O algodão é uma fibra branca e/ou esbranquiçada que cresce a volta das sementes de algumas espécies do gênero Gossypium, família Malvaceae. Há muitas espécies nativas das áreas tropicais da África, Ásia e América, e desde o final da última Era glacial tecidos já eram confeccionados com algodão. Atualmente, somente 4 espécies são aproveitadas em larga escala para a confecção de tecidos e instrumentos médicos. É uma planta subtropical, comum no México, Austrália e África.[1] Estima-se que a produção mundial gire em torno de 25 milhões de toneladas anualmente.[2]
Índice
[esconder]- 1Descrição
- 2Fase de deposição de celulose
- 3Fase de abertura dos frutos (maçãs)
- 4Capulho de algodão aberto (fibra madura)
- 5Parede primária
- 6Parede secundária
- 7Lume ou lumem
- 8Composição química
- 9Fibra do algodão e o meio ambiente
- 10Propriedades físicas e valor do algodão no mercado
- 11Referências
- 12Ligações externas
Descrição[editar | editar código-fonte]
Algodão são as fibras que são colhidas manualmente ou com a ajuda de máquinas. Sendo que a forma manual de coleta é feita normalmente nos arbórea e traz um produto muito mais livre de impurezas. De uma forma ou de outra, as fibras sempre contêm pequenas sementes negras e triangulares que precisam ser extraídas antes do processamento das fibras. As fibras são, de facto, pêlos originados da superfície das próprias sementes. Estas sementes ainda são aproveitadas na obtenção de um óleo comestível. Pesquisas indicam que o composto gossipol, extraído da semente, pode ser empregado como contraceptivo masculino.[3]
Nos primeiros 28 dias após a abertura da flor, as referidas células crescem rapidamente em comprimento, até 91% do comprimento final. Em seguida, o crescimento dos 9% finais torna-se lento e estabiliza-se em torno dos 47-51 dias do florescimento. Aos 21 dias, a parede da célula se resume, basicamente, em cutícula e camada, fina, de celulose.[4]
Fase de deposição de celulose[editar | editar código-fonte]
De 21 até os 52-56 dias após a abertura da flor, a deposição de celulose é intensa (96%), com o consequente engrossamento da parede secundária por camadas concêntricas sucessivas de material depositado, de fora para dentro da fibra. A deposição dos 4% finais é de forma lenta e se estabiliza aos 61-64 dias do florescimento. A temperatura e a luminosidade influem decisivamente na quantidade de celulose depositada, que se associa ao grau de maturação da fibra de algodão. Esse comportamento é mostrado na fase de deposição de celulose na fibra.
A principal forma de cor é o branco puro.
Fase de abertura dos frutos (maçãs)[editar | editar código-fonte]
Nos últimos 8-9 dias antes da abertura das maçãs, a deposição de celulose é mais lenta.
A expansão da massa de fibras, aliada ao aumento da pressão interna, e o processo de desidratação gradual da casca da maçã provocam a sua própria abertura, que passa a ser denominada de capulho ou pulhoca.
Capulho de algodão aberto (fibra madura)[editar | editar código-fonte]
Com a abertura dos frutos ocorre perda de água com grande rapidez, provocando a contração das fibras sobre si. Há colapso da forma tubular, com achatamento das fibras que assumem, na sua seção transversal, a forma característica de grão de feijão. Aparecem, ao longo das fibras achatadas, os pontos de reversão ora para um lado ora para o outro, conferindo-lhes a sua qualidade de fiabilidade.
Estrutura da fibra[editar | editar código-fonte]
Aparência de verniz. Contém cera, gomas, pectinas e óleos. A cera é responsável pelo controle da absorção de água.
Cutícula[editar | editar código-fonte]
É a parte mais externa da fibra e constitui uma camada de proteção, fina e resistente, com função de proteção da fibra.
Parede primária[editar | editar código-fonte]
É constituída por celulose, na forma de fibrilas microscópicas dispostas transversalmente em relação ao comprimento da fibra, em espirais Dextro ou levógiras. Numa mesma fibra, o sentido das espirais não muda. A formação da parede primária determina o comprimento da fibra. Essa parede contém outras substâncias também, como açucares, pectinas e proteínas.
Parede secundária[editar | editar código-fonte]
A parede secundária localiza-se abaixo da parede primária, representando a maior parte da espessura desta. É constituída de várias camadas concêntricas de celulose quase pura, na forma de fibrilas cristalinas aglomeradas em espirais, cujo sentido muda ao longo de uma mesma fibra. Da sua natureza dependem fundamentalmente a resistência e a maturidade da fibra.
Lume ou lumem[editar | editar código-fonte]
É o canal central da fibra. De seção circular durante a formação desta, passa a ter contorno irregular após o processo de desidratação (colapso). Contém resíduo protéico do protoplasma da célula que originou a fibra. A fibra madura apresenta paredes relativamente espessas, com menos torções e lume reduzido, ao passo que fibras imaturas são mais achatadas, contorcida, com paredes delgadas lume amplo.
Composição química[editar | editar código-fonte]
O principal componente da fibra de algodão é a celulose, que representa a maior parte da sua composição química. A cadeia de celulose é constituída por moléculas de glicose. A disposição destas moléculas na cadeia é denominada de celulose amorfa e cristalina, e tem importante papel nas características das fibras. Depois da celulose, a cera constitui-se de grande importância na fibra de algodão. É responsável pelo controle de absorção de água pela fibra e funciona como lubrificante entre as fibras durante os processos de estiragem na fiação.
Composição química aproximada da fibra de algodão, determinada em vase seca:
- Celulose.................................94,0 %
- Proteínas..................................1,3 %
- Cinzas.......................................1,2 %
- Substâncias pécticas...............0,9 %
- Ácidos málicos, cítrico, etc....0,8 %
- Cera..........................................0,6 %
- Açúcares totais.......................0,3 %
- Não dosados...........................0,9 %
- TOTAL.....................................100 %
Fibra do algodão e o meio ambiente[editar | editar código-fonte]
A fibra do algodão não traz fortes impactos se descartada indevidamente no meio ambiente, uma vez que seu material é orgânico, e leva cerca de três meses apenas para se decompor completamente. Por outro lado, é um material de dificuldade moderada para reciclagem. Não existem tecnologias viáveis para reciclar esse material.
Seu impacto pode ser maior durante os tratos culturais, principalmente se feito incorretamente, pois exige grandes áreas férteis para sua produção e o uso intensivo de defensivos agrícolas (herbicidas, inseticidas e fungicidas), dada a grande quantidade de pragas e doenças que afetam a cultura.
A classificação do algodão é usada para determinar a qualidade da fibra de algodão, em termos de qualidade, comprimento e micronaire (uma medida da espessura e da maturidade da fibra de algodão). O USDA (United States Department of Agriculture) classifica especificamente as características de comprimento da fibra, a uniformidade de comprimento, a resistência, o micronaire, a cor, a preparação, a folha e as matérias estranhas. No passado, essas qualidades foram classificados apenas com a mão e o olho de um profissional experiente. Desde 1991, toda a classificação foi realizada com um conjunto de up-to-date de instrumentos, chamado de classificação HVI (High Volume Instrumentation). No entanto, as técnicas de outras qualidades de fibra de algodão, como a maturidade da fibra e teor de fibra curta, também estão a ser desenvolvidas (USDA, 1995).
Propriedades físicas e valor do algodão no mercado[editar | editar código-fonte]
As propriedades físicas da fibra determinam a sua qualidade ou valor tecnológico. No entanto, o conceito de qualidade do algodão sofreu modificações no passado em função das determinações tecnológicas comumente realizadas.
Antigamente o valor do algodão era considerado apenas em função do comprimento da fibra e do tipo comercial, sendo o primeiro determinado manualmente pelos classificadores e o segundo, visualmente, em função da limpeza, aparência, cor e aspectos de beneficiamento.
A pesquisa tem revelado a importância de outras características físicas, utilizando aparelhos adequados, cuja evolução foi rápida nas últimas décadas. Hoje em dia, a maioria das indústrias já leva em consideração o Índice Micronaire, a tenacidade da fibra e a maturidade na avaliação da matéria-prima.O teste considerado padrão nos dias de hoje, para aferir as qualidades da fibra chama-se HVI (High Volume Instrument). A classificação visual também é muito utilizada ainda.
Os problemas causados pela infestação da praga do bicudo-do-algodoeiro, aliado ao forte movimento de abertura da economia brasileira no início dos anos 90, provocou uma forte retração na produção doméstica e permitiu a entrada de importações subsidiadas. Em 1986, a tarifa de importação de algodão em pluma praticada pelo Brasil era de 55%, sendo reduzida paulatinamente até ser zerada em 1993, taxa que também passou a valer em definitivo para os parceiros do Mercosul.
As importações de produtos altamente subsidiados nos países de origem contavam ainda com prazos de pagamento de até 360 dias e juros muito menores que os disponíveis aos produtores nacionais.
Após a reversão dos preços internacionais ocorrida no biênio 94/95 e a constatação do alto custo social decorrente do desemprego de milhares de famílias no norte do Paraná, que tinham no algodão uma das poucas alternativas para a pequena escala de produção de suas propriedades, o Governo brasileiro resolveu implementar medidas de apoio à cotonicultura nacional, elevando o preço mínimo, cobrindo 100% do VBC nos empréstimos oficiais e garantindo a elevação da alíquota de importação para produto de países de fora do Mercosul, em 1% ao ano, entre 1996 e 2000.
Por enquanto, essas medidas não foram suficientes para criar condições de competitividade em relação ao algodão importado. Espera-se, portanto, que novas medidas de caráter protecionista, como a obrigatoriedade de pagamento à vista das importações, sejam implementadas em breve.
Entretanto, aspectos tecnológicos, como o comprimento de fibra requerido pelo parque têxtil nacional e ainda não atendidos pelo setor produtivo local, aliados à crescente disponibilidade de algodão na Argentina e à rápida evolução técnica dessa lavoura no Paraguai, devem determinar a continuidade da participação das importações de algodão em pluma do Mercosul por muitos anos.
A maior proteção decorrente de uma política comercial mais agressiva por parte do Brasil, o crescimento do consumo puxado pela renda, a adaptação de variedades mais produtivas e com maior aceitação comercial e o fato de o algodão ser uma boa alternativa de rotação de cultura com soja e milho devem, em conjunto, contribuir para um crescimento da produção brasileira nos próximos anos, permitindo uma colheita de 1,8 milhão de toneladas de algodão em caroço no ano 2000, conforme ilustra a tabela anexa[onde?].
Referências
- ↑ The Biology of Gossypium hirsutum L. and Gossypium barbadense L. (cotton). ogtr.gov.au
- ↑ "Natural fibres: Cotton", International Year of Natural Fibres
- ↑ Redetec
- ↑ Wegerich K. 2002. Natural drought or human-made water scarcity in Uzbekistan? Central Asia and the Caucasus. 2, 154–162.
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
- Gossypium links Links para páginas informativas sobre o algodão e o gênero Gossypium.O algodão, que é considerado a mais importante das fibras têxteis, naturais ou artificiais, é também a
planta de aproveitamento mais completo e que oferece os mais variados produtos de utilidade.Asprimeiras referências históricas do algodão vêm de muitos séculos ante de Cristo. Na América, vestígios encontrados no litoral norte do Peru evidenciam que povos milenares daquela região já manipulavam o algodão. Com os incas, o artesanato têxtil atingiu culminância, pois amostras de tecidos de algodão, por eles deixados, maravilham pela beleza, perfeição e combinação de cores.NoBrasil , pouco se sabe sobre a pré-história dessa malvácea. Pela época do descobrimento de nosso país, os indígenas já cultivavam o algodão e convertiam-no em fios e tecidos. No inicio do século XVI, Jean de Lery já descrevia o processo que os índios utilizavam para fiar e tecer o algodão. Em 1576, Gandavo informava que as camas dos índios eram redes de fios de algodão e Soares de Souza, mais tarde, revelou que o algodoeiro tinha para os indígenas também outras utilidades: com o caroço esmagado e cozido faziam mingau e com o sumo das folhas curavam feridas.Osprimeiros colonos chegados ao Brasil, logo passaram a cultivar e utilizar o algodão nativo. No Ceará, ao ser dada a concessão de terras a Martin Soares Moreno, o conselho de Lisboa já recomendava semear algodoeiros; e em São Paulo, Serafim Leite conta que os jesuítas do padre Anchieta introduziram e desenvolveram a cultura do algodão a fim de satisfazer suas necessidades de roupas e vestir os índios.Nesse período, porém, tinha pequena expressão no comércio mundial. A lã e o linho dominavam como tecidos. As culturas de algodão não passavam de pequenas “roças” em volta das habitações, e no Brasil o artesanato têxtil era trabalho de mulheres (índias e escravas).Foi só pelos meados do século XVIII com a revolução industrial, que o algodão foi transformado na principal fibra têxtil e no mais importante produto das Américas.No Brasil, o Maranhão despontou como o primeiro grande produtor da malvácea e em 1760 já exportava para a Europa 130 sacas de algodão para chegar em 1830 a 78.300 sacas.Ao Maranhão, seguiu-se todo o Nordeste que apareceu como a grande região algodoeira dos país. Entretanto, ao se projetarem os Estados Unidos no século XIX, como grandes produtores dessa fibra, lançando-se no mercado em quantidades crescentes, a produção brasileira entrou em rápida decadência, mesmo porque outras culturas moviam concorrência à do algodão. O café, novo produto tropical, monopolizava, principalmente em São Paulo, a atenção dos agricultores.Porém, com a Guerra da Secessão nos Estados Unidos (1860), paralizando em parte a exportação da fibra deste país à Europa, desencadeou-se no Brasil novo surto algodoeiro, que durou pouco mais de 10 anos. Sua influência, porém, prolongou-se por muito mais tempo, ao contribuir para fundamentar o progresso da cotonicultura brasileira, especialmente em São Paulo, ocorrido depois.Até então, no Brasil se cultivava o algodão arbóreo. Por essa época o algodão herbáceo foi introduzido no País e pela primeira vez na história, São Paulo se destaca como produtor desta fibra. A cultura do algodoeiro anual se expandiu por todo o Estado, apesar da inexperiência dos agricultores em cultivá-lo. Alguns imigrantes norte-americanos que se estabeleceram em Santa Bárbara nesta ocasião contribuíram bastante para orientar outros lavradores. Suas culturas serviram de modelo para as demais.Entretanto, com a restauração da produção dos Estados Unidos, a culltura em São Paulo regrediu consideravelmente, mas não se extinguiu.Somente pela ocasião da I Grande Guerra Mundial, que coincidiu com a brutal geada de 1918, a qual devastou os cafezais, o algodão teve outro surto em São Paulo, que atingiu a produção recorde de 50 mil toneladas de plumas. A indústria têxtil também já tomava vulto e o aproveitamento industrial do caroço de algodão começou a se desenvolver.A grande importância que o algodão ia adquirindo, em contraste com o atraso de sua produção no país, começou a despertar, desde o início do século, interesse pela pesquisa agronômica. Monografias sobre o algodão foram aparecendo, destacando-se a de Gustavo Dutra, então diretor do Instituto Agronômico de Campinas. Em 1918 houve no Rio de Janeiro a Conferência do Algodão, na qual vários trabalhos foram apresentados. Todavia, o maior parte dos trabalhos escritos era baseado em literatura estrangeira.Estava, porém, reservado ao Instituto Agronômico de Campinas abrir no país a era da Agricultura baseada na técnica agronômica. Em 1924, Cruz Martins iniciou neste estabelecimento, então sob a diretoria de Theodureto de Camargo, os trabalhos de melhoramento genético de experimentação relativa à técnica do cultivo do algodoeiro. Sementes de variedades selecionadas (tendo por base variedades americanas) passaram a ser distribuídas aos lavradores, ao mesmo tempo em que se ia elaborando os fundamentos da técnica de cultivá-las. A partir dessa época as pesquisas foram evoluindo.Porém, não foi na década do 20, mas na de 30 que o Estado de São Paulo pronunciou como o grande produtor de algodão do país, posição que desfrutava ao lado do Paraná.Já se notou, no decorrer desta exposição, que os surtos algodoeiros em São Paulo eram provocados por fatores externos ocasionais. Na década de 30, o fator interno seria predominante, pois a crise do café ocorrida em 1929 acarretou profundo abalo na economia brasileira, especialmente em São Paulo, que girava em torno deste produto. Desmoronou-se então a estrutura cafeeira, dando lugar ao ressurgimento da cotonicultura com uma expansão no Estado, agora já apoiada em técnicas modernas e pesquisas regionais.O início da nova fase algodoeira, os agricultores puderam contar com sementes selecionadas, o que sempre faltou nos surtos anteriores, e, de 1934 em diante, toda a lavoura do Estado era de variedades paulistas.Nesse mesmo período, a produção de algodão em pluma em São Paulo, elevava-se de 4.000 para 100.000 toneladas. A conquista dos mercados mundiais, em virtude das boas qualidades das fibras foi possível e a produção continuou aumentando, para chegar ao clímax em 1944, com 463.000 toneladas.Todavia, com a expansão da cultura, alastraram-se também as pragas. Apareceram anos de condições climáticas desfavoráveis ao algodoeiro e favoráveis à incidência das pragas, provocando alarmante queda de produtividade da cultura. A área no Estado reduziu-se drasticamente, dando lugar à pastagem e a outras culturas tais como milho, arroz, amendoim e outras. Indiretamente o algodão concorreu para a diversificação da agricultura paulista e conseqüentemente para seu adiantamento técnico.A partir daí, o futuro da cotonicultura em São Paulo estava não mais na expansão da área, mas na produção por área, isto é, sua produtividade. Os resultados não se fizeram esperar. Graças aos esforços conjugados da pesquisa e do fomento, apresentando aos lavradores as boas variedades, ensinando-lhes as melhores técnicas, a produtividade do algodão no Estado elevou-se continuamente, a ponto de a produção em caroço, que no início de 1945/49 era do 474 kg por hectare, passar para 882 kg/ha no período de 1955/59 e atingir em 1965/69 a produtividade de 1290 quilos e, produzindo em 1979/80, 1822 Kg/ha.No Brasil, desde que começou a tomar aspecto de cultura econômica, o algodão tem sempre figurado no grupo vanguardeiro das atividades que carreiam divisas para o País. Embora não seja cultivado de modo generalizado em todo o território, o algodão, até 1980, estava classificado entre as sete primeiras culturas no tocante ao valor de produção.Em vista disso, no âmbito internacional, o Brasil, que em virtude do desestimulo da cultura vinha desde 1966 reduzindo a área de plantio, chegando a ser ultrapassado na produção pelo México, Egito e Paquistão, voltou em 1969 com a produção de 3,3 milhões de fardos, a ocupar posição entre os cinco produtores mundiais de algodão.É notória a diferença de produtividade dos Estados da região Meridional para os da região Setentrional (Nordeste). A baixa produtividade desta região faz com que o Brasil se apresente no âmbito internacional em situação de inferioridade diante de outros países no que se refira a produção por área.Já o estado de São Paulo apresentou em 1984 uma produtividade de pluma de 567 quilos por Ha, que, podemos dizer, se assemelhou à dos Estados Unidos (573 Kg/ha).
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