sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

UNHA

unha é um estrutura composta por queratina presente na ponta dos dedos da maioria dos vertebrados terrestres. É produzida por glândulas em sua base que secretam grossas camadas de queratina, que se mantêm aderidas à pele até a sua extremidade.
As unhas assumem formas e funções diferentes nas várias espécies animais. Na forma de garras, servem para cavar ou agarrar um substrato ou um alimento. Na forma de cascos, atuam absorvendo o impacto dos membros durante corridas ou para absorver o peso do animal. Nos humanos e em muitos primatas, as unhas são reduzidas, arredondadas e quadradas, o que favorece a precisão na manipulação de objetos com a ponta dos dedos, além de facilitar a ação de segurar galhos ou objetos com as mãos e pés. No ser humano, as dos dedos das mãos crescem aproximadamente 4 vezes mais rápido que as dos dedos dos pés, sendo que as das mãos crescem, por mês, cerca de 3 milímetros.[1] [2]

Partes da unha humana[editar | editar código-fonte]

1- Lâmina ungueal: o que se convenciona chamar de unha; porção rígida e translúcida, composta de queratina.
2- Prega periungueal: a dobra de pele nos lados da unha.
3- Lúnula: a parte branca convexa do leito da unha.
4- Eponíquio: a região entre a finalização da pele do dedo na face superior da unha e a porção proximal da unha.
As unhas são feitas de uma proteína rígida chamada queratina e são uma forma modificada dos cabelos, são compostas por:
  • A margem livre é a parte da unha que se estende além do dedo. Não há terminações nervosas nessa região, logo não sentimos dor ao cortá-la.
  • A matriz ungueal ou raiz da unha - é a porção proximal da unha que cresce. Está embaixo da pele.
  • eponíquio ou cutícula que é uma dobra de pele na porção proximal da unha.
  • prega periungueal que é a dobra de pele nos lados da unha.
  • hiponíquio que é um fixação entre a pele do dedo e a porção distal da unha.
  • lâmina ungueal que é a parte que nós pensamos quando dizemos unha, a porção rígida e translúcida, composta de queratina.
  • leito ungueal que é o tecido conjuntivo aderente que está fortemente aderido à lâmina ungueal. Possui uma grande quantidade de terminações nervosas..
  • lúnula que é a parte branca convexa do leito da unha.
  • Prega ungueal uma prega da pele dura sobreposta como de base de uma unha.
A unha dividida em 3 partes:
Corpo- Lâmina ungueal é parte visivel que se estende desde a raiz até ao bordo livre.
Raiz- inserida na pele, sempre com tecido fixado em crescimento que é chamado de matriz.
Bordo livre- Secção final da placa até a ponta dos pés.
A unha é constituída por 3 camadas:
Camada superficial- formada pela desvitalização das células ( células perdem seu núcleo e acumulam queratina) que promovem da matriz
Camada intermédia- é mais grossa e tem a mesma origem que a superficial, mas com mais células vivas muito unidas entre si e com menor densidade fibra queratinizadas
Camada profunda- são apenas 2 camadas de células que provém do leito epidérmico

Doenças nas Unhas[editar | editar código-fonte]

Unha do pé aleijada.
Existem doenças que podem acometer as unhas:
  • Traumatismo na base das unhas, são quando pontos esbranquiçados aparecem na ponta e são bem comuns.
  • Unhas encravadas, são também relativamente comuns, as causas normalmente são por causa dos sapatos apertados, traumatismos e dedos grandes (háluxe) do pé. São muito dolorosas, e é recomendável a procura de um dermatologista ou podólogo para evitar infecções.
  • Hemorragias subungueais, são rupturas dos vasos sanguíneos nas unhas que podem causar linhas verticais ou manchas arroxeadas.
  • Infecções por fungos(micoses) ou por bactérias, as causadas por fungos causam deformidades nas unhas, já a por bactérias causa vermelhidão e inchaço em volta delas.
Para evitar essas doenças mantenha as unhas sempre limpas e secas para evitar procriação de bactérias e fungos. Não roa as unhas pois isso as umedece e favorece infecções, além do crescimento irregular delas. Não use objetos, como alicates, que não estejam esterilizados.

ReferênciasMuitas mulheres tentam ter unhas compridas a todo custo, mas nunca conseguem. Mesmo com todo o cuidado para evitar a quebra e o desgaste, depois de certo comprimento, elas começam a descamar, se desfazendo nos cantinhos, enfraquecendo toda a unha e causando a quebra. Se esse é o seu caso, talvez você não esteja cuidando devidamente da saúde das suas unhas.

Leia também:
Muitas pessoas não sabem disso, mas, segundo a dermatologista Eliane Bussoloti, parceira da marca Risqué, as unhas têm uma formação muito pobre em nutrientes, e, por isso, é necessário hidratá-las constantemente. A especialista listou quatro medidas simples, porém essenciais, para garantir que a unha se fortaleça e cresça com saúde, sem descamar ou quebrar.
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Deixe as unhas respirarem por 24 horas Quando ouvimos isso, pensamos que é besteira, mas a Dra. Eliane garante que não. ‘Retirar o esmalte um dia antes de ir à manicure permite que as unhas respirem e recuperem a hidratação’, diz. ‘O esmalte impermeabiliza e bloqueia a absorção de qualquer substância, o que pode tornar as unhas quebradiças e ressacadas’, explica. ‘Deixe as unhas 24 horas sem esmalte e aplique qualquer produto que ofereça hidratação, como cremes ou óleo de amêndoas’, indica.No âmbito da arte ou da técnica, o esmalte, ou esmalte vidrado é um material obtido pela fusão de vidro em pó com um suporte através do aquecimento em forno, normalmente entre 750 e 850ºC. O pó é fundido, escorre, e endurece depois na forma de um revestimento vítreo de grande durabilidade. O suporte é geralmente um objecto em metal, vidro ou cerâmica, embora o uso do termo esmaltagem seja normalmente restrito ao trabalho em metal, que é o objecto deste artigo. A aplicação em cerâmica recorre ao termo vidrado. Os produtos derivados da aplicação são plenos compostos laminados de vidro e metal. A palavra esmalte tem origem na palavra germânicasmelzan por via do francês arcaico esmail.[1] Usado como substantivo, um "esmalte" ou "esmaltado" é normalmente um pequeno objecto decorativo, coberto por um revestimento de esmalte. A esmaltagem é uma técnica antiga e largamente adoptada, principalmente usada nos ramos da joalharia e artes decorativas ao longo da sua história, mas desde o século XIX aplicada em vários produtos de fabrico em série e de uso quotidiano, sobretudo recipientes de cozinha.

História[editar | editar código-fonte]

Cofre em esmalte de Limoges, início do século XIII. Grande parte destes cofres eram relicários.
Via Sacra em esmalte de Limoges, Notre-Dame-des-Champs, Avranches
No antigo Egipto era aplicada esmaltagem na cerâmica e objectos de pedra e, por vezes, em joalharia embora neste último caso menos frequentemente que nas restantes culturas da antiguidade do Médio Oriente. Os gregos antigosceltasgeorgianos e chineses também usaram esmalte em objectos de metal.[2] O esmalte era também usado na decoração de recipientes de vidro durante o Império Romano, e existem indícios deste facto já durante o final da República e o início do período imperial no Levante, Egipto, Bretanha e no Mar Negro. Estima-se que a produção tenha atingido o seu auge durante o período claudino, perdurando por mais três séculos,[3] embora os testemunhos arqueológicos desta técnica se limitem a cerca de quarenta vasilhas ou fragmentos de vasilhas.[3]
O pó para esmalte podia ser obtido de duas formas: quer através da pulverização de vidro colorido, quer pela mistura de pó de vidro incolor com pigmentos como óxidos de metais.[4] Os desenhos podiam ser executados à mão ou por cima de incisões de contorno, tendo tido a técnica origem provável no trabalho em metal.[3] Uma vez pintados, os recipientes de vidro estanhados necessitavam de ser aquecidos a uma temperatura suficientemente alta para derreter o pó aplicado, mas não tão alta que fundisse o próprio suporte.
O esmalte teve o seu auge na história da arte Europeia durante a Idade Média, tendo início no declínio do Império Romano e com os bizantinos, que começaram a usarcloisonné em esmalte como imitação da mesma técnica com pedras preciosas. Este método foi amplamente adoptado pelos bárbaros da Europa do norte. Os Bizantinos desenvolveram a técnica, através da aplicação de formas mais livres no cloisonné de modo a criar imagens, o que também seria copiado na Europa ocidental. A técnica dochamplevé era consideravelmente mais fácil, e amplamente praticada durante o período românico. Durante o gótico, os trabalhos de maior riqueza artística resultam das técnicas de Basse-taille e ronde-bosse, embora trabalhos em champlevé tenham continuado a ser produzidos em grande número para um mercado maior.
A partir de Bizâncio ou do mundo Árabe, o esmalte chegaria à China entre os séculos XIII e XIV. A primeira menção escrita encontra-se num livro de 1388, onde é designada por Louça Dashi (Muçulmana). Não é conhecida nenhuma peça chinesa claramente do século XIV, e os exemplares datados mais antigos são contemporâneos do ImperadorXuande (1425-35), embora o uso erudito de estilos chineses sugere que já possuíam uma experiência considerável com a técnica. Permaneceu bastante popular na China até ao século XIX, e ainda hoje é produzido. As peças de maior riqueza artística e valor comercial datam do início da dinastia Ming, em particular dos reinados dos imperadores Xuande e Jingtai (1450-57).[5] O Japão também produziu grande quantidade de esmaltados de elevada qualidade técnica a partir de meados século XIX.[6]
No período contemporâneo, o estanho tem sido escolha preferencial para designers de joalheria e peças decorativas, como os ovos de Fabergé, as caixas de cobre esmaltadas dos esmaltadores de Battersea, e artistas como George Stubbs e outros pintores de miniaturas, sendo também uma técnica preferida na joalharia da Arte Nova.
O esmalte foi inicialmente aplicado de forma industrial em folhas de ferro e aço na Áustria e Alemanha por volta de 1850. O processo de industrailização cresceu à medida que aumentou a pureza dos materiais em bruto e diminuíram os custos de produção. O processo de aplicação a húmido teve início com a descoberta do uso da argila de modo a criar uma suspensão de frita em água. Nos desenvolvimentos que se seguiram durante o século XX contam-se o aço de grau de esmaltagem, preparação de superfície apenas com limpeza, automação e melhorias em curso em termos de eficiência, performance e qualidade.[7]

Propriedades[editar | editar código-fonte]

Mostrador de relógio Louis George
Taça em esmalte e trabalho de prata, Holanda, c. 1425-1450, Cloisters

O esmalte vítreo pode ser transparente ou opaco quando aquecido, e ser aplicado na maioria dos metais. A grande maioria do esmalte industrial moderno é aplicado em aço, no qual o teor de carbono é controlado de modo a prevenir reacções a altas temperaturas. O esmalte pode também ser aplicado em cobre, alumínio,[8] aço inoxidável,[9]ferro,[10] ou aço laminado a quente, assim como ouro ou prata.
O esmalte possui várias propriedades de excelência: é macio ao toque, duro, oferece resistência a químicos, durável, resistente a incisões (5-6 na escala de Mohs, resistente à descoloração, de fácil limpeza e ignífugo. O esmalte é vidro, e não tinta, portanto não desbota com luz ultravioleta.[11] As desvantagens são a sua tendência para rachar ou estilhaçar quando o suporte é dobrado ou forçado, embora esmaltes modernos sejam resistentes ao impacto e lascas através do controle preciso de espessura de modo a igualar o coeficiente térmico do suporte.
A sua durabilidade permite que seja usado num sem número de aplicações funcionais: painéis publicitários, paredes interiores de fornospanelas, revestimento exterior de electrodomésticos, ferro fundidobanheirassilos agrícolas e equipamentos industriais como reactores químicos e tanques de processamento de químicos da indústria farmacêutica. Também está presente em paredes, tectos e elementos construtivos de estruturas comerciais como estações de serviço, centrais de camionagem e até mesmo habitações pré-fabricadas. Uma das mais amplas aplicações de esmaltagem é na produção de quadros de desenho de qualidade para canetas de feltro, onde o esmalte assegura que não são deixados resíduos de tinta, como acontece na produção barata à base de polímeros. Além disso, como o aço standart para esmalte possui magnetismo, pode ser usado em quadros magnéticos. Novos desenvolvimentos na última década incluem revestimentos híbridos de esmalte com materiais não aderentes, revestimento final em sol-gel, esmaltes com aparência metálica, e novas tecnologias que permitem uma limpeza mais fácil.[12]
O composto chave do esmalte vítreo é um composto de vidro altamente quebradiço designado frita. A frita é um borossilicato alcalino com um coeficiente de dilatação térmicae temperatura de fusão próprios para revestir aço. Os materiais em bruto são fundidos entre 2100 e 2650ºC, resultando num vidro líquido que é escorrido para o exterior do forno e aplicado um choque térmico com água ou cilindros de aço, convertendo-o em frita.[13]
A cor no esmalte é obtida através da adição de vários minerais, sobretudo óxidos de metal como cobaltopraseodímioferro ou neodímio. Este último cria um vasto leque de tons desde o violeta puro até ao vermelho-vinho e cinzento quente. O esmalte pode ser transparente, opaco, ou translúcido, uma variedade que ganha uma opacidade leitosa quanto mais tempo for aquecido. Não é possível misturar cores de esmalte para formar uma nova cor da mesma forma que na tinta, processo que apenas produz pequenos cristais das duas cores.
Há três tipos principais de frita. O primeiro são os revestimentos de base que contêm metais de transição fundidos, tais como cobalto, níquel, cobre, manganés e ferro, que possibilitam a adesão ao aço. O segundo são fritas semi-opacas que contém material para a produção de cor. O terceiro são fritas de acabamento contendo titânio que são supersaturadas com dióxido de titânio, o que cria uma cor branca e brilhante durante o aquecimento.

Processo industrial[editar | editar código-fonte]

Panela de cozinha em ferro esmaltado.
Placa toponímica alemã
Numa folha de aço, é colocada primeiro uma camada de base parar facilitar a adesão. O único tratamento prévio da superfície requerido na indústria contemporânea é uma remoção de impurezas gordurosas com uma solução alcalina. É depois aplicada uma segunda camada branca ou colorida sobre a camada base aquecida. Para esmaltes electrostáticos, o pigmento de cor pode ser aplicado directamente sobre uma camada base não aquecida, que é levada ao forno juntamente com o revestimento, num processo bastante eficiente de aquecimento único para duas camadas de esmalte.[14]
A frita na camada base contém cobalto fundido e/ou óxido de níquel, bem como outros óxidos de metais de transição que funcionam como catalisadores das reacções de ligação entre o esmalte e o aço. Durante o aquecimento, entre 760 e 895ºC, forma-se inicialmente no aço uma camada de óxido de ferro. O esmalte em fusão dissolve o óxido de ferro e precipita a cobalto e níquel. O ferro age como ánodo numa reacção electrogalvânica, no qual o ferro é novamente oxidado, dissolvido pelo vidro, e oxidado de novo, servindo o cobalto e o níquel para limitar a reacção. Finalmente, o vidro adere aos sulcos da superfície rugosa.[15]

Corantes[editar | editar código-fonte]

As cores são obtidas através de óxidos metálicos:
  • selénio (na ausência de chumbo) para a cor amarela;
  • urânio para a cor laranja;
  • ferro para as cores azul, castanho e preto;
  • crómio para as cores verde e rosa;
  • cobre para as cores verde, vermelho e azul;
  • cobalto para o azul forte e verde;
  • manganés para a cor lilás;
  • ouro metálico para um púrpura esbatido.

Técnicas de esmaltagem artística[editar | editar código-fonte]

Taça de Santa Inês, com esmalte em basse taille, século XIV, British Museum.
Medalhão sobre a morte da virgem, com esmalte em basse taille.
Jóia de Cisne de Dunstable, emronde bosse, c. 1400, British Museum

Basse-taille[editar | editar código-fonte]

Da expressão francesa que significa corte ao baixo. A superfície do metal é decorada com uma gravura em baixo relevo que pode ser vista através de esmaltes translúcidos e transparentes. Um exemplo notável é a Taça de Santa Inês, datada do século XIV.[16] [17]

Champlevé[editar | editar código-fonte]

Francês para campo elevado, onde a superfície é cravada para o exterior de modo a formar alvéolos nos quais o esmalte é queimado, deixando o metal exposto. Um exemplo é o Tríptico de Stavelot românico.[18]

Cloisonné[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Cloisonné
Francês para alvéolo. São aplicados arames muito finos de modo a formar compartimentos na superfície do metal, que recebem depois esmalte de diferentes cores. Bastante difundida na Europa, Médio Oriente e Extremo Oriente.[19]

Grisaille[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Grisaille
Francês para grisalho. É aplicado um fundo escuro, geralmente preto ou azul, e pintado por cima com esmalte translúcido, criando desenhos através de gradiente monocromático. Quanto maior a espessura da camada de esmalte da camada de cor, mais opaca se torna a figura.

Esmalte pintado[editar | editar código-fonte]

É pintado um desenho em esmalte numa superfície metálica lisa. A técnica de grisaille e o esmalte de Limoges tardio são exemplos de esmalte pintado.[20] A maior parte da pintura tradicional em vidro, e alguma em cerâmica, usa o que tecnicamente é esmalte, mas é normalmente descrita como "pintura em esmalte", reservando os termos "esmalte pintado" e "esmalte" para a técnica como um todo, e que envolve o trabalho com uma base metálica.[21]

Plique-à-jour[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Plique-à-jour
Francês para aberto ao dia, onde o esmalte é aplicado em compartimentos, similar à técnica de cloisonné, mas sem suporte e de modo a que a luz possa ser vista através do esmalte translúcido ou transparente, resultando numa aparência semelhante a um vitral. Um dos exemplos sovreviventes da época medieval é a Taça de Mérode[22]

Ronde basse[editar | editar código-fonte]

Francês para ao redondo, também conhecida por "esmalte encrustado". Uma variante trodimensional de esmalte, onde uma forma escultórica ou base em arame é completa ou parcialmente esmaltada, como por exemplo no Relicário do Santo Espinho, do século XV.[23]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Ir para cima Campbell, 6
  2. Ir para cima Andrews, A.I. Porcelain Enamels, The Garrard Press: Champaign, IL, 1961 p. 1.
  3. ↑ Ir para:a b c Rutti, B., Early Enamelled Glass, in Roman Glass: two centuries of art and invention, M. Newby and K. Painter, Editors. 1991, Society of Antiquaries of London: London.
  4. Ir para cima Gudenrath, W., Enameled Glass Vessels, 1425 BCE - 1800: The decorating Process. Journal of Glass Studies, 2006. 48
  5. Ir para cima Sullivan, Michael, The arts of China, 4th edn, p. 239, University of California Press, 1999, ISBN 0520218779, 9780520218772, Google books
  6. Ir para cima Japanese Cloisonné: the Seven Treasures Victoria and Albert Museum. Visitado em 2009-08-30.
  7. Ir para cima Andrews, A.I. Porcelain Enamels, The Garrard Press: Champaign, IL, 1961 p. 5.
  8. Ir para cima Judd, Donald, “Porcelain Enameling Aluminum: An Overview,” Proceedings of the 59th Porcelain Enamel Institute Technical Forum, 45-51 (1997).
  9. Ir para cima Sullivan, J.D. and Nelson, F.W., "Stainless Steel Requires Special Enameling Procedures", Proceedings of the Porcelain Enamel Institute Technical Forum," 150-155 (1970).
  10. Ir para cima Pew, Steve, "The Who, What, Why, Where, and When of Cast Iron Enameling," Advances in Porcelain Enamel Technology, 177-186, (2010).
  11. Ir para cima Fedak, David and Baldwin, Charles, "A Comparison of Enameled and Stainless Steel Surfaces," Proceedings of the 67th Porcelain Enamel Institute Technical Forum, 45-54 (2005).
  12. Ir para cima Gavlenski, Jim and Baldwin, Charles, "Advanced Porcelain Enamel Coatings with Novel Properties," Proceedings of the 69th Porcelain Enamel Institute Technical Forum, 53-58, (2007).
  13. Ir para cima Andrews, A.I. Porcelain Enamels, The Garrard Press: Champaign, IL, 1961 p. 321-2.
  14. Ir para cima Feldman, Sid and Baldwin, Charles, "Surface Tension and Fusion Properties of Porcelain Enamels," Proceedings of the 69th Porcelain Enamel Institute Technical Forum, 1-10 (2008)
  15. Ir para cima Feldman, Sid and Baldwin, Charles, "Surface Tension and Fusion Properties of Porcelain Enamels," Proceedings of the 69th Porcelain Enamel Institute Technical Forum, 1-10 (2008)
  16. Ir para cima Campbell, 7, 33-41
  17. Ir para cima Basse-taille, reference.com
  18. Ir para cima Campbell, 7, 17-32
  19. Ir para cima Campbell, 6, 10-17
  20. Ir para cima Campbell, 7
  21. Ir para cima British Museum, base de dados da colecção.
  22. Ir para cima Campbell, 38-42
  23. Ir para cima Campbell, 7, 42

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons possui uma categoriacontendo imagens e outros ficheiros sobre Esmalte

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