Avon Cosméticos ou simplesmente Avon, é uma empresa norte-americana de cosméticos. Sua história teve início em 1886 quando David McConnell iniciou a Califórnia Perfume Company, em Manhattan, Nova York. O nome Avon, pelo qual ficaria mundialmente conhecida, só surgiu em 1939, inspirado na cidade natal do escritor William Shakespeare, Stratford-upon-Avon. No Brasil ela só apareceu em 1952.
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[esconder]História[editar | editar código-fonte]
David McConnell, então com 20 anos, havia iniciado sua carreira como vendedor ambulante, levando livros de porta em porta. Eventualmente passou a distribuir junto com os livros frascos de perfumes produzidos por um amigo farmacêutico, produto que viria a agradar muito mais do que o conteúdo literário, encontrando a fórmula para o sucesso na associação de produtos de perfumaria e venda porta a porta.
O grande potencial de mercado encontrado foi explorado por McConnell com a fundação formal da empresa e contratação de uma amiga – Florence Albee – como ajudante para o novo negócio. O sucesso veio com a implantação de um sistema de vendas que contratava promotoras de venda, que conseguiam atingir o público de donas de casa que se encontraram motivadas a exercer uma atividade comercial independente. Foi através da voz feminina que, dez anos mais tarde, a Avon já contava com cerca de 25 mil revendedoras atuantes nos Estados Unidos.
A empresa cresceu rapidamente, alcançando os mercados internacionais em 1914, quando chegou ao Canadá. Anos mais tarde, a expansão prosseguiu paraInglaterra, Alemanha, França, Bélgica, Países Baixos, Itália e Espanha. Atualmente, a Avon está presente em mais de 100 países.1 A presença da marca no Brasilcomeçou em São Paulo e o circuito de vendas esteve restrito à região Sudeste por mais de 30 anos. O Brasil é a maior operação da companhia em todo o mundo.2
Atualmente a principal sede está em Nova York (EUA), mas a Avon Products Inc. tem aproximadamente 18 fábricas em 15 países diferentes, alcançando um faturamento líquido capaz de colocar a empresa no topo do ranking de empresas do segmento. Sheri McCoy é a presidente mundial da Avon desde 2012.3
Instituto Avon[editar | editar código-fonte]
Em 2003 o Instituto Avon iniciou sua atuação no Brasil. Como Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), atua em campos de cuidado da mulher. São trabalhos e iniciativas que tem como objetivo final promover sua qualidade de vida.
Todo seu direcionamento está de acordo com a Avon Foundation, ONG sediada em Nova York, que direciona os investimentos da Avon Global. A missão de melhorar a qualidade de vida de mulheres no mundo todo reverbera nas iniciativas de trabalho escolhidas pelo Instituto Avon.
Atualmente, foca em duas iniciativas: câncer de mama e fortalecimento da mulher, atentando especialmente à violência doméstica.
Áreas de Atuação e Produtos[editar | editar código-fonte]
Ao longo dos anos a Avon desenvolveu diversas linhas de produto, variando entre fragrâncias, maquiagem, cabelos e cuidados da pele, além de uma linha infantil. Através do sistema de venda por folhetos e revendedoras, atingindo significativa participação no mercado de beleza.
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Referências
- ↑ "Quem e a amway a emprsa que fez a avon comer poeira" Exame Abril. Visitado em 26 de março de 2014.
- ↑ "Receita da Avon no Brasil cai 3% no quatro trimestre" Exame. Visitado em 26 de março de 2014.
- ↑ "Conseguimos resolver problemas do passado diz presidente da avon" Estadao. Visitado em 26 de março de 2014.
Vc sabe o que significa a palavra Avon em Hebraico?
“Avon” = perversidade, depravação, iniquidade, culpa, pecado cometido com intenção pois se sabia o que estava fazendo, mas foi incitado por seu “Ietzer Hara.” – inclinação do mal, carnalidade aflorada por impulso, paixões carnais que cegam o entendimento momentaneamente
Atualizar: Pois é mas ele não é inglês viu e nem um frances que tambem justificaria, e sim um judeu americano.
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13 respostas
Melhor resposta: O Significado nem importa pois tb é o nome de um rio na Inglaterra proximo a casa de William Shakespeare o grande escritor ingles.
A terra natal de sir William Shakespeare é repleta de castelos, jardins, cottages e muitas histórias transmutadas em lendas -e também de lendas incorporadas à história.
Parece até que cada pedra, tijolo, jardim, restaurante, livraria, teatro ou museu às margens do pacato rio Avon reclama para si um pouco da grandeza do famoso bardo. A economia da cidade gira em torno do poeta. Tudo ali transpira Shakespeare. Das fachadas das lojas aos pratos dos restaurantes, passando pela programação de passeios, há referências de personagens e peças do escritor salpicadas em todo canto.
Portanto o significado é em hebraico e nao em outro idioma mesmo pq a marca Avon e sucesso em muitos países. ara observar o imperativo da honestidade, informo que sou um cliente da AVON. Minha tia é revendedora e, com regularidade, compro produtos da AVON. Nos últimos dias, em blogs e redes sociais, venho sendo instado a parar de adquirir os produtos da empresa. Solicitaram-me, inclusive, que fosse signatário de um abaixo-assinado. É um desafio compreender por que, em determinado momento, provoca uma intensa reação coletiva um acontecimento que, pelo conteúdo e pela forma, não difere do padrão de acontecimentos semelhantes que ocorrem com regularidade cotidiana e que não provocam reações de intensidade equivalente.
A terra natal de sir William Shakespeare é repleta de castelos, jardins, cottages e muitas histórias transmutadas em lendas -e também de lendas incorporadas à história.
Parece até que cada pedra, tijolo, jardim, restaurante, livraria, teatro ou museu às margens do pacato rio Avon reclama para si um pouco da grandeza do famoso bardo. A economia da cidade gira em torno do poeta. Tudo ali transpira Shakespeare. Das fachadas das lojas aos pratos dos restaurantes, passando pela programação de passeios, há referências de personagens e peças do escritor salpicadas em todo canto.
Portanto o significado é em hebraico e nao em outro idioma mesmo pq a marca Avon e sucesso em muitos países. ara observar o imperativo da honestidade, informo que sou um cliente da AVON. Minha tia é revendedora e, com regularidade, compro produtos da AVON. Nos últimos dias, em blogs e redes sociais, venho sendo instado a parar de adquirir os produtos da empresa. Solicitaram-me, inclusive, que fosse signatário de um abaixo-assinado. É um desafio compreender por que, em determinado momento, provoca uma intensa reação coletiva um acontecimento que, pelo conteúdo e pela forma, não difere do padrão de acontecimentos semelhantes que ocorrem com regularidade cotidiana e que não provocam reações de intensidade equivalente.
Uma parcela da população gay, lésbica, bissexual, travesti e transexual brasileira está indignada com a AVON. Não uma parcela muito grande em relação ao contingente populacional – a julgar pelo número de signatários do abaixo-assinado, entre os quais estão incluídos também heterossexuais –, mas uma parcela que tem conseguido atrair um pouco de atenção. Contudo, talvez eu me equivoque e esteja em curso o prenúncio lento de uma futura revolta queer. Um artigo sintomático publicado no Eleições Hoje, “AVON: a nova tendência é o conservadorismo?”, de Marcelo Gerald, relata que a indignação coletiva foi motivada pelo fato de a AVON ter passado a vender livros da editora Central Gospel, mantida pela Associação Vitória em Cristo, fundada pelo pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Confesso, sem nenhuma ironia, que desconhecia a “polêmica”, a qual apenas teria se acirrado com a recente publicação, pela Central Gospel, do livro A estratégia (The agenda), do reverendo Louis P. Sheldon, cujo paranoico subtítulo é completamente elucidativo do conteúdo e dos objetivos da obra: O plano dos homossexuais para transformar a sociedade. De acordo com Gerald, o catálogo da AVON disponibiliza 400 livros da Central Gospel. Entretanto, consultei três folhetos AVON: Moda & Casa e encontrei somente 4 títulos. No atual folheto, correspondente à campanha 08/2012, há dois livros de Malafaia à venda: Pastor Silas responde e A vontade de Deus e as contradições da vida. Dois outros livros de Malafaia estarão à venda na campanha 09/2012: Vínculos do amor: Casamento, sexualidade e criação de filhos e um novo título, Bíblia: Leitura diária.
Uma rápida análise do padrão das obras vendidas pela AVON permite concluir com segurança que muito dificilmente a empresa venderá o estudo de Sheldon, resultado de 33 anos de pesquisa (!) – entre as quais, se não entendi erroneamente, incluiu-se um trabalho de campo etnográfico em uma “casa de banhos” de São Francisco, onde ele presenciou uma realidade “tão sórdida, tão chocante, tão pecaminosa e moralmente repulsiva”, “uma profunda degradação e perversão” que “nem mesmo o marquês de Sade, que viveu no século 18, poderia imaginar”. Gerald argumenta que, conquanto não venda o livro de Sheldon, é estranho que a AVON apoie uma empresa que promove a ideologia homofóbica. Vou supor que se trate de ingenuidade de quem desconhece a história do capitalismo e a estrutura e o funcionamento do capital.
O que, por enquanto, não consegui compreender foi por que a indignação justamente contra a AVON. Ressalto que não tenho nenhuma pretensão de defender a empresa. Não elogio empresas que promovem ações contra a discriminação e em promoção da igualdade. Nenhuma está realizando uma gentileza. O problema é que a indignação coletiva padece de coerência e evidencia que os movimentos glbt’s parecem não estar conseguindo articular uma agenda, assumindo uma postura demasiado reativa e pouco propositiva. Dias atrás, um amigo meu reclamou comigo acerca do que considerava um excesso de atenção conferido pelos movimentos glbt’s aos discursos e às práticas homofóbicos do fundamentalismo cristão. Ele tinha a impressão de que, em certa medida, a agenda vem sendo pautada por líderes religiosos como Malafaia. Em conversas que tive com Mary W., ela demonstrou preocupação com a possibilidade de que os movimentos se tornassem reféns do ressentimento, em detrimento de projetos libertários e igualitários. O caso da AVON termina por confirmar, para mim, as preocupações de ambos, as quais compartilho.
A incoerência da indignação coletiva se revela em sua seletividade. Livros e dvd’s de Malafaia estão à venda também nas livrarias Cultura e Saraiva, bem como nas Americanas e no Submarino, por exemplo. Por que nenhuma dessas empresas é alvo de um boicote de glbt’s? A Cultura e a Saraiva vendem também a edição em inglês do livro de Sheldon. Por que um boicote à AVON começou somente após a empresa passar a vender livros de Malafaia? Há muito tempo, a AVON vende obras de padres católicos. A Igreja Católica à qual os padres pertencem e representam não é menos homofóbica do que a Assembleia de Deus Vitória em Cristo – no máximo, adota uma postura menos agressiva. O papa Bento 16 não demonstra nenhuma simpatia pelas reivindicações dos movimentos glbt’s e reiteradamente condena o “estilo de vida” de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais.
Como entender a decisão da AVON de vender livros de Silas Malafaia? É uma grande empresa que tem o lucro como objetivo e que, de fato, obtém um alto lucro vendendo obras de religião, autoajuda, ficção trivial, culinária etc. Não há nenhuma guinada conservadora, como Gerald sugere, ao perguntar se a nova tendência da AVON é o conservadorismo. A relação de livros vendidos pela empresa não permite dúvidas: a opção da AVON pela ideologia conservadora é antiga e rentável. Malafaia é tão-somente um “escritor” que se agrega a uma lista à qual pertence também a não menos homofóbica bispa Sonia Hernandes, sobre a qual recaem graves acusações criminais.
O boicote contra a AVON não apenas é provavelmente inútil, porque possui pequenas chances de produzir os resultados pretendidos – possuindo como efetiva função proporcionar um pacificador sentimento de esclarecimento e de engajamento políticos –, como também indica as contradições e os impasses em que os movimentos glbt’s estão encerrados neste momento, envolvidos em falsos combates. Há questões muito mais importantes do que indignações seletivas.
Em uma entrevista recente concedida à Revista Ñ, “La lucha debe ser por una vida vivible”, a filósofa Judith Butler, ao refletir sobre o casamento igualitário, indicou algumas questões que deveriam estar sendo discutidas pelos movimentos glbt’s:
[…] no me opongo al matrimonio gay. Pienso que el matrimonio debe ser abierto a cualquier pareja de adultos que quieran entrar en ese contrato, sin fijarse en su orientación sexual. Es un asunto de igualdad de derechos civiles. Pero no sé si este derecho particular debe ser la vanguardia del movimiento gay. Deberíamos preguntarnos por qué el matrimonio está restringido a dos personas, aunque parezca una broma. ¿Cuáles son los modos en que es organizada la sexualidad, y por qué tipos de organización estamos luchando? Aquellos que están luchando por lograr otras formas sociales para la sexualidad se están convirtiendo en “minorías” dentro del movimiento para establecer los derechos de los gays al matrimonio. ¿Por qué no estamos pensando en otros modos de dependencia, parentesco y alianza sexual? ¿Por qué el movimiento no se focaliza en contrarrestrar la violencia de género en todos sus niveles o nos ayuda a sostener a los jóvenes queers o a luchar por vivienda digna y beneficios sociales para la gente de edad que no está dentro del modelo marital o familiar clásico?
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PS: um breve comentário a este parágrafo do artigo de Marcelo Gerald:
PS: um breve comentário a este parágrafo do artigo de Marcelo Gerald:
Alguns podem dizer que tudo isso é bobagem, que protestar contra a AVON seria radicalismo de ativistas, que ela apenas revende os livros do pastor, mas vamos imaginar que uma grande livraria colocasse como destaque em suas vitrines o livro de Adolf Hitler,Mein Kampf como grande sugestão de leitura. Alguém diria que isso é liberdade de expressão? Alguém ousaria dizer que essa livraria vende apenas o livro e que as opiniões escritas por Hitler não representam a filosofia da empresa? Pois é, quando a obra contra judeus foi escrita o autor estava apenas se expressando, o massacre que veio depois nós hoje conhecemos.
Lembro-me de que, no final da adolescência, várias vezes vi Minha luta à venda, com destaque, em uma livraria de shopping center. Nunca me ocorreu, como hoje tampouco me ocorre, que o proprietário ou o gerente fossem nazistas. Quem adquire Minha luta possui interesse pelo nazismo, claro, mas não é necessariamente nazista. Seguindo a lógica do raciocínio de Gerald, é forçoso concluir que as editoras Universidade de Brasília e Rosa dos Tempos são partidárias da ideologia católica ultraconservadora e nostálgicas dos tempos inquisitorais, porque publicaram, respectivamente, Manual dos inquisidores, de Nicolau Eymerich e Francisco de la Peña, e O martelo das feiticeiras, de Heinrich Kramer e James Sprenger. Na Alemanha, o Conselho Central dos Judeus apoiou, em 2009, a republicação deMinha luta. O órgão estava convencido de que, afinal, a autobiografia de Hitler é um importante documento histórico.
Uma das maiores potências em marketing, a empresa de cosméticos Avon tem pela primeira vez sua história revelada neste livro que mostra como um negócio de venda porta a porta, que ofereceu às mulheres uma oportunidade ilimitada de sucesso pessoal e profissional, transformou-se em uma das maiores empresas do setor no mundo. Personalidades e estratégias empresariais extraordinárias constituem algumas das valiosas revelações que Laura Klepacki apresenta ao público.
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