Subordinação é o estado de um indivíduo que não tem a tal liberdade para tomar suas próprias decisões. Subordinação é o contrário de autonomia.
Subordinação não se confunde com a escravidão, embora o trabalho escravo seja subordinado. A história do trabalho subordinado iniciou-se com a escravidão, persistindo nos dias de hoje com a relação de emprego.
As fases do trabalho subordinado são, segundo a doutrina jurídica:
- Escravidão
- Servidão
- Contrato Civil (Após as Revoluções Industrial e Francesa)
- Relação de emprego
Subordinação jurídica[editar | editar código-fonte]
Característica das relações de emprego, o empregado sujeita o exercício de suas atividades laborais à vontade do empregador, que na relação detém poderes para dirigir, regulamentar, fiscalizar e punir.
Diferença entre coordenação e subordinação
FRASE, ORAÇÃO E PERÍODO
Frase: todo enunciado que apresenta um significado completo. No texto, começa na letra maiúscula e termina no ponto. Uma frase pode ou não ter verbo.
Oração: cada verbo de uma frase determina uma oração.
Período: toda frase com verbo é também um período. O período é simples quando apresenta apenas um verbo e é composto quando apresenta mais de um verbo.
>>> Para se formar um período composto é preciso unir uma oração a outra. Para isso, podemos usar dois processos sintáticos: a coordenação e a subordinação.
- Na coordenação as orações são unidas sem que uma dependa da outra sintaticamente, isto é, são orações independentes (completas sintaticamente) que vêm ligadas por conjunções ou simplesmente justapostas sem qualquer conectivo.
(oração coordenada) + (oração coordenada)
Escrevi uma carta e a enviei para meu amor.
o Escrevi uma carta = oração coordenada assindética
(assindética pois não tem conjunção)
o e a enviei para meu amor = oração coordenada sindética
(sindética pois tem a conjunção e)
Escrevi uma carta é uma oração completa sintaticamente, pois apresenta um verbo transitivo direto (escrevi), um sujeito oculto (eu) e um objeto direto (uma carta) que completa a transitividade do verbo.
e a enviei para meu amor é uma oração completa sintaticamente, pois apresenta um verbo transitivo direto e indireto (enviei), um sujeito oculto (eu) e os objetos direto (a) e indireto (para meu amor) exigidos pela transitividade do verbo.
- Na subordinação uma oração depende sintaticamente da outra, isto é, há uma oração principal, que é incompleta sintaticamente, e há uma oração subordinada, que se liga à oração principal completando-a, ou seja, a oração subordinada funciona como o termo que falta para completar sintaticamente a oração principal.
(oração principal) + (oração subordinada)
A mulher esperou que seu filho voltasse.
o A mulher esperou = oração principal
o que seu filho voltasse = oração subordinada
A mulher esperou é uma oração incompleta sintaticamente, pois apresenta um verbo transitivo direto (esperou), um sujeito (a mulher), mas falta o objeto direto obrigatoriamente exigido pelo verbo transitivo direto.
que seu filho voltasse é uma oração que funciona no período como o objeto direto da oração principal. Veja: se perguntarmos ao verbo da oração principal: esperou o quê? Resposta: que seu filho voltasse. A resposta para essa pergunta é denominada objeto direto, logo a oração subordinada apresenta a função de um objeto direto e completa, sintaticamente, a oração principal.
(oração subordinada) + (oração principal)
Quando o dia amanhecer, vou à praia.
o Quando o dia amanhecer = oração subordinada
o vou à praia = oração principal
vou à praia é uma oração composta por um verbo intransitivo que seleciona um adjunto adverbial de lugar (à praia) e, de acordo com o contexto, seleciona também um adjunto adverbial de tempo que falta nesta oração.
Quando o dia amanhecer é uma oração subordinada que apresenta a função de um adjunto adverbial, isto é, trata-se de uma oração que expressa a circunstância de tempo, completando sintaticamente a oração principal.
(oração principal) + (oração subordinada) +
(continuação da oração principal)
Uma pessoa que comete tal brutalidade não merece perdão.
o Uma pessoa não merece perdão = oração principal
o que comete tal brutalidade = oração subordinada
Uma pessoa não merece perdão é uma oração que apresenta um verbo transitivo direto (merece), um sujeito (uma pessoa) e um objeto direto (perdão). Parece ser uma oração completa sintaticamente, porém o sujeito dessa oração não é apenas a expressão uma pessoa, mas há um adjunto adnominal, isto é, um termo que caracteriza essa pessoa, que não está presente na oração principal.
que comete tal brutalidade é uma oração subordinada que funciona no período como adjunto adnominal, fazendo referência ao núcleo do sujeito, caracterizando-o.
>>> Como já vimos, a oração subordinada sempre funciona no período como um termo da oração. Podemos, então, listar os seguintes termos:
sujeito
objeto direto
objeto indireto
complemento nominal
predicativo do sujeito
aposto
adjunto adnominal
adjunto adverbial
Cada um desses termos pode se apresentar, no período, em forma de oração subordinada. Assim, os tipos de orações subordinadas são divididos em três:
- Orações subordinadas substantivas
- Orações subordinadas adjetivas
- Orações subordinadas adverbiais
Pois bem, o fato é que se trata de uma verdade, contudo, não podemos fazer disso uma barreira, achando que é muito difícil e que não vamos conseguir compreender. Na verdade, um pouco mais de atenção, associada a algumas explicações, fará você perceber que tudo não passa de algo bastante simples. Por essa razão, amiguinho(a) usuário(a), passaremos a partir de agora a conhecer as diferenças que existem entre a oração subordinada adverbial causal e a oração coordenada sindética explicativa, haja vista que ambas possuem características em comum, sim?
Precisamos saber das diferenças que há entre a subordinada adverbial causal e coordenada sindética explicativa
Dessa forma, para que possamos entender de forma precisa, vejamos alguns exemplos, a começar por este primeiro:
* Os alunos obtiveram um mau resultado porque não estudaram o bastante.
* Somos queridos por todos porque nunca brigamos com ninguém.
Em se tratando do primeiro exemplo, temos a ocorrência de um fato (não estudaram bastante) que causa um efeito (os alunos obtiveram um mau resultado). Dessa forma, compreendemos que, como se trata de um fato que provoca outro, ocorre antes daquele expresso na oração principal, lembrando que ela é representada por “os alunos obtiveram um mau resultado”.
Analisando o segundo exemplo, temos outro (nunca brigamos com ninguém) que também provoca um efeito (somos queridos por todos).
Assim, temos de observar dois aspectos, considerados principais: não existe vírgula separando a oração subordinada da oração principal e os “fatos” expressam certeza, e não algo que condiciona a hipóteses, possibilidades. Nessas condições, podemos afirmar que se trata de orações subordinadas adverbiais causais.
Continuemos:
Os alunos não estão estudando o bastante, porque têm obtido um mau resultado.
Aqui temos uma explicação (porque têm obtido um mau resultado) justamente para justificar uma suposição (os alunos não estão estudando o bastante).
Continuamos sendo queridos por todos, porque nunca brigamos com ninguém.
Nesse caso, ocorre a mesma situação, pois temos uma explicação (porque nunca brigamos com ninguém) também para justificar algo suposto (continuamos sendo queridos).
Não há dúvidas de que se trata de uma oração coordenada sindética explicativa, haja vista que o sentido expresso nas duas orações se refere à suposição.
Percebeu como é fácil estabelecer a diferença?
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