Glicose, também chamada dextrose, é o hidrato de carbono, ou carboidrato, mais importante. É transportado pela corrente sangüínea (dai o nome “açúcar do sangue”), e é usado pelo organismo como fonte de energia.
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A glicose é um monossacarídeo, forma mais simples de açúcar, formada por uma única molécula. Na maioria dos casos, a glicose associa-se a outro monossacarídeo, formando dissacarídeos (como a sacarose), ou associa-se a outras moléculas de glicose, formando hidratos de carbono mais complexos como o amido. Nosso organismo obtém glicose ao digerir hidratos de carbono simples e complexos.
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O que é sacarose?
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Sacarose é um dissacarídeo que consiste em uma molécula de glicose e uma de frutose. Todas as plantas produzem sacarose pela fotossíntese, um processo natural que transforma a luz do sol em energia vital. Entretanto, a cana e a beterraba são as únicas plantas que produzem sacarose suficiente para a produção industrial. Se produzido da cana ou da beterraba o resultado é o mesmo - açúcar puro.
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Sacarose, mais comumente chamada de açúcar, é somente um dos adoçantes naturais encontrados em todas as plantas utilizadas como alimento. Esses adoçantes fazem parte de um grande grupo de substâncias chamadas de carboidratos.
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O que é açúcar?
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Açúcar é um carboidrato encontrado naturalmente em todas as frutas ou vegetais. É o principal produto da fotossíntese, processo usado pelas plantas para transformar a energia do sol em alimentos. Glicose e frutose são ligadas a planta na forma de sacarose, comumente chamada de “açúcar”. O açúcar ocorre em grandes quantidades na cana e na beterraba, que são usadas para produzir açúcar comercialmente. Os monossacarídeos e os dissacarídeos são geralmente denominados açúcares.
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Como as plantas utilizam o açúcar?
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Os açúcares são sintetizados pelas plantas para armazenar a energia que é essencial para suas vidas e seu crescimento. Os açúcares, quando arranjados, podem formar cadeias, responsáveis pela formação de suas folhas, tecidos e raízes. Nessas formas mais complexas são normalmente chamados de amidos.
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De fato, esses açúcares mais complexos são a base da maioria dos nossos alimentos: raízes de vegetais como batatas e cenouras, por exemplo; sementes como arroz, trigo e milho; frutas como maçãs, laranjas e tomates; e folhas como alfaces e couve-flores.
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Nosso paladar não reconhece esses açúcares mais complexos como doce, mas uma vez que são ingeridos, nosso organismo começa a desdobrá-los em açúcares mais simples, fornecendo-nos a energia de que necessitamos.
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Esse desdobramento das moléculas mais complexas em moléculas mais simples, na verdade, começa nas próprias plantas antes mesmo de nós as comermos. Quando as frutas iniciam seu processo de maturação, parte das moléculas mais complexas se convertem nas mais simples, conferindo a elas o gosto doce que lhes é peculiar.
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Todos esses alimentos a base de açúcar são conhecidos como carboidratos, nossa fonte preferida de energia.
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O açúcar da fruta é melhor do que o açúcar da mesa?
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Açúcar é um produto natural. O açúcar em seu açucareiro é a mesma substância (sacarose) encontrada naturalmente na cana de açúcar, beterraba, maçãs, laranjas, cenouras e outras frutas vegetais que nós comemos. O corpo usa o açúcar da cana ou da beterraba da mesma forma que os açúcares das frutas e vegetais.
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Como o açúcar refinado se compara ao açúcar da fruta?
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Do ponto de vista nutricional, não importa qual alimento fornece os açúcares para a nossa dieta. Uma vez digerido; todo o açúcar será aproveitado pelo nosso organismo (metabolizado) da mesma forma. Todas as frutas e vegetais contém alguma sacarose além de outros açúcares, como frutose e glicose.
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Substituir o açúcar por mel é melhor para a saúde?
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Não é de hoje a crença de que o mel possui propriedades curativas, como poderes cicatrizantes, capacidade de cura de doenças respiratórias, etc.
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Talvez esse mito seja proveniente de sua natureza, afinal de contas são as abelhas quem os “confeccionam”, já o açúcar é extraído da cana através de processos químicos.
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O que pouca gente sabe é que no processo de extração do açúcar da cana o mel aparece, com o mesmo aspecto visual do “mel de abelha”, porém com uma constituição levemente diferente.
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Ambos fornecem carboidratos e energia, mas quantidades insignificantes de vitaminas e minerais.
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Para adoçar alimentos, rechear bolos e criar sobremesas tanto o mel como o açúcar são igualmente saudáveis.
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Há diferença entre os açúcares extraídos da beterraba e da cana?
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Não. Não há diferença entre o açúcar extraído da cana ou da beterraba. A Cana de açúcar cresce em clima quente, úmido, armazenando o açúcar em seus talos. A beterraba cresce melhor em clima temperado e armazena seu açúcar em suas raízes brancas. O açúcar de ambas as fontes é produzido pela natureza e da mesma forma que todas as plantas verdes produzem seu açúcar - como forma de armazenar a energia do sol. O mesmo açúcar (sacarose) também é encontrado em todas as frutas e vegetais.
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O Brasil produz açúcar a partir da cana devido às condições climáticas do nosso país serem favoráveis ao seu plantio.
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Alimentos com alto teor de açúcar, como picolés e balas, são “besteiras”?
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Muitos dos alimentos que o homem ingere atualmente são fabricados a partir de matérias-primas disponíveis misturadas, associadas ao aspecto da atratividade, o que nem sempre garante a qualidade nutricional. O homem, muitas vezes, ingere os alimentos errados, despreza os certos e, muitas vezes, come significativamente mais do que precisa.
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Não existe alimento perfeito capaz de suprir todos os nutrientes necessários na proporção adequada. Alimentos como picolés se tornam “besteiras”, quando consumidos em excesso. Não existe “besteira”, e sim “dietas bobas”.
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O açúcar é o verdadeiro responsável pelas cáries?
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A cárie dentária é uma doença que resulta da combinação de uma série de fatores, muitos dos quais ainda não são bem entendidos.
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Os carboidratos, principalmente os açúcares, são transformados por um complexo bacteriano em polissacarídeos que favorecem a adesividade da placa, e em ácidos orgânicos, que atuam dissolvendo o esmalte de nossos dentes. Dessa forma, surgem os dolorosos buracos, mais conhecidos como cáries.
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Do ponto de vista da alimentação e nutrição, vários são os fatores cujo controle pode ajudar na prevenção da cárie dentária. Eles são, fundamentalmente, os hábitos dietéticos e a qualidade do esmalte dentário. Portanto o tempo que os alimentos permanecem na boca, suas características físicas, a ocasião e freqüência com que são consumidos e as características do esmalte e saliva, relacionados a fatores genéticos, todos esses fatores combinados determinam a intensidade de incidência da cárie dentária nos indivíduos.
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Os especialistas afirmam que a prevenção deve começar por uma ingestão adequada de flúor e uma regular e correta limpeza dos dentes, incluindo uma boa escovação, depois das refeições e a utilização de fio dental.
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Os alimentos doces engordam mais do que as gorduras?
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Não se pode responsabilizar um único alimento ou família de alimentos pelo excesso de peso. Todos os alimentos que fornecem energia (todos fornecem com exceção da água), podem contribuir para a obesidade, se ingerimos mais energia do que aquela que temos necessidade.
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É interessante conhecer a quantidade de calorias fornecidas por determinado alimento. Cada alimento é constituído, em diferentes proporções, por substâncias responsáveis pelo fornecimento de energia (carboidratos, gorduras e proteínas). Cada uma delas libera uma quantidade de energia quando digerida pelo organismo. Uma dieta equilibrada, em que essas substâncias são ingeridas em proporções balanceadas, evita tanto o excesso quanto a carência de uma determinada substância.
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É sabido que dietas ricas em gordura nos conduzem a elevados níveis de gordura corporal, se comparados a dietas ricas em hidratos de carbono. Uma alimentação rica em carboidratos combinada com uma vida ativa, ainda assim se apresenta como a melhor forma de se levar uma vida saudável dentro do peso desejável.
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O açúcar pode fazer parte de uma dieta equilibrada?
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Estudos recentes mostram que não há evidências de que o açúcar, por si só, contribua para problemas de saúde ou para o desenvolvimento de doenças específicas.
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Não há nenhuma ligação entre o consumo de açúcar na dieta e doenças, como diabete, problemas de comportamento, obesidade, hipertensão e doenças cardiovasculares A única ressalva aos estudos, que deram origem a essas conclusões, é a cárie dentária.
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Nesse caso, o açúcar, assim como outros hidratos de carbono, apresentam uma considerável parcela de responsabilidade, problema que pode ser facilmente administrado por meio de mudanças no hábito dietético e uma adequada higiene oral.
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Dessa forma, o açúcar, quando parte integrante de uma dieta variada e balanceada, colabora com seu poder edulcorante para tornar o alimento mais desejável e saboroso.
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Se sou diabético não posso consumir açúcar, certo?
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Errado. No passado não era recomendada a ingestão de alimentos açucarados. Hoje em dia, já é possível, dentro de uma dieta planejada e controlada, que os açúcares e outros carboidratos possam fazer parte da alimentação de diabéticos.
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A diabete é uma doença relacionada com a produção de insulina, hormônio do pâncreas que regula os níveis de açúcar no sangue. Estudos recentes provaram que o açúcar se comporta no organismo não mais diferente que os outros carboidratos que ingerimos.
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* Absorção do Açúcar: O Índice Glicêmico
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Por muito tempo se pensou que os amidos produzissem um aumento lento e moderado nos níveis de glicose do sangue, enquanto que os açúcares, um rápido aumento desses níveis. No entanto, estudos recentes mostraram que essa é uma visão simplista.
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Uma pesquisa a respeito dos efeitos de vários alimentos, contendo carboidratos, sobre o nível de açúcar do sangue, mostrou resultados espantosos. Estes resultados são mostrados abaixo, como Índice Glicêmico, dando uma indicação de como determinados alimentos afetam o nível de açúcar em nosso sangue.
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| FONTE: Jenkins, D.J.A. et. Al. American Journal of Clinical Nutrition, 1981 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
É interessante observar que o aumento produzido pelo açúcar (sacarose) é mais baixo do que o aumento produzido por uma variedade de amidos, como a batata e o pão. Esses resultados têm aplicações importantes na dieta de uma pessoa com diabete; levou a um afrouxamento nas recomendações da dieta desses doentes, com a permissão do consumo de pequenas quantidades de açúcar: “Uma quantidade moderada de sacarose consumida diariamente na hora das refeições não causa deterioração no controle metabólico de pacientes diabéticos seguindo uma dieta alta em fibras e baixa em gorduras”.
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O que são edulcorantes?
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Edulcorantes “são substâncias com sabor extremamente doce, não necessariamente açúcares, embora possam contê-los como parte integrante de suas moléculas, não necessariamente energéticas, com poder edulcorante superior ao da sacarose”.(*)
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O uso dos edulcorantes é destinado a pessoas que necessitam de dietas hipocalóricas e indivíduos portadores de diabetes, além de diminuir a incidência de cárie dentária e ser um substituto alternativo do açúcar quando este não estiver disponível.
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Os edulcorantes são a matéria prima dos adoçantes. Assim, temos adoçantes a partir de edulcorantes chamados naturais (extraídos principalmente de plantas e frutas) e os edulcorantes artificiais (produzidos em laboratórios).
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* Segundo ANGELUCCI
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FONTE: Abiad (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos Dietéticos)
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Os substitutos do açúcar são uma escolha saudável?
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Uma alimentação saudável hoje em dia é uma questão de escolha entre vários produtos diferentes, e um consumo de alimentos balanceados com atividade física regular para manter um peso saudável. Muitos tipos de adoçantes, incluindo o açúcar e os substitutos do açúcar, podem ter papéis importantes em uma dieta balanceada e nutritiva.
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Diferentemente do que acontecia há alguns anos, os edulcorantes deixaram de ser usados apenas por obesos e diabéticos, e são usados, também, por indivíduos que se preocupam em manter a forma física.
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A competição com os adoçantes artificiais afetou o consumo de açúcar?
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Adoçantes artificiais têm tido um impacto muito pequeno no consumo do açúcar porque eles não conferem aos alimentos as mesmas características físicas do açúcar tais como volume, textura, cristalização e aquecimento e a estabilidade ácida, necessária em muitas aplicações alimentícias. De modo geral, o uso intenso de adoçantes não reduziu o consumo do açúcar, mas criou um novo mercado para satisfazer a demanda do consumidor por alternativas de calorias mais baixas.
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| Glicose é um monossacarídeo (açúcar simples) usado pelo organismo como principal fonte de energia para o corpo. A glicose é o açúcar encontrado no sangue e obtido através dos alimentos, onde existe em forma de moléculas mais complexas.
A glicose está presente nos alimentos doces (frutas, refrigerante, bolo, pudim) nos amidos (batata, mandioca, farinha, arroz, milho) e também nos carboidratos (pão, bolo, cereais, massas).
Enquanto a glicose encontrada nos alimentos doces leva poucos segundos para ser metabolizada, as moléculas dos demais alimentos podem demorar até uma hora para serem "quebradas".
Os alimentos ingeridos são transformados em partículas menores, durante a digestão, e transformados em nutrientes, entre eles, a glicose.
O organismo humano utiliza apenas a quantidade necessária de glicose. A parte excessiva é armazenada no fígado e transformada em glicogênio. O excedente de glicogênio é enviado para a corrente sanguínea.
O nível de glicose no sangue é controlado pelo pâncreas. A insulina produzida pelo pâncreas tem a função de transformar glicose em energia. O alto nível de glicose que permanece no sangue (hiperglicemia) pode ser um indicativo de diabetes.
O excesso de glicose no sangue também pode ser transformado em triglicerídeos e armazenado em forma de gordura, resultando em obesidade, doenças cardiovasculares etc.
O nível de glicose presente no sangue (glicemia) é medido através da análise do sangue recolhido em jejum. Os valores normais para um adulto devem estar entre 70 a 99 mg/dl.A glicose, glucose ou dextrose, um monossacarídeo,4 é um dos carboidratos mais importantes na biologia.5 As células a usam como fonte de energia e intermediário metabólico. A glicose é um dos principais produtos da fotossíntese e inicia a respiração celular em seres procariontes e eucariontes. É um cristal sólido de sabor adocicado, de formula molecular C6H12O6, encontrado na natureza na forma livre ou combinada. Juntamente com a frutose e a galactose, é o carboidrato fundamental de carboidratos maiores, como sacarose e maltose. Amido e celulose são polímeros de glucose.
É encontrada nas uvas e em vários frutos. Industrialmente é obtida a partir do amido.
No metabolismo, a glucose é uma das principais fontes de energia e fornece 4 calorias de energia por grama. A glucose hidratada (como no soro glicosado) fornece 3,4 calorias por grama. Sua degradação química durante o processo de respiração celular dá origem a energia química (armazenada em moléculas de ATP - aproximadamente 30 moléculas de ATP por moléculas de glucose), gás carbônico e água.
Apresenta fórmula mínima: CH2O
Fórmula estrutural:
Estrutura[editar | editar código-fonte]
A glicose (C6H12O6) contém seis átomos de carbono e um grupo aldeído e é consequentemente referida como uma aldo-hexose. A molécula de glicose pode existir em uma forma de cadeia aberta (acíclica) e anel (cíclica) (em equilíbrio), a última sendo o resultado de uma reação intramolecular entre o átomo C do aldeído e a grupo hidroxil C-5 para formar um hemiacetal intramolecular. Em solução aquosa as duas formas estão em equilíbrio, e em pH 7 a forma cíclica é predominante. Como o anel contém cinco átomos de carbono e um átomo de oxigênio, o que lembra a estrutura do pirano, a forma cíclica da glucose também é referida como glucopiranose. Neste anel, cada carbono está ligado a um grupo hidroxila lateral com exceção do quinto átomo, que se liga ao sexto átomo de carbono fora do anel, formando um grupo CH2OH.
Função[editar | editar código-fonte]
O nome Glicose veio do grego glykys (γλυκύς), que significa "doce", mais o sufixo -ose, indicativo de açúcar. Tem função de regulador de energia, participa das vias metabólicas, além de ser precursora de outras importantes moléculas. Referências
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A glicose é um monossacarídeo do grupo dos carboidratos mais importantes. Também podemos chamá-la de Glucose ou dextrose, a IUPAC- União Internacional de Química Pura e Aplicada, órgão que controla a química no mundo todo considera a nomenclatura “ D-Glucose”. As células do corpo usam a glicose como fonte de energia pelo ciclo de Krebs nas mitocôndrias e é um metabólico intermediário.
Sua estrutura é bem simples sendo represenada por seis carbonos e um grupo aldeído podendo ser representada na forma de cadeia aberta (acíclica), fechada ou anel (ciclica) onde se mantém em equilibrio.
A regulação da glicose é feita no pâncreas nas ilhotas Alfa (α) e Beta (β) sendo que quando os níveis de glicose estão altos o pâncreas libera insulina para que seja feita sua quebra e eliminação em forma de energia; quando os níveis estão baixos o pâncreas libera glucagon para que a glicose seja transformada em glicogênio nofígado.
Quando o nível de glicose está muito alto, ocorre a hiperglicemia e deve ser feito o controle, pois a hiperglicemia em um exame de sangue representa quadro de diabetes (se o exame for realizado em jejum). Quando esse nível estiver baixo o quadro é de hipoglicemia que também deve ser controlado para que não haja evolução.
O quadro de hipoglicemia é mais sério, pois nosso cérebro não armazena oxigênio nem glicose e se o nível de glicose baixar muito podem ocorrer lesões cerebrais graves com sequelas, podendo causar até a morte.
A bioquímica clínica, também chamada de analíse clínica é a responsável pela medição dos níveis de glicose no organismo, utilizando um exame por meio de coleta sanguínea é feita a separação do soro e do plasma em centrífuga; em seguida o soro é levado ao colorímetro.
A análise é feita medindo a quantidade de luz incidente que consegue passar pelas moléculas de glicose contidas no soro.
O distúrbio mais comum causado pelo aumento ou baixa do nível de glicose no organismo é aDiabetes Mellitus que é uma doença inflamatória crônica e se apresenta em 4 formas.
A SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes) realizou estudos que duraram de 1990 até 2005 e foi comprovado que os casos de diabetes teve um aumento de 4,6% ao ano. De acordo com a FID (Federação Internacional de Diabetes) no mundo existem aproximadamente 245 milhões de diabéticos e que desses, um alto percentual vive em países desenvolvidos e por isso a diabetes é uma doença que acomete todas as classes sociais.
Obs: Existem outros exames para se avaliar se um paciente tem Diabetes, realizados por coleta de sangue e teste oral conhecidos como “glicemia aleatória” e “TOTG” (teste oral de tolerância a insulina).
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicose
http://www.brasilescola.com/saude/glicose.htm
http://www.diabetes.org.br/exames/525-valores-de-glicemia-para-o-diagnostico-de-diabetes
A regulação da glicose é feita no pâncreas nas ilhotas Alfa (α) e Beta (β) sendo que quando os níveis de glicose estão altos o pâncreas libera insulina para que seja feita sua quebra e eliminação em forma de energia; quando os níveis estão baixos o pâncreas libera glucagon para que a glicose seja transformada em glicogênio nofígado.
Quando o nível de glicose está muito alto, ocorre a hiperglicemia
O quadro de hipoglicemia é mais sério, pois nosso cérebro não armazena oxigênio nem glicose e se o nível de glicose baixar muito podem ocorrer lesões cerebrais graves com sequelas, podendo causar até a morte.
A bioquímica clínica, também chamada de analíse clínica é a responsável pela medição dos níveis de glicose no organismo, utilizando um exame por meio de coleta sanguínea é feita a separação do soro e do plasma em centrífuga; em seguida o soro é levado ao colorímetro.
A análise é feita medindo a quantidade de luz incidente que consegue passar pelas moléculas de glicose contidas no soro.
O distúrbio mais comum causado pelo aumento ou baixa do nível de glicose no organismo é aDiabetes Mellitus que é uma doença inflamatória crônica e se apresenta em 4 formas.
- Diabetes Mellitus tipo 1
- Diabetes Mellitus tipo 2
- Diabetes Mellitus Gestacional
- Diabetes Mellitus causada por outros agentes internos ou externos ao organismo.
- Nível Normal = 70 a 99mg/dL
- Nível Pré-Diabetes = 100 a 125mg/dL
- Nível Diabetes Mellitus = acima de 126mg/dL
Obs: Existem outros exames para se avaliar se um paciente tem Diabetes, realizados por coleta de sangue e teste oral conhecidos como “glicemia aleatória” e “TOTG” (teste oral de tolerância a insulina).
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicose
http://www.brasilescola.com/saude/glicose.htm
http://www.diabetes.org.br/exames/525-valores-de-glicemia-para-o-diagnostico-de-diabetes
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