médica que estuda e trata dos problemas relacionados ao sistema digestório, entre eles o intestino.Na anatomia humana, o intestino é o segmento do canal alimentar que se estende a partir do esfíncter do piloro do estômago ao ânus e, em seres humanos e outros mamíferos, constituída por dois segmentos, o intestino delgado e o intestino grosso. Nos seres humanos, o intestino delgado é subdividido em duodeno, jejuno e íleo, enquanto o intestino grosso é subdividido em ceco e cólon.[1]

Intestino dos Primatas[editar | editar código-fonte]

No homem e nos restantes primatas, o intestino é dividido em delgado e grosso.[2] O delgado é responsável pela absorção da maioria dos nutrientes e o intestino grosso pela absorção da maior parte da água, dando consistência firme às fezes.

Intestino delgado[editar | editar código-fonte]

intestino delgado é um tubo cilíndrico de aproximadamente 4cm de diâmetro na porção proximal, estreitando-se até 2,5cm de diâmetro na porção distal.
Estende-se do piloro gastroduodenal ao óstio ileal. Possui quatro camadas: mucosa, submucosa, muscular e serosa, da mais interna para o mais externa. Na camada mucosa são secretadas as enzimas e sucos e a camada muscular é do tipo lisa.
Divide-se em três porções:
As funções do intestino delgado incluem: completar a digestãoabsorção e secreção.
O duodeno é a primeira porção, proximal, do intestino delgado, que se estende do piloro (gastroduodenal) ao jejuno. Nessa parte realiza-se a digestão do quimo (transformação do bolo alimentar no estômago) pela acção do suco entérico que contém enzimas, como a enteroquinasehormónios como a secretina, estimulando a secreção de suco pancreático e bile. Estas substâncias vão processar quimicamente as proteínaslipídeoscarboidratosvitaminas e todas as substâncias ingeridas e necessárias aometabolismo energético. Pela ação do suco entérico e dos movimentos peristálticos, o quimo é transformado em quilo.
jejuno e o íleo constituem a porção mesentérica e móvel do intestino delgado. Começa ao nível da flexura duodeno-jejunal e termina ao nível da fossa ilíaca direita, onde se estabelece a continuidade com o intestino grosso.
absorção dos nutrientes ocorre nesta região. Os nutrientes são absorvidos pelo sangue e passam para o fígado para serem distribuídos a todo organismo. Os produtos da digestão de gorduras não passam pelo fígado, sendo jogados diretamente na corrente sanguínea.

Intestino grosso[editar | editar código-fonte]

intestino grosso é dividido em

Referências

  1. Ir para cima Maton, Anthea; Jean Hopkins, Charles William McLaughlin, Susan Johnson, Maryanna Quon Warner, David LaHart, Jill D. Wright. Human Biology and Health (em inglês). Englewood Cliffs, Nova Jérsei: Prentice Hall, 1969. ISBN 0-13-981176-1
  2. Ir para cima Asimov, Isaac. O corpo humano: sua estrutura e funcionamento (em português). 1 ed. São Paulo: Hemus, 2002. ISBN 8528902846
A necessidade de realizar uma digestão eficiente e completa dos alimentos ingeridos, conforme aumenta a complexidade estrutural e anatômica dos animais, determina a aparição, ao longo de sua história evolutiva, de órgãos especializados na absorção das partículas nutritivas digeridas no estômago.
Intestino é a porção do aparelho digestivo compreendida entre o estômago e o ânus ou orifício de saída para o exterior dos resíduos não assimilados, procedentes da digestão dos alimentos.

Características evolutivas. A principal função intestinal é a absorção das substâncias nutritivas resultantes da digestão de grandes moléculas orgânicas ingeridas pelo animal, complementada pela degradação de alguns nutrientes. No intestino se absorvem também grandes quantidades de água -- que de outro modo se perderia junto com os resíduos -- e se formam as fezes.
Ao longo da evolução animal, o intestino se converteu progressivamente num órgão grande e complexo, com elevada capacidade digestiva e de absorção. Para isso, suas paredes passaram por um processo de expansão e dobramento, até constituir as pregas intestinais, que têm a finalidade de aumentar a superfície de absorção. Além disso, como ocorreu com outros aparelhos e sistemas, suas partes se diferenciaram. Nos animais superiores, o intestino apresenta duas porções nitidamente definidas: o intestino delgado, perto do estômago, e, em seguida, o intestino grosso. Cada um deles se subdivide em partes diferenciadas estrutural e morfologicamente.

Intestino dos invertebrados. Nos invertebrados, o intestino aparece já em alguns grupos de platelmintos (vermes achatados), como as planárias, os turbelários marinhos e os trematódeos, enquanto que em outros, como as tênias, não existe, devido à adaptação desses seres à vida parasitária.
A anatomia e estrutura do intestino nos diferentes tipos de invertebrados é, em termos gerais, muito similar, com variações no que diz respeito aos tecidos orgânicos e ao rendimento fisiológico. Em muitos, a cavidade intestinal forma um número variado de divertículos ou prolongamentos sem saída, nos quais se armazena o alimento. As minhocas, pertencentes ao filo dos anelídeos, apresentam uma dobra nas paredes intestinais, o chamado tiflosol, que multiplica a eficácia absorvente do órgão. Nos artrópodes (crustáceos, aracnídeos, insetos etc.), o intestino ocupa a terceira porção do aparelho digestivo, denominada proctódio.
Anatomia comparada do intestino dos vertebrados. Com exceções como as lampreias (ciclostomados) e alguns anfíbios, na maioria dos vertebrados o intestino se divide em uma porção anterior, delgada, e outra final, grossa. A primeira desempenha um papel digestivo e absorvente, enquanto que na segunda se formam as fezes. Nos peixes de esqueleto cartilaginoso, entre os quais se incluem os tubarões, o intestino delgado possui a chamada válvula espiral, prega longitudinal que aumenta a superfície de absorção. São comuns também entre os vertebrados os cecos pilóricos, prolongamentos situados perto do extremo posterior do estômago.
Entre os anfíbios se observam pregas muito finas nas paredes intestinais, as vilosidades, ausentes em certas espécies de rãs. O número de dobras do intestino delgado é variável e o intestino grosso, que geralmente é curto, desemboca numa cloaca. Nos répteis, ao redor do ponto em que se unem as duas partes do intestino, desenvolve-se o chamado ceco cólico, com função de armazenamento. Tal estrutura alcança maior complexidade e perfeição nas aves. Assim, por exemplo, o ceco da avestruz é de tamanho considerável e contém uma prega espiral interna.
Os mamíferos herbívoros têm intestino muito grande, devido ao tipo de dieta desses animais, que requer processos de absorção mais lentos e eficientes para extrair a maior parte do conteúdo assimilável dos vegetais. No caso dos bovinos, o intestino mede cerca de cinqüenta metros. As paredes intestinais são muito ricas em glândulas, algumas das quais secretam enzimas e hormônios.
Intestino humano: anatomia, estrutura e fisiologia. No ser humano, o intestino delgado se compõe de três partes: o duodeno, próximo ao estômago, com cerca de trinta centímetros de comprimento e relacionado ao pâncreas; o jejuno e o íleo. A separação das três seções é imprecisa e seu conjunto mede cerca de seis metros de comprimento.
A parede do intestino delgado compõe-se de várias camadas: a da mucosa epitelial, dotada de uma série de glândulas, como as de Lieberkühn e outras secretoras de muco; a da submucosa, com capilares sangüíneos e vasos linfáticos; a de músculos longitudinais; e a de musculatura circular. Entre elas se estende uma rede de células nervosas, integradas nos plexos de Meissner e Auerbach, e uma membrana serosa, o peritônio. Ao longo das paredes existem saliências digitais diminutas e muito abundantes, que aumentam consideravelmente a superfície de absorção: são as vilosidades intestinais.

O intestino delgado produz diversas secreções. O abundante muco protege a mucosa de irritações e de desgaste mecânico, enquanto que as enzimas digestivas decompõem os alimentos não desagregados ou insuficientemente digeridos pela saliva e pelo estômago. Em conjunto, essas enzimas -- peptidases (degradam proteínas), lipases (desagregam gorduras), lactases (fazem o mesmo com a lactose, um tipo de açúcar) e outras -- constituem o suco intestinal. Este, junto com as secreções procedentes do pâncreas (suco pancreático) e do fígado (bile), que se derramam no duodeno, transforma o quimo, pasta proveniente da digestão do estômago, em quilo, que sofrerá uma posterior absorção no jejuno e no íleo.
Para que os alimentos se misturem de forma adequada, no intestino delgado se produzem diversos movimentos em forma de contrações e ondas peristálticas.
O intestino grosso se divide também em três áreas: ceco, cólon e reto, que medem, em conjunto, cerca de 170cm de comprimento. No ceco, que se localiza perto da extremidade posterior do intestino delgado, encontra-se o apêndice vermiforme, tubo estreito de aproximadamente 7,5cm de comprimento, cuja inflamação dá lugar a uma afecção de incidência relativamente elevada denominada apendicite. O ceco é uma bolsa de cerca de seis metros, ligada ao íleo pela válvula ileocecal. Aderido a seu extremo encontra-se o apêndice vermiforme. O cólon, conforme as partes em que se subdivide, denomina-se ascendente, transverso, descendente e sigmóide. O reto mede cerca de 12cm e se estende do cólon sigmóide ao ânus. O canal anal é o conduto onde termina o intestino grosso e mede de 2,5 a 3,8cm. Seu orifício externo, o ânus, é protegido por um esfíncter interno e um esfíncter externo, que se mantêm contraídos, exceto durante a defecação.
A mucosa do intestino grosso contém glândulas intestinais e folículos muito semelhantes aos do intestino delgado. A estrutura do reto difere das outras porções do intestino grosso pelo fato de sua mucosa ser disposta em cinco a dez pregas verticais chamadas colunas retais. A função do intestino grosso é concluir a digestão e a absorção dos alimentos e eliminar os resíduos pelas fezes.
No intestino grosso não se realiza nenhum tipo de digestão e a única secreção importante é o muco que protege a mucosa do atrito e contribui para a coesão e textura das fezes. A função básica dessa porção do intestino é, além da formação dos excrementos, a absorção de grande parte da água que estes p


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