A veracidade das histórias sobreviventes sobre o reinado de Nero é duvidosa, pois não sobreviveram fontes bibliográficas contemporâneas ao imperador. As primeiras histórias existentes mostram-se críticas demais ou são uma série de louvores.[151] Além disso, a credibilidade dos relatos fica também embaçada pela presença de acontecimentos fantásticos e inverossímeis, sendo muitas as contradições que podemos encontrar entre os diferentes autores.[152] Porém, estas fontes perdidas serviram de base para próximas gerações de historiadores.[153]
Alguns historiadores conhecidos, como Fábio RústicoClúvio Rufo e Plínio o Velho, escreveram condenando o reinado de Nero em relatos que se perderam.[154] Também foram escritas histórias sobre ele, de datas anteriores à sua ascensão ao trono, embora se desconheça o seu conteúdo.[155]
A maior parte do conhecido sobre Nero foi escrito por TácitoSuetônio e Dião Cássio, todos da classe senatorial ou aristocrática. Tácito e Suetônio escreveram as suas obras mais de cinquenta anos depois da sua morte, enquanto Dião Cássio o fez 150 anos depois. Estes historiadores contradizem-se numa série de eventos da vida do imperador, como a morte de Cláudio, a morte de Agripinila e o Grande Incêndio de Roma de 64, embora emitam uma condenação comum ao imperador.
Por outro lado, fontes diferentes às citadas acrescentam uma visão limitada e variada sobre o imperador, embora poucas sejam favoráveis. Alguns de eles, porém, retratam-no como um imperador competente e popular entre o povo romano, especialmente no Oriente.
Com a chegada ao poder do imperador Constantino I no século IV e o seu édito de Milão, a influência cristã cresceu em Roma, o que finalmente contribuiu para reforçar a visão negativa de Nero como perseguidor dos cristãos.

Dião Cássio[editar | editar código-fonte]

Dião Cássio (155 - 229) foi filho de Cássio Aproniano, senador romano. Passou a maior parte da sua vida sob o serviço público. Foi senador durante o reinado de Cômodo e governador de Esmirna após a morte de Septímio Severo. Serviu como cônsul suffecto e como governador proconsular da África e Panônia.
Os Livros LJI-LJIII da sua obra, a História Romana, descrevem o reinado de Nero. Apenas sobreviveram uns poucos fragmentos destes livros, e os que sobreviveram foram abreviados e alterados por João Xifilino, um monge bizantino do século XI.

Dião Crisóstomo[editar | editar código-fonte]

Dião Crisóstomo (40 - 120), historiador e filósofo grego, relata na sua obra que o povo romano era feliz com o governo de Nero, e que consideravam que teria de reinar indefinidamente. A plebe ansiou a sua volta quando faleceu e perseguiu os impostores do imperador que buscavam usurpar o trono.[156]

Epiteto[editar | editar código-fonte]

Epiteto (55 - 135) foi o escravo do escrivão de Nero, Epafrodito. Realiza um par de comentários negativos sobre o caráter de Nero na sua obra, embora não analise o seu governo. Descreve Nero como um mimado, um iracundo e um infeliz.

Flávio Josefo[editar | editar código-fonte]

O historiador Flávio Josefo acusou outros historiadores de vilipendiar Nero.
O historiador Flávio Josefo (37 - 100), apesar de descrever Nero como um tirano, também recolhe a existência de parcialidade nos relatos sobre o imperador. Josefo indica, sobre outros historiadores:
Cquote1.svgOmitirei uma série de discursos que relataram a vida Nero; alguns deles devido a que, pelos seus favores pessoais, tergiversaram a verdade ao seu favor, e os de outros que, por vingança e por ódio, mentiram.[157]Cquote2.svg

Marco Aneu Lucano[editar | editar código-fonte]

Embora mais poeta do que historiador, Lucano (39 - 65) é um dos historiadores cujos relatos se mostram mais favoráveis com Nero. Descreve a paz e a prosperidade que experimentou o Império sob o reinado de Nero, em contraste com as anteriores guerras e conflitos. Ironicamente, Lucano (também sobrinho de Sêneca, o antigo preceptor de Nero) participou na conspiração de Pisão e foi consequentemente executado.[158]

Filóstrato o Velho[editar | editar código-fonte]

Filóstrato o Ateniense (172 - 250) fala da vida de Nero em Apolônio de Tiana (Livros IV-V). Ainda que em geral fale mal de Nero, reconhece a sua popularidade no leste .

Plínio, o Velho[editar | editar código-fonte]

A história de Nero por Plínio, o Velho (24 - 79) não sobreviveu. Contudo, existem várias referências na sua grande obra Naturalis Historiæ, na que descreve o imperador como "inimigo da humanidade". Plínio é, portanto, um dos historiadores que pior opinião dá sobre Nero.[159]

Plínio, o Jovem[editar | editar código-fonte]

Plínio, o Jovem (62 - 113), assim como o seu tio Plínio o Velho, tem uma visão totalmente negativa de Nero :
Cquote1.svgViu alguém mais abjeto e covarde que Marco Régulo depois da morte de Domiciano, em cujo reinado cometera infâmias não menores que as realizadas sob Nero, embora menos conhecidas?[160]Cquote2.svg

Plutarco[editar | editar código-fonte]

O historiador Plutarco (46 - 127) menciona indiretamente a Nero nos seus relatos sobre as vidas de Galba e Otão. Embora o descreva como um tirano, não tem uma opinião muito mais favorável dos seus sucessores.

Sêneca, o Jovem[editar | editar código-fonte]

Não é de estranhar que Sêneca, o Jovem (4 - 65), na sua condição de tutor e assessor do imperador, descreva Nero como um bom imperador.[161]

Suetônio[editar | editar código-fonte]

Suetônio (69 - 130) foi um historiador romano e membro do ordo equester, desempenhou os cargos de superintendente das bibliotecas públicas e responsável pelos arquivos. Quando foi despedido em 121 por Adriano, começou a escrever biografias de imperadores, recreando-se nos aspectos anecdóticos e sensacionalistas.
As partes da sua biografia sobre Nero que sobreviveram são abertamente hostis, e embora o governo de Nero possa racionalizar tal hostilidade, alguns historiadores modernos questionam a exatidão da sua obra. Por exemplo, a seguinte citação, que se tomou tradicionalmente como um sinal da loucura do imperador, poderia ser simplesmente propaganda.
Cquote1.svgCastrou o jovem Esporo e tratou de fazer dele uma mulher, de fato casou-se com ele com todas as cerimônias habituais, incluindo um dote e um véu nupcial, levou-o para a sua casa e tratou-o como a sua esposa. Esporo arranjava-se como as melhores imperatrizes, passeava pela cidade em liteira e beijava Nero em público.[162]Cquote2.svg
O povo romano chegou a dizer certa vez, que teriam melhor sorte se a esposa de Domício Ahenobarbo fosse assim.

Tácito[editar | editar código-fonte]

Os Annales de Públio Cornélio Tácito (56 - 117) oferecem-nos o relato mais abrangente e detalhado do governo de Nero, apesar de estar incompleto após 66 d.C., Tácito mostra-se crítico com Nero, porque, ao contrário do restante dos historiadores, não se fundamenta em rumores sensacionalistas ou pura propaganda. O historiador descreve o governo da dinastia júlio-claudiana como medíocre em geral. Apesar de tudo, considera que os escritos sobre o imperador são subjetivos.
Cquote1.svgAs biografias de AugustoTibérioCalígula e Nero foram falsificadas por meio do terror durante o seu reinado, e após a sua morte, foram escritas sob o ressentimento da tirania.[163]Cquote2.svg

Cronologia de Nero[editar | editar código-fonte]

Árvore genealógica[editar | editar código-fonte]

Legenda
descende
adoção
casamento1, 2ordem das esposas
MAIÚSCULOimperadores (ou ditador perpétuo, no caso de Júlio César)

Notas e referências

  1. Ir para cima A data do nascimento de Nero é citada por Suetônio em Vidas Dos Doce Césares, Vida de Nero 6 (do site LacusCurtius). A data da sua morte é incerta, talvez devido a Galba ter sido declarado imperador antes do falecimento de Nero. Estabelece-se em 9 de junho a data da morte do imperador partindo da obra de Jerônimo de EstridãoCrônicas. Pela sua vez, Dião Cássio e Flávio Josefo estabelecem a data em 11 de junho respectivamente nas suas obras História romana e A guerra dos judeus
  2. Ir para cima foi, de fato, o último imperador da dinastia júlio-claudiana
  3. Ir para cima O historiador Suetônio, na sua obra A vida dos doze césares, estabelece que Nero se suicidou 49; Sulpício Severo, baseando-se em fragmentos das obras de Tácito, põe em dúvida que Nero se suicidasse. A visão de Sulpício Severo, na sua obra Crônica, é compartilhada pelo historiador britânico T.D. Barnes nos seus trabalhos "The Fragments of Tacitus' Histories" e Classical Philology (1977), p.228
  4. Ir para cima Galba criticou a luxúria de Nero em audiências públicas e privadas durante a sua rebelião. Nos Annales de Tácito I.16; Kragelund, Patrick, "Nero's Luxuria, em Tácito e em OctaviaThe Classical Quarterly, 2000, pp. 494-515
  5. Ir para cima As referências ao matricídio de Nero aparecem nos Oráculos Sibilinos, na obra de Geoffrey Chaucer Canterbury Tales, e em Hamlet 3.ii, de William Shakespeare
  6. Ir para cima Segundo Suetônio, na sua obra A vida dos doze césares, enquanto Roma era consumida pelo grande incêndio do 64, Nero estava compondo com a sua lira 38; Para uma explicação mais pormenorizada ver M.F. Gyles "Nero Fiddled while Rome Burned", The Classical Journal (1948), p. 211-217 [1]
  7. Ir para cima Os únicos que o fazem são Lucano Guerra Civil, Sêneca Da Clemência e Dião Crisóstomo Discursos, além das lógicas inscrições monetárias imperiais
  8. Ir para cima Tácito, Histórias I.4, I.5, I.13, II.8; Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 57, Vida de Otão 7, Vida de Vitélio 11; Filóstrato, Vida de Apolônio de Tiana 5.41; Dião Crisóstomo, Discurso XXI, Da Beleza
  9. Ir para cima para O Grande Incêndio e as perseguições cristãs ver F.W. Clayton, "Tacitus and Christian Persecution", The Classical Quarterly, pp. 81-85; B.W. Henderson, Life and Principate of the Emperor Nero , p. 437; em geral mostram-se contrários a Nero, cfr. Edward Champlin, Nero, Cambridge, MA : Harvard University Press, 2003, p. 36-52 (ISBN 0-674-01192-9)
  10. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 1
  11. ↑ Ir para:a b c Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 6
  12. ↑ Ir para:a b c Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 5
  13. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XII.66; Dião Cássio, História Romana LJI.34; Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Cláudio 44; Flávio Josefo, Antiguidades dos Judeus XX.8.1
  14. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Calígula 29
  15. Ir para cima Flávio Josefo, Antiguidades dos Judeus XIX.1.14XIX.2.4
  16. Ir para cima Flávio Josefo, Antiguidades dos Judeus XIX.3.2
  17. ↑ Ir para:a b Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Cláudio 26
  18. ↑ Ir para:a b c Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Cláudio 27
  19. Ir para cima Tácito, Annales XII.25
  20. Ir para cima Tácito, Annales XII.26
  21. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XII.41
  22. Ir para cima Tácito, Annales XII.58
  23. Ir para cima Dião Cássio e Suetônio alegam que Nero conhecia o assassinato. Dião Cássio História Romana LJI.35, Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 33; Tácito e Flávio Josefo só mencionam Agripinila como a assassina, Tácito, Annales XII.65, Flávio Josefo, Antiguidades dos Judeus XX.8.1
  24. Ir para cima Augusto fora-o aos 35, Tibério aos 56, Calígula aos 25 e Cláudio aos 50
  25. Ir para cima Segundo Dião Cássio, "A princípio, Agripinila governou sobre todos os assuntos do Império", depois "Sêneca e Burro tomaram todo o poder nas suas mãos", mas "após a morte de Britânico, Sêneca e Burro foram deslocados" (55) Dião Cássio História Romana LJI.3-7
  26. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XIII.5
  27. Ir para cima Tácito, Annales XIII.13
  28. Ir para cima Tácito, Annales XIII.12
  29. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XIII.14
  30. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XIII.15
  31. Ir para cima Tácito, Annales XIII.16
  32. Ir para cima Tácito, Annales XIII.16; Flávio Josefo, Antiguidades dos JudeusXX.8.2; Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 33; Dião Cássio, História Romana LJI.7
  33. Ir para cima Tácito, Annales XIII.18-21
  34. Ir para cima Tácito, Annales XIII.23
  35. Ir para cima Dião Cássio, História Romana LJI.10
  36. Ir para cima Dião Cássio, História Romana LJI.7
  37. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XIII.46
  38. Ir para cima Tácito, Annales XIV.1
  39. Ir para cima Dawson, Alexis, "Whatever Happened to Lady Agrippina?", The Classical Journal, 1969, p. 254
  40. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Otão 3
  41. Ir para cima Rogers, Robert, Heirs and Rivals to Nero, Transactions and Proceedings of the American Philological Association, Vol. 86. (1955), p. 202. Silana acusa Agripinila de tentar pôr Plauto no trono em 55, Tácito, Annales XIII.19; Tácito, Annales XIV.12; Plauto exilou-se em 60, Tácito, Annales XIV.22
  42. Ir para cima Tácito, Annales XIV.51
  43. Ir para cima Tácito, Annales XIV.52
  44. Ir para cima Tácito, Annales XIV.64
  45. Ir para cima Tácito, Annales XIV.48
  46. Ir para cima Tácito, Annales XIV.49
  47. Ir para cima Tácito, Annales XIV.65
  48. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XIII.4
  49. Ir para cima Tácito, Annales XV.51
  50. Ir para cima Donato and Seefried (1989), p. 55.
  51. ↑ Ir para:a b Champlin, 2005, p.145
  52. Ir para cima Ancient History Sourcebook: Suetonius: De Vita Caesarum--Nero, c. 110 C.E.
  53. Ir para cima Cassius Dio Roman History: LXII, 28 - LXIII, 12-13
  54. ↑ Ir para:a b Dictionary of Greek and Roman Biography and Mythology (em inglês). [S.l.]: C. C. Little and J. Brown; [etc., etc. ], 1849. p. 897. vol. 3.
  55. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XIII.7
  56. Ir para cima Tácito, Annales XIII.8
  57. Ir para cima Tácito, Annales XIII.9
  58. Ir para cima Tácito, Annales XIII.10
  59. Ir para cima Tácito, Annales XIII.42
  60. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XIII.55
  61. Ir para cima Tácito, Annales XIII.56
  62. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XIV.36
  63. Ir para cima Tácito, Annales XV.1
  64. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XV.4
  65. Ir para cima Tácito, Annales XV.19
  66. Ir para cima Tácito, Annales XV.21
  67. ↑ Ir para:a b c d e Tácito, Annales XV.38
  68. ↑ Ir para:a b Dião Cássio História Romana LJII.23
  69. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 53; Gibbon, Edward, História da Decadência e Ruína do Império Romano Vol. I, Cap. VI
  70. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XIII.25
  71. Ir para cima Aurélio Víctor compara o governo de Trajano com os cinco primeiros anos de reinado de Nero. Aurelius Vitor The Style of Life and the Manners of the Imperitors 5; O anônimo autor do Epitome de Caesaribus também compara os dois imperadores Autor incertoEpitome De Caesaribus 5
  72. Ir para cima Tácito, Annales XIII.28
  73. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 17
  74. Ir para cima Tácito, Annales XIII.26
  75. Ir para cima Tácito, Annales XIII.27
  76. Ir para cima Tácito, Annales XIV.45
  77. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XIII.50
  78. ↑ Ir para:a b c Tácito, Annales XIII.51
  79. ↑ Ir para:a b c Tácito, Annales XIV.20
  80. ↑ Ir para:a b Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 12
  81. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XIV.21
  82. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XV.18
  83. Ir para cima Tácito, Annales XV.29
  84. ↑ Ir para:a b c Tácito, Annales XV.43
  85. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XV.45
  86. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XV.42
  87. Ir para cima Flávio Josefo, A guerra dos judeus III.10.10
  88. Ir para cima Tácito, Annales XVI.3
  89. Ir para cima Suetônio A vida dos doze césares, Vida de Nero 18; Marco Aneu Lucano Farsália (Guerra Civil) (c. 65)[2]
  90. Ir para cima Tácito, Annnales XIV.29
  91. Ir para cima Tácito, Annales XIV.31
  92. Ir para cima Tácito, Annales XIV.31-38
  93. Ir para cima Tácito, Annales XIV.39
  94. Ir para cima Tácito, Annales XV.49
  95. Ir para cima Tácito, Annales XV.50
  96. Ir para cima Tácito, Annales XV.55
  97. Ir para cima Tácito, Annales XV.70
  98. Ir para cima Tácito, Annales XV.60-62
  99. Ir para cima Flávio Josefo, A guerra dos judeus II.13.7
  100. Ir para cima Flávio Josefo, A guerra dos judeus III.1.3
  101. Ir para cima Flávio Josefo, A guerra dos judeus VI.10.1
  102. Ir para cima Flávio Josefo, A guerra dos judeus VII.1.1
  103. Ir para cima Dião Cássio História Romana LJIII.22
  104. ↑ Ir para:a b c d Dião Cássio História Romana LJIII.24
  105. ↑ Ir para:a b c d Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Galba 5
  106. Ir para cima Dião Cássio História Romana LJIII.49
  107. ↑ Ir para:a b c d e f Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 49
  108. ↑ Ir para:a b c Tácito, Histórias I.5
  109. ↑ Ir para:a b c d e Tácito, Histórias I.2
  110. ↑ Ir para:a b Tacito, Annales XV.40; Suetônio pela sua vez declara que o incêndio durou seis dias e sete noites, A vida dos doze césares, Vida de Nero
  111. Ir para cima Plínio, o Velho Naturalis HistoriæXVII.1.5
  112. Ir para cima Suetônio, Vida de Nero 38; Dião Cássio, História Romana LJII.16
  113. ↑ Ir para:a b c d e Tácito Annales XV.44
  114. Ir para cima Décimo Júnio Juvenal escreveu que Roma sofreu numerosos incêndios durante a sua vida, Sátiras 3.7, 3.195, 3.214
  115. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Tito 8
  116. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 38; Dião Cássio História Romana LJII.16
  117. ↑ Ir para:a b c Tácito, Annales XV.39
  118. Ir para cima Tácito, Annales XIV.14XIV.16
  119. Ir para cima Filóstrato, Vida de Apolônio de Tiana 4.39; Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Vitélio 11
  120. ↑ Ir para:a b Tácito, Annales XV.33
  121. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares Vida de Nero 21
  122. Ir para cima Tácito, Annales XVI.4; Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Vitélio 11; Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 1021
  123. Ir para cima Tácito, Annales XIV.15; Dião Cássio, História Romana LJI.19
  124. Ir para cima Filóstrato, Vida de Apolônio de Tiana 5.7
  125. ↑ Ir para:a b c Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 24
  126. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 25
  127. Ir para cima Suetônio A vida dos doze césares, Vida de Nero 2324
  128. Ir para cima Dião Cássio, História Romana LJIII.22
  129. Ir para cima Dião Cássio, História Romana LJIII.49
  130. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 48
  131. Ir para cima Dião Cássio, História Romana LJIII.29
  132. Ir para cima Dião Cássio, História Romana 63
  133. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 57
  134. ↑ Ir para:a b c Tácito, Histórias I.4
  135. Ir para cima Filóstrato, Vida de Apolônio de Tiana 5.41
  136. Ir para cima Carta de Apolônio ao imperador Vespasiano, Filóstrato, Vida de Apolônio de Tiana 5.41
  137. Ir para cima M. T. Griffin, Nero (1984), p. 186; Edward Gibbon, História da Decadência e Ruína do Império Romano Vol. I, Cap. III
  138. Ir para cima Champlin (2003), p. 29.
  139. ↑ Ir para:a b John Pollini, Revisão de Mutilaction and Transformation : Damnatio Memoriae and Roman Imperial Portraiture por Eric R. VarnerThe Art Bulletin (September 2006).
  140. Ir para cima Champlin (2003), pp. 29–31.
  141. Ir para cima Tácito, Histórias I.6
  142. Ir para cima Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Galba 9
  143. Ir para cima Tácito, Histórias I.13
  144. ↑ Ir para:a b Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Otão 7
  145. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Vitélio 11
  146. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 57; Tácito Histórias II.8; Dião Cássio, História Romana LXVI.19
  147. ↑ Ir para:a b Tácito, Histórias II.8
  148. Ir para cima Dião Cássio, História Romana LXVI.19
  149. Ir para cima Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Nero 57.
  150. Ir para cima Agostinho de Hipona, Cidade de Deus XX.19.3
  151. Ir para cima Tácito, Annales I.1; Flávio Josefo, Antiguidades dos judeus XX.8.3; Tácito, Vida de Cneu Júlio Agrícola 10; Tácito, Annales XIII.20
  152. Ir para cima Tácito, Annales XIII.20; Tácito, Anales s XIV.2
  153. Ir para cima Tácito, Annales XIII.20; Flávio Josefo Antiguidades dos judeusXIX.1.13
  154. Ir para cima Tácito, Annales XIII.20
  155. Ir para cima Tácito, Annales I.1; Flávio Josefo Antiguidades dos judeus XX.8.3
  156. Ir para cima Dião Crisóstomo, Discurso XXI, Da beleza
  157. Ir para cima Flávio Josefo Antiguidades dos judeus XX.8.3
  158. Ir para cima Marco Aneu Lucano, Farsália (Guerra Civil) (c. 65)
  159. Ir para cima Plínio, o Velho, Naturalis Historiæ VII.8.46
  160. Ir para cima Plínio, o Jovem, Cartas, I.5.1.
  161. Ir para cima Sêneca,Apocolocyntosis 4
  162. Ir para cima Suetônio, Vidas dos Doze Césares, Vida de Nero 28
  163. Ir para cima Tácito, Annales I.1

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Fontes secundárias[editar | editar código-fonte]

  • Champlin, Edward. Nero (em inglês). [S.l.]: Harvard University Press, 2005. 346 p. ISBN 9780674018228
  • Fenandeza Uriel, Pilar e Palop, Luis, Nero : A imagem deformada, (2000), Aldebarão Ediciones, Madrid, ISBN 978-84-95414-01-4.
  • Kleiner, Fred S., The Arch of Nero in Rome : a study of the Roman honorary arch before and under Nero , (1985), Giorgio Bretschneider, Rome.
  • Griffin, Miriam T. Nero : The End of a Dynasty . New Heavem, CT; Londom : Yale University Press, 1985 (hardcover, ISBN 0-300-03285-4); Londom; New York : Routledge, 1987, ISBN 0-7134-4465-7.
  • Warmington, Briam Herbert. Nero : Reality and Legend (Ancient Culture and Society) , Londom, Chatto & Windus, 1969 (hardcover, ISBN 0-7011-1438-X); New York : W.W Norton & Company, 1970 (paperback, ISBN 0-393-00542-9); New York : Vintage, 1981 (paperback, ISBN 0-7011-1454-1).

Narrativa histórica[editar | editar código-fonte]

  • Cláudio O Deus de Robert Graves. Segunda parte da biografia do imperador Cláudio. Na obra contam-se espisódios da vida do novo futuro imperador.
  • Nero de Philip Vandenberg. Biografia muito completa do imperador Nero.
  • SPQR : O Senador de Roma de Mika Waltari (Editorial Edhasa, Barcelona, 2007, ISBN 978-84-350-0631-6). Trata da vida de um senador romano à época de Nero.
  • Quo Vadis de Henryk Sienkiewicz. O argumento desenvolve-se em pleno reinado de Nero.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Precedido por :
Cláudio
Imperador romano
5468
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Galba
Precedido por :
Marco Acílio Avíola e Marco Asínio Marcelo
Cônsul do Império Romano com Lúcio Antíscio Veto
55
Sucedido por :
Quinto Volúsio Saturnino e Públio Cornélio Léntulo Cipião
Precedido por :
Quinto Volúsio Saturnino e Públio Cornélio Léntulo Cipião
Cônsul do Império Romano
57-58
com
Lúcio Calpúrnio Pisão (57)
Marco Valério Messala Corvino
Sucedido por :
Caio Vipstano Aproniano e Caio Fonteio Capito
Precedido por :
Caio Vipstano Aproniano e Caio Fonteio Capito
Cônsul do Império Romano com Coso Cornélio Léntulo
60
Sucedido por :
Públio Petrônio Turpiliano e Lúcio Cesênio Peto