sexta-feira, 25 de novembro de 2016

MATA SECA

mata seca[1] é um tipo de vegetação florestal com predomínio de árvores caducifólias, que perdem suas folhas durante a estação seca.
Alguns termos relacionados, mas não exatamente sinônimos, incluem "floresta estacional",[2] "mata mesófila",[3] "mata de planalto",[4] "matas pluviais do interior"[5] e "mata atlântica do interior".[6]
O Decreto Federal nº 6660, de 2008, que regulamenta a Lei da Mata Atlântica (Lei Federal nº 11.428, de 2006), classifica a Mata Seca como Floresta Estacional Decidual, incluindo-a como disjunção do Bioma da Mata Atlântica.
Apesar da classificação legal da Mata Seca como Mata Atlântica, muitas das comunidades guardam similaridades florísticas com a Caatinga e com o Cerrado (ex., Cerradão), podendo apresentar grande número espécies xerófitas no sub-bosque. Geralmente, essa vegetação está associada a solos e afloramentos calcários.

Tipos[editar | editar código-fonte]

Tipos de floresta estacional, de acordo com o IBGE (2012):[7]

Referências

  1. Ir para cima Ribeiro, J. F.; Walter, B. M. T. Fitofisionomias do bioma Cerrado. In: Sano, S. M.; Almeida, S. P. de. Cerrado: ambiente e flora. Planaltina: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, Centro de Pesquisa Agropecuária dos Cerrados - CPAC, 1998. p. 89-166.
  2. Ir para cima WALTER, B. M. T. (2006). Fitofisionomias do bioma Cerrado: síntese terminológica e relações florísticas. Tese de Doutorado, Universidade de Brasília, [1].
  3. Ir para cima «Mata Mesófila»Área de Proteção Ambiental de Descalvado (www.apadescalvado.cnpm.embrapa.br). Embrapa. Consultado em 2010-10-13.
  4. Ir para cima Leitão Filho, H.F. 1987. Consideração sobre a florísitca de florestas tropicais e subtropicais do Brasil. Revista IPEF 35:41-46, [2].
  5. Ir para cima Ferri, M. G. (1980). Vegetação Brasileira. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: EDUSP. [3].
  6. Ir para cima Jordão, S. (2011). A contribuição da geomorfologia para o conhecimento da fitogeografia nativa do estado de São Paulo e da representatividade das Unidades de Conservação de Proteção Integral. Tese de Doutorado em Ciências, Universidade de São Paulo, PDF.
  7. Ir para cima IBGE (2012). Manual Técnico da Vegetação Brasileira. 2a ed. Rio de Janeiro: IBGE. Disponível em: [4].

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Pennington, R.T., Lewis, G.P., Ratter., J.A. (eds.) (2006). Neotropical Savannas and Seasonally Dry Forests: Plant Biodiversity, Biogeographic Patterns and Conservation. Boca Raton: CRC Press, [5].
  • Salis, S. M., Shepherd, G. J., & Joly, C. A. (1995). Floristic comparison of mesophytic semideciduous forests of the interior of the state of São Paulo, Southeast Brazil. Vegetatio 119(2): 155-164, [6].
  • Schumacher, M. V. et al. (Org.). A floresta estacional subtropical: caracterização e ecologia no rebordo do Planalto Meridional. Santa Maria: Pallotti, 2011. 320 p.
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