A mitologia grega foi retomada e revista nas artes e nos campos intelectuais dos séculos posteriores àqueles em que tinha se originado, e a preservação de seus mitos contribuiu fundamentalmente na compreensão do ser humano enquanto figura do humanismo.[185][186] Em Linguagem e Mito, o filósofo Ernst Cassirer afirma que "[...]a mitologia irrompeu com mais força nos tempos mais antigos da história do pensamento humano, mas nunca desapareceu por inteiro".[187] Sendo assim, os mitos gregos influíram, indiscutivelmente, na filosofia, na parapsicologia, e nas consciências educacionaisecológicas e sobre nós mesmos.[188][189][190][191] Na psicologia, especificamente, os simbolismos da mitologia grega representam um papel fundamental: os psicólogos associam a borboleta à estreita relação entre a mente do homem e a sua natureza espiritual, bem como a transformação, alma, libertação, sorte, sensualidade, e psiquê[192] (cuja origem vem do grego psyché).[193] Muito antes, contudo, os gregos representavam a alma humana como uma borboleta para dar-lhe o significado simbólico de transformação e da passagem da vida corpórea para a vida espiritual.[193][194]Portanto, muitos dos conceitos atuais se apoiaram em heranças que a mitologia da Grécia nos legou. Para Mircea Eliade, "os mitos gregos, efetivamente, narram não apenas a origem do Mundo, dos animais, das plantas e do homem, mas também de todos os acontecimentos primordiais em consequência dos quais o homem se converteu no que é hoje um ser mortal, sexuado, organizado em sociedade, obrigado a trabalhar para viver, e trabalhando de acordo com determinadas regras."[195]
Maria Lucia Gili Massi,[196] chefe da área de desenvolvimento de recursos humanos, apontou numa entrevista de maio de 2005, que os "mitos ajudam a entender relações humanas."[196] Para o professor de Literatura e História da Arte Fábio Brazil,[197] conhecer os mitos, "sejam eles polinésios, tupinambás, maias, sumérios ou gregos não é o estudo de um fenômeno local e temporal, é o estudo e conhecimento da resposta simbólica do homem diante da natureza interna e externa à sua psique [...]", e reforça que os mitos gregos "[são] para nós um ato de autoconhecimento."[197] Segundo Brazil, através dessa convenção olhar o mito pela face da religião fará com que olhemos também seus desdobramentos na história e na arte; se olharmos o mito pela face da arte, olharemos, inevitavelmente, seus desdobramentos na religião e na história e, por último, se o olharmos através da história, inevitavelmente seremos obrigados a olhá-lo também na arte e na religião.[197] Para o francês Lévi-Strauss, fundador da antropologia estruturalista,[198] as narrativas míticas, com seu poder de fascinar por meio de heróis audaciosos, ainda são fontes de vigor, resistência, e de referência para os ocidentais.[199] No livro O Cru e o Cozido (2004), Strauss afirma que os mitos gregos são vantajosos por serem capazes de configurarem-se em "analogias universais que, independentes da língua materna de cada um, podem ser familiares a todos nós."[199]

Influência[editar | editar código-fonte]

Artes[editar | editar código-fonte]

Europa e América do Norte[editar | editar código-fonte]

O Nascimento de Vênus, deBotticelli (c. 1485–1486, Uffizi,Florença) é uma Venus Pudica revivida para um novo ponto de vista da antiguidade pagã: muitos a compreendem como o resumo do espírito renascentista.[7]
A ampla adoção do cristianismo no Ocidente não freou a popularidade dos mitos greco-romanos. Com o redescobrimento da antiguidade clássico no Renascimento, a poesia de Ovídio se converteu em influência importante para a imaginação dos poetas, dramaturgos, músicos e artistas ocidentais.[200] Desde os primeiros anos do Renascimento, personalidades como Leonardo da VinciMichelângelo e Rafael retrataram os temas pagãs da mitologia grega adicionando temas cristianos mais convencionais.[200]Mediante o latim e as obras de Ovídio, os mitos gregos influenciaram poetas medievais e renascentistas como PetrarcaBoccaccio e Dante, na Itália.[7]
No Norte da Europa, a mitologia grega nunca alcançou a mesma importância nas artes visuais, mas sua influência na literatura foi colossal. Os mitos gregos produziram efeitos na imaginação inglesa de nomes como Chaucer e John Milton e seguiu em destaque de Shakespeare à Robert Bridges, no século XXRacine da França e Goethe daAlemanha reviveram os dramas do teatro grego antigo, re-interpretando os mitos mais antigos.[7][200]
Embora o iluminismo tenha estendido por toda a Europa uma reação contra os mitos gregos, estes continuaram sendo importante fonte de material para os dramaturgos, incluindo os autores de libretos de muitas óperas, como Händel e Mozart.[200] Em finais do século XVIII, o romantismo proporcionou aumento no entusiasmo da cultura grega, incluindo a mitologia. Na Grã-Bretanha, novas traduções em cima das tragédias gregas e das obras de Homero inspiraram poetas (como Alfred TennysonKeatsByron eShelley) e pintores contemporâneos (como Lord Leighton e Lawrence Alma-Tadema).[200] Em épocas mais recentes, os temas clássicos foram re-interpretados pelos dramaturgos Jean AnouilhJean Cocteau e Jean Giraudoux na França, Eugene O'Neill nos Estados Unidos e T.S. Eliot na Grã-Bretanha, e por novelistas como James JoyceAndré Gide.[7]

Brasil e Portugal[editar | editar código-fonte]

Em Camões, a mitologia serve como "oficina de imagens; corpo poético para a revelação de forças hostis ou benéficas da natureza, das relações sociais e do coração humano; e veículo da fé do poeta num Deus único, eterno e superior aos homens".[201]
A mitologia grega foi utilizada pelos lusófonos de forma expressiva e ampla, sendo aproveitada em campos como a música, a literatura e notavelmente o teatro, refletindo as características de seus mitos com os aspectos sociais condizentes com seu tempo. Em sua magnum opus Os LusíadasLuís de Camões modelou sua linguagem adotando a mitologia grega com o intuito de ordenar e enfatizar seu poema.[201] Camões acreditava que poetizar a mitologia era dar "uma unidade de ação e um enredo dinâmico ao seu poema e usufruir do sentido autônomo de beleza que as imagens possuem".[202] Sua obra é vista como tentativa de converter os mitos em termos de realidade histórica, servindo-se doestilo clássico para elevar os ideais do cristianismo.[203] Certos críticos observam que Camões atribui a Vênus características harmoniosas e de organização para representar o espírito do Ocidente, enquanto que Baco é a corporização do espírito do Oriente, com características vaidosas e desorganizadas.[201] Seu estilo é visto como espécie sem definições definitivas.[204]
Monteiro Lobato — apaixonado pela influência que a cultura grega sobrepôs na língua portuguesa[205] — explorou a tradição da mitologia grega cumprindo seus projetos ligados ao público infanto-juvenil (dessa forma, a obra de Lobato foi norteada através de sua compreensão de que o mito grego era o alimento do espírito, algo que ele especifica no mito nacional do Saci).[206] Lobato, cuja intertextualidade dá-se por meio de linguagem simples (às vezes incluindo definições de vocábulos),[205] retomou temas mitológicos em obras como O Minotauro e Os Doze Trabalhos de Hércules, adotando uma linguagem infantil em ambas as obras. Suas intenções eram transmitir mensagens sobre famíliaeducação eimaginação, ao mesmo tempo que mostrava "o maravilhoso [do mundo mitológico]" como a "pueril mágica do cotidiano". Antes de Lobato, a intertextualidade já se dava por meio doPadre Antonio Vieira, que escrevia seus sermões em território brasileiro, utilizando muitas vezes as figuras de Narciso, de Midas e das Parcas para referir-se à vaidade, a avareza e amorte, explicando: "Só uma coisa há que não pode passar, porque o que nunca foi, não pode deixar de ser, e tais parece que foram as fábulas que neste mesmo tempo se inventaram e fingiram."[207] Inspirado pelas Metamorfoses de OvídioCruz e Silva produziu doze metamorfoses, inteiramente influenciado pelo mito grego.[208]
Em Vinicius, a mitologia aparece como um meio de dizer sobre amor,paixão e música
Na poesia, destacam-se: Prosopoéia, de Bento Teixeira (poeta fascinado por Camões),[170] cuja estrofe XV faz referência à Proteu;[209] Marília de Dirceu, escrito por Tomás Antônio Gonzaga no século XVIII, época em que o Arcadismo retomava o costume de citar textos da Grécia clássica, onde Gonzaga diz, "[...] O terno corpo despido/ E de Amor, ou de Cupido…";[210] Vozes D'África, poema do baiano Castro Alves, em que ele cita Prometeu,[211] incluindo hipérboles e comparações ao seu estilo romântico; o poema Helena, de Luiz Delfino, onde há alusões aHelena de TroiaParos e à Grécia antiga;[212] Augusto dos Anjos, adepto do Simbolismo e com seu pessimismo típico, evoca a figura da Quimera no poema Versos Íntimos,[213] onde há uma espécie de angústia perante o século novo e a ameaça da Primeira Guerra Mundial;[174] o poema do Modernismo Bacanal, de Manuel Bandeira, onde Bandeira cita o nascimento do vinho e do teatro, com a figura de Dionísio, além de saudar: "Evoé Baco!",[214] e — finalmente — Carlos Drummond de Andrade com o poema Rapto, onde o evoca a cena bizarra de Ganimedes sendo raptado pelo Deus Júpiter na porta de uma boate carioca.[215][216]
Vinicius de Moraes escreveu Orfeu da Conceição originalmente em 1942, reescreveu seu texto em 1955, e a peça só foi montada em 1956 no Rio de Janeiro.[217] A peça baseia-se no mito de Orfeu, que descia até Hades com Eurídice cantando docemente para que os mortos deixassem os dois passarem.[218] Aproveitando os dotes musicais que os gregos antigos atribuíam a Orfeu, cantor e instrumentista da lira, Moraes fez de seu Orfeu um condutor de bonde e sambista que mora num morro do Rio de Janeiro.[217] A obra de Vinicius, que é vista como uma tentativa de unir o drama com a poesia lírica,[217] rendeu o álbum musical Orfeu da Conceição com as músicas da peça, uma adaptação ítalo-franco-brasileira famosa e premiada para o cinema intitulada Orfeu Negro, sob a direção de Marcel Camus, e também um de seus grandes sucessos com Tom Jobim: a canção "Se Todos Fossem Iguais a Você".[217][219] Aliás, a peça marcou o início da amizade e da produção artística dos dois,[220][221] sendo esse acontecimento, para Vinicius, o ponto principal dos resultados obtidos por ele em sua composição da obra.[219]
A obra de Saramago, como a deChico Buarque, adota a mitologia para falar de política e situações contemporâneas
Oduvaldo Viana Filho adaptou para a televisão brasileira o texto de Medeia, do grego Eurípedes, e, a partir dessa produção, Chico Buarque de Holanda e Paulo Pontesrecuperaram o mito de Medeia ao escreverem um musical intitulado Gota d'água (1975),[222] retratando o abandono que Joana, a personagem principal, sofre pelo marido, e as consequências trágicas que a levam a assassinar os próprios filhos numa favela do Rio de Janeiro, à semelhança de Medeia, que os assassinou após ser deixada porJasão.[218] Ambientada numa área urbana do Rio de Janeiro, a tragédia incorporava em seu texto mais de quatro mil versos,[222] e sua primeira encenação teve Bibi Ferreirano papel principal.[222] Gota d'água, de Buarque e Pontes, é vista como drama que tenta focalizar a realidade brasileira da década de 1970 e sua desigualdade social, a resistência de sua democracia durante sua ditadura militar,[223] e sua política autoritarista,[224] bem como os temas mais universais como a traiçãomoralidade e o amor(presentes no original grego). José Saramago, em território português, publicou O Homem Duplicado em 2002, revestindo o mito de Anfitrião a um estilo pós-morderno ao narrar as consequências que o personagem Tertuliano vem a sofrer por ter perdido sua individualidade após se envolver com uma cultura alienante e massificadora.[218]Através desse enredo, Saramago propõe uma reflexão sobre política e cidadania e estabelece uma intertextualidade moderna e criativa da mitologia grega.[218]

Neopaganismo e resgate[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Religião na Grécia Antiga
Neopaganistas helênicos doSupremo Conselho dos Gentios Helenos no festival anual Prometheia, Grécia, junho de 2006
Com o advento do neopaganismo, surgiram grupos de homens da Grécia moderna interessados em resgatar os mitos gregos e adorá-los como religião e verdade. De fato, esse grupo neopagão não os vê como mitos e não veneram o que hoje conhece-se como "mitologia grega", e sim são resgatadores da religião da Grécia Antiga. Ododecateísmo (também chamado de neopaganismo helênico) desde a década de 1990 tenta reviver as práticas religiosas da Grécia Antiga. Este movimento, por vezes englobado dentro de um mais amplo chamado reconstrucionismo politeístico helênico, prega o politeísmo, a ortopraxia, e reconhece os doze deuses olímpicos (ZeusHera,PosidãoApoloÁrtemisAfroditeAresHefestoAtenaHermesDeméterHéstia e Dionísio), embora dentro do dodecateísmo tenham surgido grupos e/ou organizações menores que preferem focar seus rituais em um deus ou deuses específicos. O Supremo Conselho dos Gentios Helenos (em grego, Ύπατο Συμβούλιο των Ελλήνων Εθνικώνou YSEE) se estabeleceu em 1997 e está rapidamente se tornando a organização preeminente que representa a religião em todo o mundo helênico. Não se sabe ao certo quantos adeptos existem dentro do neopaganismo helênico, contudo sabe-se que há uma comunidade significativa nos Estados Unidos e que cerca de 2.500 pessoas participaram do festival anual chamado Prometheia de 2005, promovido pelo YSEE. Mesmo tradições que não sofram influência direta do mundo grego se interessam pela mitologia grega. É o caso da Wicca que, embora foque na religião celta e no culto bruxo, possui adeptos ecléticos que simpatizam com antigos conceitos de mentecorpo eespírito legado da filosofia grega.[225] Com a primeira evidência de uma prática pagã de bruxaria nos anos 30 (hoje reconhecida como Wicca),[226][227] na Inglaterra, diversos grupos pelo país, em Norfolk,[228] Cheshire[229] e outros, estavam abertos a influências de diversas outras fontes como o romantismo, as religiões asiáticas e também a mitologia grega.[230]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Ir para cima Período Geométrico: trata-se de uma fase da arte grega, que data de 900 a 800 a.C., caracterizada por pinturas em vasos.
  2. Ir para cima Prometeu Acorrentado: o texto da peça está em domínio público e pode ser lido em pdf ou em html através das seguinte ligações: Prometeu Acorrentado (html)Prometeu Acorrentado (pdf). Ligação externa: Ebooks Brasil.org.

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Literária (gregas, romanas, e brasileiras)
Trata-se da bibliografia literária citada no corpo do presente artigo:
Principal (em portuguêsinglês e espanhol)
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  • ROBERT, F. A Literatura Grega. Trad. G. C. Cardoso de Souza. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
  • PRIETO, M. H. U. Dicionário de Literatura Grega. Lisboa: Verbo, 2001.

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