EU ANGICO E SUAS LENDAS HOJE APOS 3 DIAS AUSENTE E VIAGEM VOLTO A PUBLICAR E HOJE FAÇO UM CONTO DIFERENTE SOBRE NOSSA CULINÁRIA QUERO QUE O MUNDO TENHA ORGULHO E DEGUSTE A NOSSA CULINÁRIA NORDESTINA:
bate as clarasem neveacrescenta o açucar e bate ate alcancar o ponto de suspiro. coloque as gemaso leite de coco,o coco ralado e a manteiga derretida e por ultimo a farinha de tapioca.
bater so as claras com o açuacar na batedeira,o restante e com colher de pau.
Arroz doce: 1 de arroz ½ de açúcar 1 (chá) de casca de limão ralada 3 fatias médias de abacaxi em calda 1 litro de leite 1 pitada de sal Manteiga
Creme de ovos: 2 (chá) de farinha de trigo 3 (sopa) de açúcar 1 (chá) de leite 3 gemas
Arroz doce: Cozinhar o arroz no leite, juntar o açúcar, a pitada de sal, a casca do limão e reservar. Untar bem uma forma desmontável ou, um prato refratário e dispor no fundo as fatias de abacaxi sem a calda, salpicar com flocos de manteiga e cobrir com o arroz-doce com creme de ovos. Levar ao forno médio por 30 minutos.
Creme de ovos: Bater as gemas com o açúcar, e a farinha, juntar o leite e levar ao fogo baixo, mexendo com uma de pau, sem deixar ferver. Quando a ficar untada, o creme está pronto, juntar ao arroz.
Sobre a receita: Com esta moqueca todo mundo vai achar que você passou horas cozinhando. Fácil e rápida você pode adaptar e acrescentar o ingrediente que preferir, como o azeite de dendê por exemplo.
Em uma frigideira adicione o azeite e em seguida a cebola picada. Refogue bem até que a cebola esteja macia.
Em seguida adicione o alho e refogue por mais dois minutos.
Adicione o pimentão, o tomate e o leite de coco. Com uma colher continue mexendo até que o leite comece a ferver. Isso evitará que o leite de coco corte.
Quando o leite começar a ferver adicione o sal e pimenta, o colorau e os camarões.
Depois que os camarões estiverem rosados deixe cozinharem por apenas 5 minutos para que eles não fiquem borrachudos.
Desligue o fogo e adicione o coentro.isso e um pouco do muito que somos
EU HOJE FALO SOBRE A INCAPACIDADE DE CONVÍVIO EM SOCIEDADE A QUE EU HOJE EU FALO E DAR NOS NERVOS DOS QUE O CONVÍVIO ESSES DIAS ALGUÉM PARA POR ALGO TOLO TENTAR INRITARME E FOI POR MIM DEIXADO DE LADO TIRADO DO MEU WHATS E CASO ESQUECIDO SEI LA ACHEI TOLA A IDEIA E ESQUECE HOJE RECEBE UM RECADO E VÊ QUE AS PESSOAS NÃO ENTENDE FOI NADA E ASSIM LIGUEI EDUCADAMENTE E A PESSOA AO MANDAR UM RECADINHO DO CORAÇÃO NADA HAVER AGOR SE EU TENHO AS CONVERSA TEVE O QUE FOI FALADO A AMEAÇAR ALGUM E OU SEJA FALAR QUE NÃO FOI AJUSTIÇA POR RESPEITO A OUTRAS PESSOAS ACHANDO QUE ISSO IA ASSUSTAR ALGUÉM QUE TANTO TEM APARO PELA JUSTIÇA E TAMBÉM CONHECE LEIS E SE PASSAR EM PROFUNDO AI EU PERGUNTO MEU DEUS SE VOCÊ NÃO TEM CONHECIMENTO EM ALGO PRA QUE MEXER COM QUEM TEM DOMÍNIO TOTAL , EU QUE JA NÃO SOU DE BRIGAS APENAS FUI LA E TIREI TODA FAMÍLIA DO MEU FACE E WHA ZAP ISSO E ALGO QUE NA BOA NÃO SE FAZ NÃO SE AMEAÇA NINGUEM POR QUE SE TEMOS RAZÃO CHEGANDO TROCAMOS IDEIA SOMOS EDUCADOS ASSIM TUDO SE RESOLVE AGORA AGIR DESSA FORMA SO MIM DA UM CERTEZA FALTA DE TATO PARA COM AS PESSOAS E ISSO E ALGO QUE PODE SIM TRAZER GRANDES PROBLEMAS A QUEM FAZ SEI LA A MAIORIA DAS PESSOAS NÃO SABE COMO AGIR NUNCA FAÇA ALGO ASSIM POR QUE NO CASO DO WHATS QUEM ÁGIL DAQUELA FORMA EU PERCEBE QUE ERA ALGO ATITUDE QUE NÃO VALIA APENA NEM RESPONDER E OUTRA COISA TENHO CONTROLO E ATE DOS VIDEOS QUE EU RECEBO E NÃO ENVIO OU FALO COM NIMGUEM DO MEUS MEIOS DE COMUNICAÇÃO VIRTUAL SEM APESSOA PRIMEIRO FALAR COMIGO AI SEI LA SENTO QUE O MUNDO ESTA PREPARADO APENAS PARA UMA COISA UMS TENTAREM DESTRUIR A PAZ DOS QUE VIVEM NO SEU MUNDINHO A TODOS TRATAM COM EDUCAÇÃO MAS VIVEM NA SUA ACHO QUE O MUNDO DEVERIA TER TOTAL MUDANÇA FEITA PELO PAI DOS CÉUS E O QUE EU PENSO
Febre chikungunya tem sinais que lembram dengue; conheça doença
Infecção provoca febre repentina e dores intensas nas articulações. Vírus transmitido por mosquito já foi contraído por 20 brasileiros no exterior.
Mariana LenharoDo G1, em São Paulo
Vírus Chikungunya pode ser transmitido por dois tipos de mosquitos: o 'Aedes aegypti' (no alto) e o 'Aedes albopictus' (Foto: Douglas Aby Saber/ Fotoarena-AFP/EID Mediterranee)
A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa "aqueles que se dobram", em referência à postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doença causa.
Em compensação, comparado com a dengue, o novo vírus mata com menos frequência. Em idosos, quando a infecção é associada a outros problemas de saúde, ela pode até contribuir como causa de morte, porém complicações sérias são raras, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Este ano, já houve 20 casos da infecção notificados no Brasil desde maio, de acordo com o Ministério da Saúde. Mas, até o momento, todos são importados: 19 pacientes contraíram o vírus no Haiti e um, na República Dominicana. Isso significa que não há evidências de que o vírus esteja circulando entre os mosquitos do país.
Segundo o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, a maioria dos casos são de pessoas que fazem parte da missão brasileira no Haiti: soldados, missionários e profissionais da saúde. Os pacientes são dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Rio Grande do Sul e Paraná. Saiba mais detalhes sobre a doença:
Como as pessoas pegam o vírus? Por ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, a infecção pelo chikungunya segue os mesmos padrões sazonais da dengue, de acordo com o infectologista Pedro Tauil, do Comitê de Doenças Emergentes da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
O risco aumenta, portanto, em épocas de calor e chuva, mais propícias à reprodução dos insetos. Eles também picam principalmente durante o dia. A principal diferença de transmissão em relação à dengue é que o Aedes albopictus também pode ser encontrado em áreas rurais, não apenas em cidades.
Onde o vírus está circulando? De acordo a OMS, o vírus já vinha circulando nos últimos anos pela África e pela Ásia, principalmente no subcontinente indiano. Mais recentemente, foram identificados casos na Europa. Em dezembro do ano passado, a doença chegou ao Caribe – a primeira ocorrência de surto nas Américas. Até o momento, não existe registro de nenhum caso transmitido dentro do Brasil.
O chikungunya tem subtipos diferentes, como a dengue? Diferentemente da dengue, que tem quatro subtipos, o chikungunya é único. Uma vez que a pessoa é infectada e se recupera, ela se torna imune à doença. Quem já pegou dengue não está nem menos nem mais vulnerável ao chikungunya: apesar dos sintomas parecidos e da forma de transmissão similar, tratam-se de vírus diferentes.
Quais são os sintomas? Entre quatro e oito dias após a picada do mosquito infectado, o paciente apresenta febre repentina acompanhada de dores nas articulações. Outros sintomas, como dor de cabeça, dor muscular, náusea e manchas avermelhadas na pele, fazem com que o quadro seja parecido com o da dengue. A principal diferença são as intensas dores articulares.
Foto de 30 de junho mostra Delimene Saint Lise com sua filha Gisline, de 2 anos, que foi infectada pelo vírus Chikungunya em Porto Príncipe, no Haiti (Foto: AP Photo/David McFadden)
Em média, os sintomas duram entre 10 e 15 dias, desaparecendo em seguida. Em alguns casos, porém, as dores articulares podem permanecer por meses e até anos. De acordo com a OMS, complicações graves são incomuns. Em casos mais raros, há relatos de complicações cardíacas e neurológicas, principalmente em pacientes idosos. Com frequência, os sintomas são tão brandos que a infecção não chega a ser identificada, ou é erroneamente diagnosticada como dengue.
Segundo Barbosa, é importante observar que o chikungunya é "muito menos severo que a dengue, em termos de produzir casos graves e hospitalização".
Tem tratamento? Não há um tratamento capaz de curar a infecção, nem vacinas voltadas para preveni-la. O tratamento é paliativo, com uso de antipiréticos e analgésicos para aliviar os sintomas. Se as dores articulares permanecerem por muito tempo e forem dolorosas demais, uma opção terapêutica é o uso de corticoides.
De acordo com Tauil, da SBI, os serviços de saúde brasileiros já estão preparados para identificar a doença. "Provavelmente quem vai receber esses casos são reumatologistas. Já escrevemos artigos voltados para esses profissionais, orientando-os a ficar atentos a pessoas provenientes de áreas em que há transmissão", diz o infectologista. Pessoas que apresentarem os sintomas citados e estiverem voltando de áreas onde existe a transmissão do vírus, como o Caribe, devem comunicar o médico.
Apesar de haver poucos riscos de formas hemorrágicas da infecção por chikungunya, recomenda-se evitar medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (aspirina) nos primeiros dias de sintomas, antes da obtenção do diagnóstico definitivo.
Como se prevenir? Sobre a prevenção, valem as mesmas regras aplicadas à dengue: ela é feita por meio do controle dos mosquitos que transmitem o vírus.
Portanto, evitar água parada, que os insetos usam para se reproduzir, é a principal medida. Em casos específicos de surtos, o uso de inseticidas e telas protetoras nas janelas das casas também pode ser aconselhado.
Quando surgiu o vírus? O vírus chikungunya foi identificado pela primeira vez entre 1952 e 1953, durante uma epidemia na Tanzânia. Mas casos parecidos com essa infecção – com febres e dores nas articulações – já haviam sido relatados em 1770.
Na Ásia, a doença foi detectada pela primeira vez em 1960, durante um surto na Tailândia, e durante as décadas de 1960 e 1970, na Índia. Em 2007, foram identificados os primeiros casos de transmissão na Europa, no norte da Itália. Em dezembro de 2013, o vírus finalmente chegou à América, quando casos foram identificados na ilha de São Martinho (ou Saint-Martin), nas Antilhas. Atualmente, existe um surto da doença em vários países do Caribe.
Que medidas preventivas o governo brasileiro adotou? Desde o ano passado, quando foram confirmados os primeiros casos de chikungunya no Caribe, o Ministério da Saúde começou a elaborar um plano de contingência do vírus para o Brasil. "Existe a possibilidade de transmissão em todo local que há mosquitos vetores", explica o secretário Barbosa.
O plano consiste em promover uma redução drástica da população de mosquitos nos arredores de onde os casos são identificados e orientar médicos, assistentes e profissionais de laboratórios de referência sobre como reconhecer um caso suspeito. Atualmente, seis laboratórios do país são capazes de fazer o teste para detectar o novo vírus.
Em 2010, o Brasil já tinha recebido três casos da doença do exterior: dois surfistas que foram infectados na Indonésia e uma missionária, na Índia.
Novo vírus transmitido pelo mosquito da dengue pode chegar ao país em breve
O Brasil continua a ter uma alta incidência de dengue, cujo vírus é transmitido pelo "Aedes aegypti" e "Aedes albopictus", os mesmos mosquitos que transmitem a Chikungunya
Uma equipe de pesquisadores franceses e brasileiros alerta que o vírus Chikungunya está prestes a invadir e se tornar uma epidemia sem precedentes nas Américas, de acordo com a pesquisa publicada no "Journal of Virology", publicado pela Sociedade Americana de Microbiologia.
Apesar de ainda ser uma doença desconhecida no país, os riscos de uma epidemia de proporções catastróficas nas Américas são impulsionados pela Copa do Mundo, que será realizada no Brasil em junho e julho, o que significa pessoas vindo de outros países ou cidades para ver os jogos em Estados de diferentes regiões do país.
"O Brasil continua a ter uma alta incidência de dengue, cujo vírus é transmitido peloAedes aegypti e Aedes albopictus, os mesmos mosquitos que transmitem a Chikungunya", afirma um dos pesquisadores, o epidemiologista Ricardo Lourenço de Oliveira, do Instituto Oswaldo Cruz, do Rio de Janeiro.
A base de suas preocupações é o estudo no qual ele e seus colaboradores compararam a capacidade de 35 populações das duas espécies Aedes transmitir três genótipos diferentes de Chikungunya. Essas populações variam nas Américas seja em Buenos Aires, na Argentina, ou em Tyson, Missouri, perto de St. Louis, nos Estados Unidos. Mesmo num clima temperado como no Missouri, o Aedes albopictus foi encontrado por ter uma elevada capacidade de difusão e transmissão de dois dos três genótipos do Chikungunya.
Dores e incapacidade
A doença pode causar dor articular grave, que por vezes pode levar à incapacidade permanente, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. A mortalidade é de uma pessoa a cada 1.000. A tradução do nome do vírus reflete a condição de muitos dos atingidos: Chikungunya quer dizer "curvar-se ou contorcer-se ou aquele que se dobra" no idioma makonda da Tanzânia.
"A Chikungunya manifesta-se com uma fase febril aguda que dura de dois a cinco dias, seguida de uma doença prolongada que afeta as articulações das extremidades. Uma parte dos infectados pode desenvolver a forma crônica da doença, com a permanência dos sintomas, que podem durar entre seis meses e um ano", alertou o infectologista Jessé Reis Alves, responsável pelo Check-up do Viajante do Fleury Medicina e Saúde, em uma entrevista para o UOL em fevereiro deste ano.
A primeira transmissão de Chikungunya relatada nas Américas foi em dezembro de 2013, na ilha caribenha de St. Martin. Em fevereiro do mesmo ano, a doença se espalhou para nove países do Caribe.
"O perigo dos vírus da Chikungunya se espalhar pelas regiões tropicais, subtropicais e temperadas, mesmo das Américas, é maior do que nunca", diz Oliveira. "Nossos resultados mostraram que as Américas são muito receptivas e vulneráveis à transmissão do CHIKV [vírus chikungunya] e estão extremamente expostas à ocorrência de uma epidemia imediata, uma vez que a maioria das regiões está altamente infestada pelos dois vetores", alerta o pesquisador.
"Este vírus está bastante presente na Ásia e apareceu com força no Caribe. Já tivemos casos no Brasil, de pessoas que viajaram e trouxeram o vírus. Corremos riscos se receber pessoas infectadas. Apesar de ser mais arrastada e debilitante, no início a doença lembra a dengue, por isso preocupa, pois os profissionais da saúde podem confundi-las", diz Alves.
Conheça doenças que podem se tornar mais frequentes durante a Copa 11 fotos
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CHIKUNGUNYA: desconhecida no país, é transmitida aos seres humanos por mosquitos do gênero Aedes e causa uma doença com sintomas semelhantes aos da dengue. Manifesta-se com uma fase febril aguda que dura de dois a cinco dias, seguida de uma doença prolongada que afeta as articulações das extremidades. Uma parte dos infectados pode desenvolver a forma crônica da doença, com a permanência dos sintomas, que podem durar entre seis meses e um ano. "Este vírus está bastante presente na Ásia e apareceu com força no Caribe. Já tivemos casos no Brasil, de pessoas que viajaram. Corremos riscos se recebermos pessoas infectadas. Apesar de ser mais arrastada e debilitante, no início ela lembra a dengue, por isso preocupa, pois os profissionais da saúde podem confundi-las", alerta o infectologista Jessé Reis Alves, responsável pelo Check-up do Viajante do Fleury Medicina e Saúde Leia maisVincent Robert/IRD/AFP
Doenças negligenciadas
Lucio Freitas, coordenador do Laboratório de Bioensaios do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), do CNPEM, está focado em avançar as pesquisas relacionadas a doenças negligenciadas. Segundo ele, no Brasil, esses males seriam: doença de Chagas, doença do sono, leishmaniose, malária e dengue, que continuam atingindo grande número de pessoas.
Além delas, O LNBio está voltando seus esforços também contra a Chikungunya (CHIKV) ou "febre tropical", como Freitas a chama. Segundo ele, a CHIKV estava no coração da África há 30 anos e, agora, a história se repete, a exemplo da dengue.
Ele conta que o vírus mostrou seu poder de adaptação. Ele foi identificado pela primeira vez na Tanzânia, em 1952. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), desde 2005 quase dois milhões de casos foram informados na Índia, na Indonésia, nas Maldivas, em Mianmar e na Tailândia. Houve epidemias da doença na ilha francesa de Reunião, a leste de Madagascar, em 2006, e no norte da Itália, em 2007.
Exportação
"Europeus, japoneses e australianos têm doenças típicas do Brasil. Isso acontece porque o brasileiro exporta essas doenças mesmo sem querer. Os mosquitos transmissores estão se adaptando a outras regiões (e não mais só as de clima tropical) devido ao aquecimento global, por isso áreas mais populosas estão tendo casos de malária, como China e Índia, que também sofrem com Chikungunya", diz o pesquisador.
Isso despertaria o interesse das farmacêuticas para investir em pesquisas de doenças negligenciadas, porque é estratégico, na opinião de Freitas.
"Não tinha como prever essas doenças 20 anos atrás. A Coreia do Sul é um país inteligente que investe em pesquisas sobre doenças negligenciadas sem ter essas doenças no país porque tem visão de que é um mercado rentável", conta ele, lembrando que Reino Unido e Austrália também estão competindo com pesquisas relacionadas ao Chikungunya, mas só o Brasil tem triagem secundária.
As primeiras triagens avaliam a ação de milhares de compostos contra um só tipo de determinada doença. As substâncias, avaliadas como promissoras nestes primeiros testes, seguem para os ensaios secundários. Estes ensaios testam essas substâncias pré-selecionadas contra vários tipos da doença estudada. No caso da dengue, por exemplo, os ensaios secundários testam os compostos promissores contra os quatro sorotipos da doença. Desta forma, aumenta-se a chance de obtenção de um fármaco eficaz contra diferentes variedades de uma mesma doença.
"Chikungunya vai estar, em pouco tempo, onde hoje o mosquito da dengue está, nas projeções do CDC americano (Center for Disease Control and Prevention – Centro de Controle e Prevenção de Doenças), e o Brasil será muito afetado com isso. Com o aquecimento global, algumas áreas que estavam protegidas estão sendo infectadas. Existem casos de Chikungunya em que as pessoas ficam de 3 a 12 meses de cama", adverte Freitas.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu, nesta terça-feira, um alerta para a possibilidade de o vírus chikungunya se espalhar pelo Brasil e por outros países da América, após causar epidemias na Ásia, África, Europa e Caribe. A doença tem sintomas parecidos com a dengue e também é transmitida pelo Aedes aegypti. Um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur revela que, em cidades populosas como o Rio de Janeiro, onde há grande infestação do mosquito, por exemplo, o risco de disseminação da virose é muito grande.
Segundo o pesquisador do IOC e coordenador do estudo, Ricardo Lourenço, a preocupação aumentou no continente americano após a identificação de um caso suspeito de chikungunya na ilha de Saint Martin, no Caribe, em dezembro do ano passado. Casos no Brasil já foram registrados, mas todos importados de outros países. “Desde 2004, o vírus vem se alastrando pelo mundo e já houve registro de casos importados no Brasil, envolvendo pessoas que viajaram para outros países. A transmissão em solo brasileiro ainda não ocorreu, mas a pesquisa recém concluída revela que há um risco real e é preciso agir para evitar uma epidemia grave, uma vez que os mosquitos transmissores são os mesmos da dengue”, alerta Lourenço.
Além do Aedes aegypti, outro mosquito da mesma família, o Aedes albopictus também é capaz de transmitir o vírus da chikungunya. Em uma pesquisa com mosquitos desse tipo encontrados no Rio de Janeiro, foi constatado que 97% deles conseguem realizar a transmissão após picar alguém contaminado. O estudo constatou que o inseto é capaz de realizar esse processo apenas dois dias depois de ser infectado.
Não existe vacina, nem remédio para combater a chikungunya. O tratamento da doença também é semelhante ao da dengue, com hidratação constante e medicamentos para aliviar as dores, que costumam atingir músculos, articulações e cabeça, e podem perdurar por vários dias e pode até levar o paciente a óbito. A única maneira de evitar essa doença é impedir a reprodução do mosquito. “Além da dengue, que é um risco constante no Brasil, há agora um novo motivo para as autoridades e a população reforçarem as ações contra os mosquitos vetores, que são os mesmos”, explica Lourenço.
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NASCE NO ANGICO E ATE HOJE EU ESTOU POR QUE EU AMO VIDA NA ROÇA PAZ QUE REINA POIS NA CIDADE E MUITA POLUIÇÃO SONORA E MUITO MAIS VIOLÊNCIA E AS VEZES SOMOS ATE MEIO EVASIVOS POIS EU HOJE TENHO MEDO EM FALAR POR QUE SAIR DA ROÇA PRA MIM SIGNIFICA SAIR PERDENDO ALGO EM TUDO SOMOS TODO QUE TEMOS E FAZEMOS PARA TER PAZ
A Vaquinha Deficiente.
Nas minhas andanças pelo município de Santa Bárbara, fotografando coisas da roça para publicar no Blog e na Fan Page de “VIDA NA ROÇA”, ao chegar no Distrito de Barra Feliz, vi um gado passeando pelas ruas do distrito, devido a estiagem geralmente o dono desta criação que já não tem mais pasto e nem recursos, costuma soltar o gado para pastar em lotes vagos e quando começa a anoitecer, recolhe o gado novamente, mas eu fiquei surpreso ao deparar com uma vaquinha com deficiência física, ou seja, ela tem uma anormalidade nas patas dianteiras como podem ver na foto e no vídeo, o pior é que a novilha preta é filha dela e ainda não foi desmamada.
Eu fico pensando, se esta vaquinha engordar, será que as patinhas deformadas dela aguentaria o peso?