Estudos sociais é o "estudo integrado das ciências sociais e humanidades para promover competência cívica," tal como definido pelo Conselho Nacional para os Estudos Sociais dos Estados Unidos.[1] Estudos sociais é mais comumente reconhecido como o nome de um curso ou conjunto de cursos ministrados no primário e escolas secundárias ou elementar, médio e escolas secundárias, mas também pode se referir ao estudo de aspectos da sociedade humana em certas escolas pós-secundárias e terciárias ao redor do globo. Muitos desses cursos são interdisciplinares e basear-se em vários campos, incluindo sociologia, mas também ciência política, história, economia, estudos religiosos, geografia psicologia, antropologia e civismo. Na Universidade de Harvard, estudos sociais é oferecido como uma maior graduação.
Ao nível do ensino fundamental, os estudos sociais geralmente se concentra em primeiro lugar na comunidade local e na família. Durante o ensino fundamental e médio, o currículo de estudos sociais torna-se mais à base de disciplina e de conteúdo específico. Estudos sociais varia muito, como um assunto entre os países e os currículos e não é sinônimo de sociologia ou ciências sociais; alguns cursos emprestam pesadamente das ciências sociais e políticas, enquanto outros são criados de forma independente para as escolas.
Este tema aparece no programa de diferentes países com um conteúdo semelhante, mas com nomes diferentes. Um exemplo é o assunto Estudos Liberais, ou da antiga Humanidades Integradas da Hong Kong.
Referências[editar | editar código-fonte]
- ↑ «Sobre o Conselho Nacional para os Estudos Sociais». Consultado em 2009-08-31.
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Os Estudos Sociais para os pequenos ajudam-nos a crescer socialmente, a se localizarem em seus espaços geográficos e no tempo cronológico, dentro do processo evolutivo da humanidade. Por meio dos Estudos Sociais, a criança consegue perceber-se como um ser social.
O educador deve escolher metodologias adequadas à idade e os conceitos devem ser abordados de maneira gradativa e interligada, com respeito ao estágio de desenvolvimento do pensamento da criança e suas experiências para trabalhar esta área do saber.
Para abordar a noção intuitiva do tempo, por exemplo, o educador pode utilizar os exemplos baseados nas atividades que o aluno exerce pela manhã, tarde e noite. Bem como estabelecer diferenças entre presente, passado e futuro; fazer a criança perceber que os marcos do passado permanecem no presente; oportunizar o raciocínio de que é possível planejar os rumos do futuro; e, trabalhar a noção de duração de tempo, explorando as ações que podem ocorrer simultaneamente em diferentes espaços.
Ao falar sobre o tempo, o educador poderá explorar a ideia de que o homem constrói sua história a todo o momento, assim como as características específicas de cada época e local e o conceito de que a espécie humana se relaciona com a natureza e dela se apropria, criando espaços diferenciados e produzindo riquezas.
O educador pode oportunizar aos alunos a observação dos elementos que compõem a paisagem: terra, água e ar; os fatos da sociedade e sua interação com a natureza; conduzir os alunos na observação de estatísticas de produção, circulação e consumo de mercadorias; observar a distinção do espaço natural do espaço cultural; realizar análise de diferentes espaços (casa, escola, bairro, etc.); as interdependências entre bairros, municípios e paises; representar cartograficamente, etc.
Para que o educador desenvolva no aluno a capacidade de observar, comparar e sistematizar diferenças e semelhanças que existem no conjunto dos elementos naturais e sociais, é preciso que ele explore a compreensão dos alunos para os múltiplos aspectos da realidade, de modo que proporcione a eles a formação de um autoconceito.
Outros objetivos importantes para induzir os alunos à reflexão e análise da realidade são: estabelecer o conhecimento e reconhecimento de si entre o grupo de pessoas que convive com ele; perceber diferentes raças, classes sociais e profissões; conhecer organizações políticas; estimular trabalho em grupo e cooperativo; conhecer as formas de organização do trabalho; analisar quem produz e quem participa dessa produção; analisar a distribuição de riquezas produzidas.
Em suma, ao abordar os conceitos dos Estudos Sociais, assim como nas outras áreas do currículo escolar, o educador deve estimular o aluno a pensar, ensinando que: a atenção é pré-requisito para qualquer atividade, pois o aluno só terá condições de observar se estiver atento; a observação é ver com olhos diferentes daqueles que estamos acostumados a usar. É parar para enxergar detalhes, examinar a fim de descobrir. Observar é dar início ao processo de investigação; e os objetivos dos trabalhos devem estar claros à criança que vai executar a atividade.
Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL
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