segunda-feira, 12 de outubro de 2015

REDUÇÃO DE MAMA

Mamas grandes demais são um incômodo para inúmeras mulheres. Problemas funcionais como dores nas costas, desvios de coluna devido a postura inadequada, "assaduras" e irritações provocadas pela alça do sutiã são uma constante na vida dessas pessoas. Sem contar a restrição à vida social como vergonha em colocar trajes de banho, dificuldade para realizar atividades físicas e prejuízo na vida sexual do casal. Esse é um procedimento que traz muitos benefícios estéticos e funcionais, mas, como toda cirurgia tem seus riscos e exige cuidados específicos no planejamento. A seguir, falamos mais sobre o assunto, na forma de questões mais comuns ouvidas no consultório. 

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES:

1) A partir de que idade posso reduzir minhas mamas? 
A redução mamária pode ser realizada a partir do desenvolvimento completo das mamas , após a puberdade. Em geral, após 4 anos da menarca (primeira menstruação). Antes dessa época e cirurgia em menores de idade são casos especiais que deverão ser avaliados individualmente. 

2) Esta cirurgia deixa cicatrizes? Que tipo de roupas de banho e sutiã poderei usar? 
Costumamos afirmar que a cicatriz é proporcional ao tamanho (grau de hipertrofia) e quão "caída" é a mama (grau de ptose). Na maioria das vezes, a cicatriz resultante é em forma de "T" invertido. Em alguns casos, não é necessária a cicatriz no sulco mamário (dobra mamária inferior), resultando em cicatriz em forma de "I". Essas cicatrizes são para sempre, mas serão facilmente escondidas por biquínis ou sutiãs. Não existe milagre, é uma troca. Troca-se uma mama volumosa e, talvez caída, por uma mama menor, com cicatriz. Após alguns meses (em geral após o 7º mês), as cicatrizes tendem a ficar mais claras e finas, mas sempre estarão lá. 



3) Posso ter alterações de sensibilidade após a cirurgia?
Sim. Alterações da sensibilidade são comuns, principalmente na parte baixa da mama, ao redor da aréola (bico da mama) e próximo às cicatrizes. Na maioria das vezes, essas alterações são transitórias, melhorando em geral após o 1º ano da cirurgia. Algumas, no entanto, são permanentes (coceira, sensação de "amortecida" e pequenos "formigamentos"). A maioria dessas alterações não incomodam, tampouco prejudicam ou desabonam o resultado final da cirurgia. O que observamos na prática é que a maioria das pacientes não se importa com os pequenos detalhes, haja vista o benefício adquirido. 

4) Tenho as mamas com formato e tamanho diferentes. Vai corrigir? 
Somos, na realidade, totalmente assimétricos. Uma sobrancelha mais alta, um ombro mais baixo, etc. Quase todas as mulheres têm algum grau de assimetria mamária. Em algumas, no entanto, é muito visível. É praticamente impossível alcançar a perfeição, mas é perfeitamente plausível deixá-las com um pequeno grau de assimetria, digamos, "aceitável". Em geral, a melhora é significativa e o nível de satisfação é muito bom. 

5) Poderei ainda amamentar? 
A mamoplastia redutora mobiliza amplamente a glândula mamária e a aréola. Lesões nos ductos que carregam o leite ocorrem e pode prejudicar a lactação. Se você tem intenção de engravidar no futuro, converse com seu médico a respeito. Existem técnicas que podem ajudá-la. Mas tenha em mente que, por melhor que seja a técnica, essa cirurgia pode prejudicar a lactação. 

6) Como fica o acompanhamento preventivo de doenças da mama após a cirurgia? 
A rotina de prevenção de doenças mamárias continua (e deve ser continuada) normalmente. Nada mudará. Importante ressaltar que não existe associação entre a cirurgia e aumento de câncer de mama. 

7) Posso me arrepender de diminuir demais a mama? Tem solução? 
Observamos que, assim como os costumes e as vestimentas mudam com o passar das gerações, o conceito de "belo" também pode sofrer algumas alterações. Até a década de 80 e inicio dos anos 90, o padrão de beleza das mamas era serem "um pouco menores". Assim, mamas, hoje consideradas "bonitas", talvez fossem grandes para os padrões da época. Percebemos que muitas pacientes, que fizeram redução mamária na época, hoje, consideram-nas pequenas demais. É óbvio que o tempo passado também foi responsável por certo grau de atrofia mamária. Essas pacientes hoje recorrem ao implante de silicone, sem maiores problemas. 

8) E se as mamas ainda ficarem grandes após a cirurgia, posso diminuir ainda mais? 
O abalo psicológico resultante da convivência de anos a fio com um "trauma", pode levar a paciente a tentar "corrigir demais o problema". Algumas não ficam satisfeitas com "mamas de tamanho normal" e querem reduzir ainda mais. Essa cirurgia é possível, mas desagradável para ambas as partes. A melhor maneira de evitar isso é um bom diálogo antes da cirurgia. 

9) Como fica o formato e a consistência da nova mama? Vai ficar "mais durinha"? 
Ficar "mais durinha" vai depender da técnica utilizada e, principalmente, quantidade de glândula ainda existente. Sabemos que, com o passar dos anos, ocorre a transformação da glândula mamaria em gordura (liposubstituição). Sabe-se que a gordura não dá boa consistência à mama. Logo após a cirurgia, a mama fica sim "mais consistente". Quanto tempo vai ficar assim vai depender mais das características individuais do que da técnica. 

10) Posso associar com outras cirurgias? Operar a mama e abdome ao mesmo tempo? 
Se você realiza duas cirurgias ao mesmo tempo, soma-se o risco de duas cirurgias. Como são procedimentos de baixo risco, na maioria das vezes vale à pena. Porém, não é recomendável cirurgias muito longas, pois os riscos tornam-se inaceitavelmente altos. É comum hoje a pressão por "retornar logo ao trabalho":"tenho só estas férias para resolver este problema", "não quero gastar duas vezes com hospital" ou "quero resolver tudo de uma vez". Cirurgias combinadas exigem mais do profissional e da equipe. Converse com seu médico a respeito. Seja prudente. Você está prestes a realizar um sonho, não dê margem à fatalidade. 

11) Dói muito o pós-operatório? 
Não. Existe certo desconforto, principalmente pelas restrições que impomos durante a recuperação. Dor não é um sintoma referido nessa cirurgia. 

12) Como são feitos os curativos e a retirada dos pontos? 
A maioria dos pontos utilizados são absorvíveis, não necessitando de retirada. O restante é retirado com 7 dias ou mais, dependendo da evolução. Logo após a cirurgia, durando um período de 3 a 4 semanas, usamos curativos com micropore® para "tirar a tensão dos pontos", evitando abertura e alargamento das cicatrizes. É essencial o zelo e cuidado com sua cirurgia. 

13) Quais os riscos dessa cirurgia? 
Sempre reforçamos que nenhum procedimento é isento de risco. A medicina não é uma ciência exata, nem todos os fatores podem ser controlados. Trata-se de uma cirurgia de muito baixo risco, mas é importante estar com boa saúde, relatar com detalhes as medicações que usa e os tratamentos anteriores. Em relação aos riscos específicos desse procedimento, podemos destacar: 
  Complicações cicatriciais: Cicatriz irregular, "tortuosa", larga ou "alta" pode ocorrer. A maioria é designada "cicatriz hipertrófica". São mais propensos a desenvolver esse tipo de complicação os descendentes de orientais e afrodescendentes. Queloide: Quando há crescimento exagerado de tecido fibroso ao redor da cicatriz. Esse fator depende da genética do paciente. 
  Hematoma: Acúmulo de sangue na área operada. Na maioria das vezes requer apenas observação cuidadosa. Esse acontecimento é muito raro. 
  Infecção: Toda incisão cirúrgica é uma porta aberta para germes. O cuidado com a higiene é fundamental. Mesmo assim, ainda não estamos isentos deste risco. O diagnóstico precoce e tratamento adequado fazem a diferença para que não haja prejuízo no resultado estético. 
  Abertura dos pontos (deiscência dos pontos): Esse evento desagradável pode ocorrer em qualquer cirurgia e é mais comum na zona de maior tensão (encontro das cicatrizes). Porém, é muito relacionado ao repouso dos braços no pós-operatório. Ao abrir os braços com movimentos muito amplos, a tensão será transmitida diretamente à cicatriz. Com cuidado adequado e boa técnica, é pouco comum. 

14) Quanto tempo terei que me ausentar do trabalho? E das atividades físicas? 
Apesar de não ser dolorosa, é uma cirurgia que exige bastante cuidado no pós-peratório, principalmente em relação ao uso dos braços. Atividades com movimentos muito amplos dos braços devem ser evitadas por pelo menos 21 dias. O retorno ao trabalho pode ocorrer em 10 a 14 dias, desde que respeitando as limitações impostas aos movimentos (não pegar peso, evitar pegar crianças no colo, não afastar demais os braços do corpo, etc.). Atividades como caminhada leve, após 2 semanas. Atividades de musculação e academia, somente após 45 a 60 dias. 

15) Em quanto tempo atingirei o resultado definitivo? 
O formato inicial, apesar de certo alívio no peso em caso de mamas grandes, não é natural. Assimetrias, irregularidades, manchas roxas podem ocorrer com certa frequência logo no início. É necessário muita paciência até esse período passar. Querer que o resultado apareça antes do tempo só gera ansiedade e insatisfação. Após 21 dias, o inchaço já está bem menor. Mas somente após 4 a 6 meses teremos uma forma mais natural. As cicatrizes passarão por vários estágios de amadurecimento também, passando a ficar mais escuras e "grossas" nos primeiros meses, tendendo a clarear após o sétimo mês. Com muita calma e paciência chegará ao resultado almejado. 

16) Vale à pena operar? 
Não existe uma resposta certa para essa pergunta. Somente quem convive com o problema, pode dizer o quanto o incomoda. Citando o professor Ivo Pitanguy: "Beleza não é pecado, e procurar corrigir um defeito, ou um problema que atrapalha não é nada demais". A redução de mamas muito volumosas não somente melhora a parte estética, mas também, como alguns estudos comprovam, a postura e a respiração; há redução das dores lombares e dos problemas de "assadura" de pele. Sempre com muita parcimônia e prudência, a cirurgia poderá render-lhe bons frutos. Cirurgia Plástica - Redução de Mama (Mamaplastia Redutora):                            << voltar 
As mamas após a puberdade são rígidas devido à quantidade de glândula. Com o passar do tempo há uma diminuição da quantidade de glândula, aumento da gordura e tendência à ptose (queda da mama). A gravidez é um importante fator na aceleração da ptose mamária As mamas muito volumosas e pesadas chegam até a causar dores nas costas e no pescoço de algumas mulheres, podendo causar também má postura pelo excesso de volume.
A hipertrofia mamária também pode causar sulcos nos ombros no local da alça do sutiã. A redução das mamas envolve a retirada do excesso de tecido mamário e a moldagem e elevação da mama. As técnicas e incisões utilizadas devem ser discutidas com o cirurgião plástico, e podem variar conforme o tipo e tamanho da mama.
O tempo médio da cirurgia varia entre 2 e quatro horas, dependendo da técnica utilizada. A internação é de 12h, com alta no mesmo dia. Podem ser utilizadas anestesia local com sedação, geral ou peri-dural . O tipo de anestesia utilizado deve ser discutido antes com o cirurgião. Os tipos de incisões realizadas são: periareolar, vertical, em L ou em T invertido. Nos primeiros 30 dias após a cirurgia, a paciente não deverá movimentar os braços nem levantar peso. Ela poderá alimentar-se sozinha, e deve utilizar roupas abertas na parte da frente.

O efeito redutor da cirurgia de mamas dura para sempre, porém, se a paciente engordar muito ou engravidar, as mamas podem aumentar de volume novamente. O tamanho da cicatriz varia com a técnica utilizada, sendo que quanto maior a diminuição das mamas, maiores serão as cicatrizes. 

Normalmente as cicatrizes estão localizadas no sulco mamário e não são visíveis através dos maiôs tradicionais e sutiãs. A paciente poderá retornar às suas atividades normais após 30 dias. Você passará a ter mamas proporcionais ao seu pescoço e quadril, havendo uma grande melhora da sua auto-imagem corporal.
É uma das mais comuns, dentre as cirurgias plásticas , pois, além de ser indicada para melhorar o a forma da mama, também é indicada como recurso complementar no tratamento profilático de certas doenças da mama (casos especiais) e como prevenção de problemas causados por mamas muito grandes.
Assim é que, as perguntas mais freqüentes sobre esta cirurgia são:
P: A CIRURGIA PLASTICA DE REDUÇÃO MAMÁRIA DEIXA CICATRIZES? 
· R: Esta cirurgia permite-nos colocar as cicatrizes bastante escondidas, o que é muito conveniente nos primeiros meses. As cicatrizes passarão, obrigatòriamente, por diversas fases té que se atinja a fase final de maturação. Assim é que temos: 

a- PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia e apresenta-se com aspecto pouco visível Alguns casos apresentam uma discreta reação aos pontos ou ao curativo. 

b- PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o l2º mês. Neste período haverá um espessamento natural da cicatriz, bem como uma mudança na tonalidade de sua cor, passando do "vermelho para o "marrom" que vai, aos poucos, clareando. Este período, o menos favorável da evolução cicatricial, é o que mais preocupa as pacientes. Como não podemos apressar o processo natural de cicatrização, recomendamos às pacientes que não se preocupem, pois, o período tardio se encarregará de diminuir os vestígios 
cicatriciais. 

c- PERÍODO TARDIO: Vai do 12º ao l8º mês. Neste período a cicatriz começa a tornar-se 
mais clara e menos consistente atingindo, assim, o seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação 
do resultado definitivo da cirurgia das mamas deverá ser feita após este período. 

· P: ONDE SE LOCALIZAM AS CICATRIZES? 
· R: Dependendo da técnica empregada, poderemos ter variações quanto às cicatrizes. Normalmente existem cicatrizes situadas em forma de "T" invertido, na parte inferior da mama. Aquela situada em torno da aréola fica bastante disfarçada pela própria condição de transição de cor entre a aréola e a pele normal. Outros tipos de cicatrizes, como em "I ", "L /J " ou periareolares, são viáveis. Desde os primeiros dias de pós-operatório poderá ser usado um "decote" bastante "generoso", pois as cicatrizes ficam escondidas. Com o decorrer do tempo (vide item anterior), as cicatrizes vão ficando disfarçadas. 

· P: OUVI DIZER QUE ALGUMAS PACIENTES FICAM COM CICATRIZES MUITO VISÍVEIS. POR QUE ISSO ACONTECE? 
· R: Certas pacientes apresentam tendência à cicatrização hipertófica ou ao quelóide. Esta tendência, deverá ser avaliada pelo seu médico, durante a consulta inicial, oportunidade em que lhe são feitas perguntas sobre sua vida clínica pregressa, bem como características familiares, que muito ajudam quanto ao prognóstico das cicatrizes. Pessoas de pele clara não tendem a sofrer esta complicação cicatricial hipertrófica. Cicatrizes de cirurgias anteriores ou mesmo acidentais, ajudam no prognóstico. 

· P: EXISTE CORREÇÃO PARA CICATRIZES HIPERTRÓFlCAS? 
· R: Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar cicatrizes inestéticas, na época adequada. Não se deve confundir entretanto, o "período mediato" da cicatrização normal (do 30º dia até o 12º mês) como sendo uma complicação cicatricial. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução deverá ser esclarecida com seu médico e nunca com outras pessoas que, como você, "também estão apreensivas quanto ao resultado final". 

· P: COMO FICARÃO MINHAS NOVAS MAMAS, EM RELAÇÃO AO TAMANHO E CONSISTÊNCIA? 
· R: As mamas podem ter seu volume reduzido através da cirurgia; além disso sua consistência e forma também são melhoradas com a cirurgia. Assim é que, para os casos de redução de volume e levantamento de sua posição, podemos optar por vários volumes, dentro das possibilidades que a mama original nos permita planejar, sem compromete-la futuramente. Aqui, como no caso do aumento do volume, deverão ser equilibradas as proporções entre o volume da nova mama e o tamanho do tórax da paciente afim de obtermos maior harmonia estética. Nessa ocasião procura-se melhorar o aspecto quanto à flacidez e a forma da mama original. As "novas mamas" passam por vários períodos evolutivos, em relação à sua forma: 

a) PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia. Neste período, apesar das mamas apresentarem-se com seu aspecto bem melhorado, sua forma ainda está aquém do resultado planejado, pois, para que se atinja a forma definitiva ainda existem "pequenos defeitos" aparentes iniciais (inevitáveis em todos os casos), que desaparecem com o decorrer do tempo.Lembre-se desta observação: Seu resultado final somente ocorrerá após o período tardio. 

b) PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 8º mês. Neste período, a mama começa a apresentar uma evolução que tende à forma definitiva o que ocorrerá após o 8º mês. Poderão ocorrer neste período um aumento ou diminuição da sensibilidade do mamilo, além de maior ou menor grau de "inchaço " das mamas; além disso, sua forma está aquém da definitiva. Apesar da euforia da maioria das pacientes, já neste período costumamos dizer às mesmas que seu resultado ficará melhor ainda, pois isto será a característica do 3º período (tardio). 

c) PERÍODO TARDIO: Vai do 8º ao 18º mês. É o período em que a mama atinge seu aspecto definitivo (cicatriz, forma, consistência, volume, sensibilidade).É neste período que costumamos comparar fotogràficamente os casos operados com o aspecto pré-operatório de cada paciente. Tem grande importância, no prognóstico do resultado final, o grau de elasticidade da pele das mamas bem como o volume conseguido. O equilíbrio entre ambos varia de caso para caso. 

· P: EM QUANTO TEMPO ATINGIREI O RESULTADO DEFINITIVO? 
· R: Apesar do resultado imediato e mediato satisfazerem bastante às pacientes, somente entre o 8º e 18º mês é que as mamas atingirão sua forma definitiva (vide item anterior). 

· P: QUAL O TIPO DE TRAJE DE BANHO QUE PODEREI USAR APÓS A CIRURGIA? 
· R: No período mediato e tardio qualquer tipo de traje, de uma ou duas peças, desde que a peça superior não fique muito justa. É claro que, após o amadurecimento das cicatrizes os maiôs poderão ser mais "generosos", a seu critério. Nas grandes reduções mamárias, entretanto, a cicatriz horizontal é um pouco mais extensa o que determinará a escolha do maiô que melhor disfarce sua presença. 

· P: NO CASO DE NOVA GRAVIDEZ, O RESULTADO PERMANECERÁ OU FICARÁ PREJUDICADO? 
· R: O seu ginecologista lhe dirá da conveniência ou não de nova gravidez. Quanto ao resultado, poderá ser preservado, desde que aquele especialista controle seu aumento de peso na nova gestação. Geralmente não há problema, em caso de nova gravidez. Quando se tratar de mamas muito grandes, que foram reduzidas acentuadamente, a lactação poderá ficar prejudicada. Em casos de pequenas e médias reduções a lactação poderá ser preservada. Algumas pacientes poderão apresentar diminuição da sustentação da pele mamária. 

· P: O PÓS-OPERATÓRIO DA CIRURGIA PLASTICA MAMÁRIA É DOLOROSO? 
· R: Geralmente não, desde que você obedeça às instruções médicas, principalmente no que tange à movimentação dos braços nos primeiros dias. 

· P: HÁ PERIGO NESTA OPERAÇÃO? 
· R: Raramente a cirurgia plástica mamária sofre complicações sérias. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente, além de ponderarmos sobre a conveniência de associação desta cirurgia, simultaneamente a outras. O perigo não é maior ou menor que viajar de avião, automóvel, ou atravessar uma via pública. 

· P: QUAL O TIPO DE ANESTESIA UTILIZADA? 
· R: Anestesia local , geral, peri-dural ou associada, a critério do cirurgião. 

· P: QUANTO TEMPO DURA O ATO CIRÚRGICO? 
· R: Dependendo de cada tipo de mama, de duas e meia a 4 horas, podendo-se externder um pouco mais, em certos casos.. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total. 

· P: QUAL O PERÍODO DE INTERNAÇÃO? 
· R: Meio período a um dia. 

· P: SÃO UTILIZADOS CURATIVOS? 
· R: Sim. Curativos elásticos e modelantes, especialmente adaptados a cada tipo de mama. São trocados periodicamente. 

· P: QUANDO SÃO RETIRADOS OS PONTOS? 
· R: São retirados em torno do 8o. ao 12o. dia, sem maiores incômodos. 

· P: QUANDO TOMAREI BANHO COMPLETO? 
· R: Geralmente, após 2 a 3 dias. Alguns casos poderão determinar cuidados sobre a área operada, sendo que então, recomenda-se evitar o umedecimento sobre essa área por 8 dias. 

· P: QUAL A EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRIA? 
· R: Você não deve esquecer que, até que se atinja o resultado almejado, as mamas passarão por diversas fases (ver itens "1" e "5"). Se lhe ocorrer a preocupação no sentido de "desejar atingir o resultado definitivo antes do tempo previsto", não faça disso motivo de sofrimento: tenha a devida paciência, pois, seu organismo se encarregará espontaneamente de dissipar todos os transtornos imediatos que, infalivelmente chamarão a atenção de alguma pessoa, que não se furtará a observação: "será que isso vai desaparecer mesmo?". É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião que lhe dará os esclarecimentos necessários para sua tranqüilidade. 

· P: QUANDO PODEREI RETORNAR AOS MEUS EXERCÍCIOS? 
· R: Depende do tipo de exercícios. Aqueles relativos aos membros inferiores, poderão ser reiniciados entre 10 a 15 dias, evitqando-se o "alto impacto". Os exercícios que envolvam o tórax, geralmente devem aguardar além de 30 a 45 dias.
RECOMENDAÇÕES SOBRE A CIRURGIA PLASTICA REDUTORA DAS MAMAS
a) RECOMENDAÇÕES PRÉ-OPERATÓRIAS 

1) Comunicar-se com seu cirurgião até a véspera da operação, em caso de gripe, indisposição ou antecipação do período menstrual. 
2) Internar-se no hospital indicado, obedecendo ao horário previamente marcado. 
3) Evitar bebidas alcoólicas ou refeições muito lautas na véspera da cirurgia. 
4) Evitar todo e qualquer medicamento para emagrecer de que eventualmente esteja fazendo uso, por um período de 10 dias antes do ato cirúrgico. Isto inclui também certos diuréticos. 
5) Programe suas atividades sociais, domésticas ou escolares de modo a não se tornar indispensável a terceiros, por um período de aproximadamente 3 a 5 dias. 

b) RECOMENDAÇÕES PÓS- OPERATÓRlAS: 

1) Evite esforços nos 8 primeiros dias. 
2) Não movimente os braços em excesso. Obedeça as instruções que lhe serão dadas por ocasião da alta hospitalar, relativas à movimentação dos membros superiores. 
3) Evite molhar o curativo, até que seja autorizada a fazê-lo. 
4) Não se exponha ao sol ou friagem, até segunda ordem. 
5) Siga rigorosamente as prescrições médicas. 
6) Alimentação normal (salvo casos específicos que receberão a devida orientação), a partir do segundo dia, principalmente à base de proteínas ( carnes, leite, ovoe ) e vitaminas (frutas).. 
7) Voltar ao consultório para curativos subseqüentes e controle pós-operatório nos dias e horários estipulados. 
8) Provavelmente você estará se sentindo tão bem a ponto de esquecer-se que foi operada recentemente. Cuidado! Esta euforia pode levá-la a fazer esforços prematuros, o que determinará certos transtornos. 
9) Não se preocupe com as formas intermediárias nas diversas fases. Tire com seu cirurgião suas eventuais dúvidas

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