quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

COISAS BOAS TEMPOS BONS

HOJE ACORDEI AS 6:30 DA MANHAM COM UM CANTO NOVO O DAS AVES QUE GOJEIAVAM PELA ALEGRIA DE TANTOS DIAS DE TANTA CHUVA QUE DEUS ENVOU A NOS TENHO NOTADO O VERDE CADA DIA MAIS E MAIS TOMANDO CONTA DO MEU ANGICO TORTO TENHO PASSADO MUITO TEMPO FORA DO ANGICO SO QUE AO RTORNAR VEJO COM ALEGRIA  QUE A VIDA VOLTOU A MIM FAZER NOVAS PARTES FELIZES EU SOU ANGICO EU SOU VIDA SOU SONHO SOU CALMA SOU VIRA SORTE EM TUDO COM A CHUVA QUE VEM E MIM FAZ SORRIR TENHA  UM EXELENTE DIA Não exija dos outros o que eles não podem lhe dar, mas cobre de cada um a sua responsabilidade. Não deixe de usufruir o prazer, mas que não faça mal a ninguém. Não pegue mais do que você precisa, mas lute pelos seus direitos.
Não olhe as pessoas só com os seus olhos, mas olhe-se também com os olhos delas. Não fique ensinando sempre, você pode aprender muito mais. Não desanime perante o fracasso, supere-se o transformando em aprendizado.
Não se aproveite de quem se esforça tanto, ele pode estar fazendo o que você deixou de fazer. Não estrague um programa diferente com seu mau humor, descubra a alegria da novidade. Não deixe a vida se esvair pela torneira, pode faltar aos outros…
O amor pode absorver muitos sofrimentos, menos a falta de respeito a si mesmo! Se você quer o melhor das pessoas, dê o máximo de si, já que a vida lhe deu tanto. Enfim, agradeça sempre, pois a gratidão abre as portas do coração.
 Eu sempre achei que a pior coisa da vida era chegar ao fim dela sozinho. Hoje sei que, na realidade, a pior coisa é terminar a vida cercado de pessoas que fazem você se sentir sozinho.
 Não é necessário melhorar a aparência, adquirir muita cultura, aumentar o salto do sapato, levantar mais o nariz. Precisamos diminuir o barulho, caminhar mais devagar, prestar atenção a quem chega, abaixar a cabeça e colocar a humildade pra funcionar. Somos grandes, quando somos pequenos.
 Quem deixa para depois o que pode fazer logo, perde o que nunca mais vai encontrar: o tempo.
 Às vezes é necessário excluir pessoas, apagar lembranças, jogar fora o que machuca, abandonar o que nos faz mal, se libertar de coisas que nos prendem… Espere sempre o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier. Ouse, arrisque, não desista jamais e saiba valorizar quem te ama, esses sim merecem seu respeito. Quanto ao resto, bom, ninguém precisou de resto para ser feliz.
 Há momentos em nossas vidas em que o mundo parece estar parado. Tudo parece estar distante de nós, ou quem sabe, nós parecemos estar distantes de tudo. Momentos onde nos sentimos vazio, mesmo estando rodeado de pessoas. Momentos onde nada parece ser tão importante, tudo parece ter perdido o seu sentido.
As coisas parecem estar todas foras do lugar, no peito uma dor, um aperto, uma aflição sem um por quê aparente. Bate uma forte vontade de sumirmos. Uma falta de um algo que nem mesmo sabemos o que é. Um desejo muito forte de nos refugiar e nos reservar em um lugar isolado, distante, bem distante! Um desejo de se calar, uma vontade involuntária de chorar… De gritar…
Neste momento os desesperos nos sobrevém com muita intensidade e parece ser mais forte que nós mesmos. Nossas forças se esgotam diante da “força” de nossas fraquezas! É difícil, muito difícil permanecer inabalável diante das circunstâncias adversas. Nessas horas, precisamos de uma palavra de conforto, mas tudo parece ser muito complexo, ninguém encontramos, pensamos estar a sós…
Chegamos a pensar até que Deus está insensível aos nossos pedidos. As dificuldades parecem ser gigantes, poderosas, indestrutíveis. O nosso sorriso se esconde, perde seu brilho natural. E esses nossos olhos confinantes, nos entregam, demonstrando escancaradamente o que estamos passando. Hum, esses nossos olhos… Reveladores, eles não mentem. Mesmo que de nossos lábios saiam palavras
contraditórias, as nossas realidades, esses nossos olhos nos entregam, não nos deixam mentir.
Depois dos nossos olhos reveladores, vem o outro nosso grande revelador de segredos, o silêncio. Esse que é capaz de nos falar intimamente. Ele que às vezes fala mais do que muitas palavras, ele que vem acompanhado da tristeza, que nos faz calar, demonstrando a ausência de coisas e momentos bons a serem compartilhados e contados com entusiasmo. E em nós, só nos vem o pensamento de perder e o medo pelo porvir, um medo do amanhã, onde parece que nossos sonhos se frustraram, que jamais se realizaram… Nunca mesmo!
As forças se acabam, o dia escurece e perde todo o seu esplendor. O sol parece não mais esquentar, a lua parece não mais iluminar, o caminho parece não ter fim. Em nossos caminhos os obstáculos aparecem ainda mais altos a cada novo passo. Os espinhos vem nos ferir, as pedras nos fazer tropeçar. Tropeçar e cair em um buraco profundo, para um lugar aparentemente sem fim, para um lugar escuro, frio, assustador, onde caímos e lá ficamos, até que alguém nos veja e nos socorra.
Estando nós lá, após passarmos por tantas dificuldades e por provas intensas, é que paramos para analisar a cada situação minuciosamente, o lugar onde paramos para refletir sobre tudo que já se passou em nossas vidas… Aí então, concluímos que este buraco foi o melhor lugar por onde passamos. Mas como assim? Estamos neste buraco sim! Mas ainda não foi lançada terra sobre ele e se lançada, com ela podemos subir. Se a cada grão de terra lançada continuarmos em movimento, em busca da superfície, pisoteando sempre, jamais ficando parado, senão seremos assim soterrados!
E enquanto isso, podemos perceber que todas as dificuldades não passaram de crescimento e amadurecimento para nossas vidas. Que as feridas que nos foram feitas não produziram morte, mas sim a vida. Que não abateram, mas exaltaram. Nos trouxeram lições de vida e nos mostraram que somos fortes o suficiente para superarmos tudo nesta vida. Que somos mais fortes do que imaginamos, que as dificuldades podem ser pedras de obstáculos ou degraus de uma escada, depende de como as encaramos.
E refletimos que temos motivos muito maiores pra sorrir do que pra chorar. Que podemos ler tudo isto, ou seja, nós enxergamos, falamos, andamos, sentimos… Temos e podemos respirar ar puro e esbanjamos saúde perfeita. E percebemos o principal: que nada merecemos, mas que existe um ser que nos ama incondicionalmente, que nos perdoa sempre, com um amor e carinho inefável. E que nunca, jamais, nos deixou de oferecer tal amor, mesmo sendo nós imerecedores.
Um que nos ama, sem má interpretação. Um que nos ama, sem pedir nada em troca, nada diante de tudo que nos oferece. Nenhum absurdo em merecimento do seu amor, deste amor maravilhoso que ele nos concede! Amor sem injustiças, ciúmes, amor este sem sombra ou variações de dúvidas. Aquele que nos amou primeiro, que nos amou e pronto! E de volta só nos pediu uma coisa: “Aceite meu Amor”. Cabe a nós, somente a nós, sermos justo e gratos a Ele, a este que nos oferece de bom grado, imerecidamente tamanho amor.
Aceitar ou não o seu pedido, aceitar ou ignorá-lo, ai é conosco. O que eu e você estamos esperando? Ele é o refúgio eterno, socorro bem presente, amigo fiel, aquele que tem amor inexplicável para nos dar, amor incondicional, maravilhoso, forte. Você já viu ou ouviu amor maior que este? Creio que não. Duvido muito, pois não existe. Ele deu a vida por mim e por você!
Em meio a todos os momentos difíceis ele te diz:
Estarei contigo todos os dias até à consumação dos séculos. Não temas, porque eu estou contigo! Chamei-te pelo teu nome. Tú és meu. Se passares pelas águas, estarei contigo e quando passares pelos rios, eles não te submergirão. Quando passares pelo fogo, a chama não arderá em ti.
Ele te ama, ele te chama. Tu queres ser amado? Decida-se já!
 Aprendi que não importa o quanto eu me importe, algumas pessoas simplesmente não se importam. Aprendi que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-me de vez em quando, mas eu preciso perdoá-la por isto. Aprendi que falar pode aliviar minhas dores emocionais.
Aprendi que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la. Aprendi que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias. Aprendi que eu posso fazer, em instantes, coisas das quais me arrependerei pelo resto da vida.
Aprendi que o que importa não é o que eu tenho na vida, mas quem eu tenho na vida. Aprendi que os membros da minha família são os amigos que não me permitiram escolher. Aprendi que não tenho que mudar de amigos, e, sim, compreender que os amigos mudam.
Aprendi que as pessoas com quem eu mais me importava na vida me foram tomadas muito depressa. Aprendi que devo deixar sempre as pessoas que amo com palavras amorosas, pois pode ser a última vez que as vejo. Aprendi que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre mim, mas eu sou responsável por mim mesmo.
Aprendi que não devo me comparar aos outros, mas com o melhor que posso fazer. Aprendi que não importa até onde eu chegue, mas para onde estou indo. Aprendi que não importa quão delicado e frágil seja algo, sempre existem dois lados.
Aprendi que vou levar muito tempo para eu me tornar a pessoa que quero ser. Aprendi que eu posso ir mais longe depois de pensar que não posso mais. Aprendi que ou eu controlo meus atos ou eles me controlarão.
Aprendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário, enfrentando as conseqüências. Aprendi que ter paciência requer muita prática. Aprendi que existem pessoas que me amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.
Aprendi que meu melhor amigo e eu podemos fazer muitas coisas, ou nada, e termos bons momentos juntos. Aprendi que a pessoa que eu espero que me pise, quando eu estiver caído, é uma das poucas que me ajudarão a levantar. Aprendi que há mais dos meus pais em mim do que eu supunha.
Aprendi que quando estou com raiva, tenho direito de estar com raiva, mas isto não me dá o direito de ser cruel. Aprendi que só porque alguém não me ama do jeito que eu quero não significa que esse alguém não me ame com tudo que pode. Aprendi que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que eu tive, e o que aprendi com elas, do que com quantos aniversários já celebrei.
Aprendi que nunca devo dizer a uma criança que sonhos são bobagens, ou que estão fora de cogitação, pois poucas coisas são mais humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse em mim. Aprendi que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, tenho que aprender a perdoar a mim mesmo. Aprendi que não importa em quantos pedaços meu coração foi partido, o mundo não para pra que eu o conserte.
Apenas aprendi, as coisas que aprendi na vida!
 A vida é curta. Quebre as regras, perdoe rapidamente, beba lentamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente e nunca se arrependa de nada que te faça sorrir.
Num belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro, chega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposa para ver o lindo caminhão que comprara depois de longos e árduos 20 anos de trabalho. Era o primeiro que conseguia comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada. A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de casa, encontra seu filhinho de seis anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão. Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer. Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados. Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados. Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:
“Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.”
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância. Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele
e que a lataria do caminhão não tinha estragado. Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
“Quer dizer que não está mais bravo comigo?”
É claro que não – respondeu o pai. Ao que o menino pergunta:
“Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?”
Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos. Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos seja irreversíveis. Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

TEMPOS DE CHUVAS EM MEU ANGICO

AQUI EM MEU ANGICO TORTO NOVOS TEMPOS NOVA LUTA ,TENHO ME MIM QUE DEUS EM SUA INFINITA MISERICÓRDIA ESTA TRAZENDO AO MEU SITIO A MINHA VIDA  A MINHA GENTE NOVOS TEMPOS POR QUE JÁ FAZ UM TEMPO QUE A CHUVA TINHA SE IDO E O CALOR TOMAVA CONTA DO MEU LINDO SITIO AQUI AI CIGARRA COMEÇAVA A CANTAR AS 9 DA MANHÃ TAMANHA ERA A TEMPERATURA ATE O BICHINHO SE SENTIA CONFUSO EU AGONIZAVA NÃO GOSTO DE SOL QUENTE VERGONHA PRA MIM POR SER NORDESTINA MAIS VERDADE SEJA DITA SOL QUENTE NÃO FAZ BEM PRA NIMGUEM TENHO NO FUNDO DO MEU CORAÇÃO OFERTADO A DEUS UMA ORAÇÃO EM SILENCIO NA CALADA DA NOITE POR CHUVA PQ NA CHUVA TUDO SE RENOVA AS CHUVAS VEM E EU CADA DIA SINTO MAIS PAZ TRANQUILIDADE EM VER QUE MEU SITIO FOI COBERTO POR UM VERDE TAO PROFUNDO QUE OFUSCA MEUS OLHOS AO LEVANTAR ABRIR A JANELA DO MEU QUARTO PELA MANHA SÃO PEQUENOS  GESTO VINDOS DO CEU PRA QUE EU RECONHEÇA QUE N AMINHA VIDA NA VIDA DO PEQUENO AGRICULTOR SO DEUS PODE  TOMAR CAMINHO TRAZER PAZ FERTILIDADE PROSPERIDADE E VIDA BOM DIA AMIGOS E BOM DOMINGO COM CARINHO ANGICO E SUAS LENDAS



























sábado, 21 de fevereiro de 2015

O CARNAVAL NO BRASIL

A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que, na colônia, era praticada pelos escravos. Estes saíam pelas ruas com seus rostos pintados, jogando farinha e bolinhas de água de cheiro nas pessoas. Tais bolinhas nem sempre eram cheirosas. O entrudo era considerado ainda uma prática violenta e ofensiva, em razão dos ataques às pessoas com os materiais, mas era bastante popular.
Isso pode explicar o fato de as famílias mais abastadas não comemorarem junto aos escravos, ficando em suas casas. Porém, nesse espaço havia brincadeiras, e as jovens moças das famílias de reputação ficavam nas janelas jogando águas nos transeuntes.
Por volta de meados do século XIX, no Rio de Janeiro, a prática do entrudo passou a ser criminalizada, principalmente após uma campanha contra a manifestação popular veiculada pela imprensa. Enquanto o entrudo era reprimido nas ruas, a elite do Império criava os bailes de carnaval em clubes e teatros. No entrudo, não havia músicas, ao contrário dos bailes da capital imperial, onde eram tocadas principalmente as polcas.
A elite do Rio de Janeiro criaria ainda as sociedades, cuja primeira foi o Congresso das Sumidades Carnavalescas, que passou a desfilar nas ruas da cidade. Enquanto o entrudo era reprimido, a alta sociedade imperial tentava tomar as ruas.
Mas as camadas populares não desistiram de suas práticas carnavalescas. No final do século XIX, buscando adaptarem-se às tentativas de disciplinamento policial, foram criados os cordões e ranchos. Os primeiros incluíam a utilização da estética das procissões religiosas com manifestações populares, como a capoeira e os zé-pereiras, tocadores de grandes bumbos. Os ranchos eram cortejos praticados principalmente pelas pessoas de origem rural.
Desenho de Angelo Agostini (1843-1910) mostrando o carnaval no Rio de Janeiro, publicado na Revista Ilustrada, em 1884.
Desenho de Angelo Agostini (1843-1910) mostrando o carnaval no Rio de Janeiro, publicado na Revista Ilustrada, em 1884.
As marchinhas de carnaval surgiram também no século XIX, cujo nome originário mais conhecido é o de Chiquinha Gonzaga, bem como sua música O Abre-alas. O samba somente surgiria por volta da década de 1910, com a música Pelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida, tornando-se ao longo do tempo o legítimo representante musical do carnaval.
Na Bahia, os primeiros afoxés surgiram na virada do século XIX para o XX, com o objetivo de relembrar as tradições culturais africanas. Os primeiros afoxés foram o Embaixada Africana e os Pândegos da África. Por volta do mesmo período, o frevo passou a ser praticado no Recife, e o maracatu ganhou as ruas de Olinda.
Ao longo do século XX, o carnaval popularizou-se ainda mais no Brasil e conheceu uma diversidade de formas de realização, tanto entre a classe dominante como entre as classes populares. Por volta da década de 1910, os corsos surgiram, com os carros conversíveis da elite carioca desfilando pela avenida Central, atual avenida Rio Branco. Tal prática durou até por volta da década de 1930.
Entre as classes populares, surgiram as escolas de samba na década de 1920. As primeiras escolas teriam sido a Deixa Falar, que daria origem à escola Estácio de Sá, e a Vai como Pode, futura Portela. As escolas de samba eram o desenvolvimento dos cordões e ranchos. A primeira disputa entre as escolas ocorreu em 1929.
As marchinhas conviveram em notoriedade com o samba a partir da década de 1930. Uma das mais famosas marchinhas foi Os cabelos da mulata, de Lamartine Babo e os Irmãos Valença. Essa década seria conhecida como a era das marchinhas. Os desfiles das escolas de samba desenvolveram-se e foram obrigados a se enquadrar nas diretrizes do autoritarismo da Era Vargas. Os alvarás de funcionamento das escolas apareceram nessa década.
Em 1950, na cidade de Salvador, o trio elétrico surgiu após Dodô e Osmar utilizarem um antigo caminhão para colocar em sua caçamba instrumentos musicais por eles tocados e amplificados por alto-falante, desfilando pelas ruas da cidade. Eles fizeram um enorme sucesso. Mas o nome somente seria utilizado um ano depois, quando Temistócles Aragão foi convidado pelos dois. Um novo veículo foi utilizado, com a inscrição “Trio Elétrico” na lateral.
O trio elétrico conheceria transformação em 1979, quando Morais Moreira adicionou o batuque dos afoxés à composição. Novo sucesso foi dado aos trios elétricos, que passaram a ser adotados em várias partes do Brasil.
Cena do carnaval em Olinda, Pernambuco.*
Cena do carnaval em Olinda, Pernambuco.*
As escolas de samba e o carnaval carioca passaram a se tornar uma importante atividade comercial a partir da década de 1960. Empresários do jogo do bicho e de outras atividades empresariais legais começaram a investir na tradição cultural. A Prefeitura do Rio de Janeiro passou a colocar arquibancadas na avenida Rio Branco e a cobrar ingresso para ver o desfile. Em São Paulo, também houve o desenvolvimento do desfile de escolas de samba a partir desse período.
Em 1984, foi criada no Rio de Janeiro a Passarela do Samba, ou Sambódromo, sob o mandato do ex-governador Leonel Brizola. Com um desenho arquitetônico realizado por Oscar Niemeyer, a edificação passou a ser um dos principais símbolos do carnaval brasileiro.
O carnaval, além de ser uma tradição cultural brasileira, passou a ser um lucrativo negócio do ramo turístico e do entretenimento. Milhões de turistas dirigem-se ao país na época de realização dessa festa, e bilhões de reais são movimentados na produção e consumo dessa mercadoria cultural.O carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste país. AHistória do Carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.
palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.
Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. AsSaceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.
O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.
O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica.
As associações entre o carnaval e as orgias podem ainda se relacionar às festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam festas dedicadas ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcadas pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.
Havia ainda em Roma as Saturnálias e as Lupercálias. As primeiras ocorriam no solstício de inverno, em dezembro, e as segundas, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias com comidas, bebidas e danças. Os papeis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.
Mas tais festas eram pagãs. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos as festas. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.
Ilustração medieval simbolizando um carnaval do período
Ilustração medieval simbolizando um carnaval do período
A Igreja Católica buscou então enquadrar tais comemorações. A partir do século VIII, com a criação da quaresma, tais festas passaram a ser realizadas nos dias anteriores ao período religioso. A Igreja pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus excessos, antes do período da severidade religiosa.
Durante os carnavais medievais por volta do século XI, no período fértil para a agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam nas ruas e campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens das casas.
Durante o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte, teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença, canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com carros decorados, os trionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam a bauta, uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três pontas e uma máscara branca.
A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que na colônia era praticada pelos escravos. Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais também foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil.







sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

MOMENTO DE FE ATO DE AMOR

EU ANGICO E SUAS LENDAS PODE NESTES ÚLTIMOS DIAS DO ANO VERIFICAR O QUE ES A FE E TAMBÉM O BEM DO ATO DE AMOR  , NO ULTIMO DIA DOIS MEU TIO IDOSO QUE MORA COMIGO TEVE FORTE INFECÇÃO INTESTINAL DETALHE COM SANGRAMENTO NUNCA VÊ ALGO TAO DESESPERADOR QUE MIM FEZ CHORAR TANTA COISA RUIM DEUS PAI FORAM 4 DIAS DE TENTATIVAS PRA  PARA A DIARREIA E NADA AI NO QUARTO DIA EU LEVEI ELE PRA REGIONAL SALGUEIRO DETALHE NO DIA LOTADO O HOSPITAL CHEGAMOS LA AS 11 DA MANHÃ E SO CONSEGUI INTERNÁ-LO
AS 7 E QUARENTA DA NOITE CARA QUE DESESPERO VER ALGUEM COM DIARREIA 75 ANOS TANTO TEMPO SENTADO SO QUE FUI PEDINDO A DEUS E A CADA FONCIONARIO QUE MIM AJUDA SEM A INTERNÁ-LO DETALHE AS 7 E QUARENTA DEU CERTO AI COMEÇOU A LUTA QUE MUITAS HORAS EU CHOREI E SORRI TAVA COM DOIS DIA E NOITE SEM DORI VENDO ELE AGONIZAR COM  ENFERMIDADE PEDI AJUDA PRA EU POEER DESCANÇAR DE UM LADO MIM VIRARAM AS COSTAS DETALHE UM PENSAMENTO MIM FEZ PEDIR A UM ANJO QUE MUITO MIM AJUDAVA PRA BATER EM UM APORTA QUE SE ABRIU DE FORMA TAO LINDA ERA DEUS PURO EM MINHA VID AI QUE VE E TIVE A CERTEZA DEUS TAVA O TEMPO TODO NO COMANDO ACREDITEM QUE  OS MEDICOS E FONCIONARIOS TODOS MIM AJURADARM DE FORMA QUE FOI DEUS PURO TENHOA AGRADECER A DEUS  POR QUE NADA MIM FALTOU TINHA TANTO ANJO EM MINHA VOLTA QU NEM O CANSAÇO MIM DEU MEDO  E HOJE FALO COM MUITO AMOR EU JA TO EM CASA DESDE ONTEM QUANDO DEUS EMVIA OS ANJOS A VITORIA E CERTA E EU TO VOLTANDO COM  ALINGUA AFIADA E ANGICO DE VOLTA COM MUITA VOMTADE DE TRABALHAR
contigo. Me perdoe por todos os momentos que pude agradecer, mas não agradeci. Me perdoe por dar mais tempo a internet, do que a Você. Me perdoe por palavras que poderia dizer para confortar alguém, e não disse. Me perdoe por comprar as minhas coisas e não ofertar a Ti. Me perdoe pelas músicas que ouço e que não acrescentam nada em minha fé. Me perdoe, Senhor, por estar mais preocupada comigo mesma do que com seu Reino. Me perdoe pelo meu egoísmo, pela minha preguiça, pelos meus pensamentos, pela minha gula. Me perdoe por colocar tudo em suas mãos, mas me preocupar mesmo assim. Eu te amo.

Aprendi que devemos sempre agradecer por tudo que acontece em nossas vidas, nunca sabemos o que Deus tem pra nos dar, mas Ele conhece nossos corações, nossos medos e nossas necessidades...