Há algum tempo atrás estudar era coisa para criança ou, no máximo, para os jovens. Frequentava-se a escola para aprender a ler e escrever, eventualmente para aprender uma profissão. Depois, no mercado de trabalho, era cada um por si! Mas as coisas mudaram rapidamente e hoje estudar tem que fazer parte da rotina de quem quer alcançar as melhores posições de trabalho, mas não só isso. Estudar, se aprimorar, dedicar tempo e energia para um novo projeto, torna o ser humano cada vez mais capaz não só profissionalmente, mas resulta em pessoas melhores, mais bem adaptadas e felizes!
Os adultos de todas as idades já não têm mais desculpas para não estudar! Para qualquer lugar que se olhe é possível ver boas oportunidades e uma delas certamente terá a sua cara!
Se você optar pelo ensino formal, pode terminar o que ficou inacabado, matriculando-se em um curso supletivo presencial ou online. No curso presencial sempre você terá um suporte maior, além de poder ampliar seus relacionamentos pessoais. Já em um curso online, o que vai falar mais alto é a praticidade e se você for uma pessoa bastante disciplinada, vai colher bons frutos desta escolha.
Você também pode fazer parte de um grupo de pessoas que após concluir o segundo grau parou de estudar. Se você não chegou a cursar uma faculdade aos 18 ou 20 anos, nada impede que você comece a fazer isso agora, não importa a idade que você tenha. Cada vez é mais notória a presença de diversas faixas etárias em cursos universitários de todo o tipo.
Mas se você já tem um curso superior, também não tem desculpa. Todos precisam de uma constante reciclagem para estar a par das novidades da atuação profissional, de técnicas novas e de aprimoramento do conhecimento. Fazer uma pós-graduação ou uma especialização pode estar meio distante de seus objetivos, talvez você tenha dificuldade de encontrar um tempo para isso. Mas faça uma pequena pesquisa e vai descobrir que as ofertas de cursos são muitas, com temas muito interessantes nas mais diversas áreas e com horários bastante cômodos, muitas vezes em uma noite por semana ou em um final de semana por mês.
Agora, se você não se sente atraído pela ideia de investir em um curso formal, preste atenção a muitas outras opções que podem lhe trazer grandes benefícios pessoais e profissionais. Partindo de um curso de línguas e chegando à música ou as práticas corporais, você passa por um amplo leque, que mesmo não estando diretamente ligado a sua atividade profissional, são opções que vão ajudar você a ser uma pessoa mais completa, mais realizada e mais bem disposta.
Dicas de atividades a desenvolver:
- Canto ou um instrumento musical. Não há idade pra começar a aprender. Você pode optar por uma abordagem mais popular ou mais clássica, conforme seu gosto. Dedicar-se à música algumas horas do seu tempo vai ser um excelente exercício de prazer!
- Praticar algum esporte ou arte marcial. Vale até o jogo de futebol com amigos, desde que seja uma atividade com frequência e compromisso. E vale também as práticas que combinam técnicas meditativas com práticas corporais, como o tai chi chuan e o yoga. O que importa é se abrir de uma maneira nova para deixar que esta atividade entre de maneira intensa na sua vida.
- Estudar uma língua. Embora seja também, para a maioria das pessoas, um diferencial profissional, estudar uma nova língua é uma atividade que sempre amplia horizontes. Ou mesmo estudar mais profundamente sua língua natal. As palavras carregam consigo conceitos e sempre que ampliamos o conhecimento delas, ampliamos também nossa maneira e ver o mundo.
- Fazer um curso de temas como filosofia, astrologia, mitologia ou astronomia. São áreas que vão exigir de você uma maneira diferente de pensar, estimulando seu cérebro a funcionar de maneira nova.
- Aprender a dançar. Pode ser uma aula de dança de salão, na qual você pode se matricular mesmo sem par. Dançar estimula os sentidos, alivia as tensões e traz vitalidade!
Então, agora é só escolher e colocar seus planos em ação! E você verá que aprender, crescer e amadurecer são verbos que nunca devem deixar de nos acompanhar ao longo da vida!mesa em frente às crianças, posicionadas nas carteiras enfileiradas. Na segunda cena, o docente utiliza uma lousa digital e os alunos estão atrás de mesas brancas com computadores. O que muda se compararmos esses dois cenários?
Se você disse que "na segunda cena o aprendizado é melhor", cuidado. A euforia geral com a tecnologia leva a pensar que o investimento em equipamentos garante a melhoria do ensino e da aprendizagem, mas a realidade mostra que em muitas salas de aula que se enquadram na segunda descrição a diferença está apenas nas ferramentas empregadas no trabalho. A resposta para a pergunta do primeiro parágrafo é, portanto, "depende". Depende de como a interação entre professores, alunos e conteúdos se dá após a inclusão dos novos recursos.
No entanto, as políticas públicas dessa área ainda estão mais voltadas para equipar as escolas. O Ministério da Educação (MEC) e os governos estaduais e municipais têm alardeado a distribuição de maquinário. Por exemplo, cerca de 150 milhões de reais estão sendo destinados à compra de 600 mil tablets para os docentes do Ensino Médio. E o programa Um Computador por Aluno (UCA) está distribuindo 500 mil laptops educacionais desde o ano passado.
O Censo Escolar de 2010 mostrou que 39,37% das escolas brasileiras já possuíam laboratório de informática, 60,45% tinham computador, e 45%, acesso à internet. Mas a presença das máquinas não é igualitária no Brasil. As regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste estão com a maioria das unidades preparadas. No Norte e no Nordeste, menos da metade das instituições conseguiu se adequar a essas necessidades.
Portanto, o país ainda precisa de ações bem direcionadas para continuar a equipar as instituições de ensino. Afinal, garantir bons computadores e internet na escola é um ganho, sim. A sociedade está inserida digitalmente, então o aluno quer encontrar em suas aulas a mesma modernidade que vê fora delas. As escolas podem (e devem) combater a exclusão digital e preparar os estudantes para esse universo. Mas esse é um benefício muito primário.
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