Alucinógeno é uma droga de origem natural ou química que provoca alteração na percepção (mais comum é a visual), na capacidade de pensar e no estado de ânimo de pessoa que o ingere.
Os alucinógenos mais conhecidos
Os alucinógenos mais comuns são o LSD (dietilamida do ácido lisérgico) e a mescalina (extrardo de um cacto conhecido como peiote).
Mecanismo de ação no organismo
Não existe um mecanismo comum de ação para os alucionógenos, embora muitos deles sejam similares, em nível estrutural, aos neurotransmisores do sistema nervoso central (exemplo: serotonina e catecolaminas).
Efeitos na saúde humana
Os alucinógenos tem efeitos consideráveis na saúde dos seres humanos e varia de acordo com o tipo usado, quantidade e organismo da pessoa. O LSD, por exemplo, apresenta diversos efeitos negativos, sendo que os mais comuns são: paranóia, confusão mental, angústia, pânico, problemas de concentração e até psicose.Substâncias alucinógenas são aquelas que, ao atuar no Sistema Nervoso Central, modificam qualitativamente a atividade do cérebro, "perturbando" a mente da pessoa. Chamam-se alucinógenas porque provocam "alucinações", que na linguagem médica significa "percepções sem objeto", isto é, a pessoa que está em processo de alucinação percebe coisas sem que elas existam (ouve sons imaginários, vê objetos que não existem).
Grande número das drogas alucinógenas vêm da natureza, principalmente de plantas. No Brasil as mais conhecidas são os Cogumelos (famosos no México e usados há muitos séculos, dos quais se extrai a substância alucinógena psilocibina), o Lírio (também conhecido como trombeteira, zabumba ou saia branca) a Mescalina (que é um cacto originado na América Central, pouco encontrado no nosso país) e a Maconha (que contém a substância alucinógena THC - tetrahidrocanabinol - responsável pelos efeitos alucinógenos desta planta).
Com o progresso da ciência, várias substâncias foram sintetizadas em laboratório e constituem os alucinógenos sintéticos. Dentre eles, os mais conhecidos são o LSD-25, o Êxtase (ou ecstasy) e alguns medicamentos denominados anticolinérgicos que, embora tenham indicações médicas, quando usados indevidamente podem produzir delírios e alucinações.
Alguns alucinógenos naturais são usados em ritos religiosos, mas nem por isso têm seu uso liberado no Brasil. De acordo com a legislação brasileira, é proibido extrair, fabricar, produzir, preparar, comercializar, oferecer, ceder ou possuir substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica. (Lei 6368 de 21 de outubro de 1976). Neste caso estão incluídos os diferentes tipos de alucinógenos, tanto naturais como sintéticos, exceto os medicamentos, quando sob prescrição médica.
O uso dos alucinógenos pode provocar reações psíquicas variáveis. Algumas pessoas podem se sentir recompensadas pelos sons incomuns, cores brilhantes e pelas alucinações ("boa viagem") e outras têm reações bastante desagradáveis, com visões terrificantes, sensação de deformação do próprio corpo, certeza de morte iminente ("má viagem").
Essas reações psíquicas dependem das condições pessoais, das experiências anteriores de cada um, do ambiente e das circunstâncias em que ocorre o consumo, além das propriedades de cada substância.
Alguns alucinógenos provocam sintomas físicos como dilatação das pupilas, suor excessivo, taquicardia e náuseas/vômitos. Em geral estas substâncias não provocam dependência nem síndrome de abstinência, mas o usuário, muitas vezes, é levado a repetir o uso por razões sociais ou pessoais.
Além das características gerais dos alucinógenos, é importante conhecer os efeitos específicos de cada um, como por exemplo os danos físicos e psicológicos causados pela maconha, comportamentos agressivos causados por delírios persecutórios decorrentes do uso de LSD ou o aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial causado pelo consumo de Êxtase (MDMA).
É importante lembrar que o agravamento dos sintomas e o aumento dos riscos depende muito das características pessoais do consumidor e um dos problemas preocupantes com o uso de alucinógenos é a possibilidade (embora rara) da pessoa ser tomada de um delírio persecutório, delírio de grandeza ou acesso de pânico e, em virtude disto, tomar atitudes prejudiciais a si ou aos outros.Um alucinógeno, droga psicodélica, droga alucinógena ou droga alucinogénica é uma substância capaz de provocar alucinações.[1] A classificação mais consensualmente aceita para tal classe de substâncias psicoativas foi proposta por Jean Delay, que as classifica como dislépticas (modificadoras), em oposição aos lépticos (estimulantes) e analépticos (depressores). [2] É considerado efeito específico dessas substâncias alterar os sentidos, a percepção, a concentração, os pensamentos e a comunicação.
A utilização destas drogas com fins recreativos sem controle adequado (dose, "set" ou contexto de uso etc,) oferece sérios riscos. [3] As drogas sintéticas, a exemplo doLSD, Anticolinérgicos e ecstasy (metilenodioximetanfetamina - MDMA) podem, entre outros efeitos adversos, causar a confusão da noção de tempo e de espaço e causar um efeito similar ao sonho e às psicoses ou distúrbios de comportamento. [4] [5] [6] Observe-se, porém, que nem todas as drogas que causam alucinações são consideradas alucinógenos, a exemplo da clássica visão dupla induzida pela intoxicação alcoólica [7] ou por grandes doses de café tal como recentemente se constatou e foi amplamente divulgado, [8] além do que, alucinações podem ocorrer sem utilização de substancias psicoativas por mecanismos ainda não completamente conhecidos. [9] [10]
As drogas alucinógenas são assim chamadas por um de seus possíveis e mais relatados efeitos, que é a propriedade de causar alucinações (falsas percepções) e visões irreais ou oníricas aos seus utilizadores. Outros nomes propostos também estão associados a efeitos atribuídos e relatados, tais como: Psicotomiméticos e Psicotogênicos, por induzir efeitos semelhantes à psicose (mais especificamente as alucinoses e alucinações); Psicodélicos, por sua propriedade de fazer aparecer ourevelar a psique oculta; Enteógeno pelo reconhecimento antropológico de que tal classe de substâncias é frequentemente utilizado nas mais diversas culturas em rituaisreligiosos. [11] [12]
Esse último efeito atribuído também decorre da associação dessas substâncias à capacidade de facilitar a concentração ou meditação, também descrita como "expansão da consciência". No conjunto de alterações da consciência detectáveis por medidas do eletroencefalograma (eeg), situa-se na faixa das frequências alfa - ou dos "sonhos lúcidos" entre a vigília plena e o sono.
No plano das interpretações psicológicas ou psicanalíticas, os alucinógenos situam-se entre os fenômenos de modificação das emoções e personalidade, sendo superficialmente descritas como uma relação entre o ego e o mundo exterior/interior, analogamente às interpretações que se dão ao satori zen–budista, efeitos da ioga ou transe das religiões de possessão africanas, gregas, indígenas, entre outras. [13] [14] [15]
Na descrição da categoria Psicodislépticos, Goodman & Gilman referem-se a efeitos estimulantes e depressores simultâneos em diferentes sistemas (circuitos) de neurotransmissores ou regiões do cérebro, incluindo os anticonvulsivantes não barbitúricos e relaxantes da musculatura esquelética narcoanalgésicos e analgésicos e antitérmicos psicotogênicos.[16]
Índice
[esconder]Plantas & moléculas[editar | editar código-fonte]
O inventário de plantas (e elementos ativos) com propriedades alucinógenas proposto por Hofmann (apud Fontana)[17] inclui:
- Rivea corymbosa (Ergina), do México e América Central);
- Amanita muscaria (Muscimol, ácido ibotênico), da Europa, Irã e Ásia;
- Psilocybe mexicana (Psilocina, Psilocibina), do México e América do Norte e Central;
- Psilocybe cubensis (Psilocina, Psilocibina), das Américas;
- Peganum harmala (harmina), da Ásia e América do Sul;
- Banisteria caapi (Harmina, Harmalina), da Amazônia: componente da Ayahuasca sul-americana;
- Piptadenia peregrina (Anadenanthera peregrina e Anadenanthera colubrina (Dimetiltriptamina), do Rio Orinoco, na América do Sul.
Esta lista originalmente incluía a Cannabis sativa (haxixe) da Ásia: contudo, existe grande controvérsia sobre tal classificação, assim como também é controversa a inclusão da muscarina – substância derivada do cogumelo Amanita muscaria.
Quanto à ampliação dessa classificação, nesse grupo deve-se acrescentar um conjunto de outras plantas que contêm a N,N-Dimetiltriptamina, a saber: Psychotria viridis (Chacrona, Chacruna), utilizada em combinação com a B. caapi por diversos grupos indígenas da Amazônia; a Virola calophylla (V. theidora, V. rufula, V. colophylla); o Epena, também da Amazônia; a Jurema (Mimosa hostilis ou M. nigra); donordeste brasileiro; sapos do gênero Bufos (Bufo alvarius; Bufo marinus ou Cururu) que contenham a bufotenina em suas secreções: a bufotenina corresponde a uma variação molecular da dimetiltriptamina. Observe-se também que alguns autores discordam quanto à identidade da planta que seria o ololiuhqui dos astecas/toltecas, que contém ácido lisérgico: são comuns referências a Rivea coribosa e a Ipomoea violácea (glórias-da-manhã). Essa última também é utilizada em preparados homeopáticos do tipo floral.
De acordo com a semelhança química, os psicodislépticos têm sido classificados, ainda que provisoriamente, em cinco categorias: indólicos, feniletilaminas, anestésicos dissociativos (especialmente em função de pesquisas com ketamina), anticolinérgicos (especialmente os muscarínicos) e canabinoides já referidos.[18]
Efeitos colaterais[editar | editar código-fonte]
Há referências a efeito clastogênico (quebra de cromossomos) em pesquisas com LSD in vitro e aumento do número de abortos.[19] [20] Deve-se ressaltar que esses estudos são isolados e que não há quaisquerestatísticas massivas para comprová-los. Quanto ao uso de plantas, contudo, há o reconhecimento do uso tradicional como parte da comprovação da eficácia e segurança de produtos naturais é possível em algumas legislações internacionais (Ex. Canadá, Comunidade Européia e México) e recomendado pela OMS desde a conferência de Alma Ata em 1978. É considerado como critério válido no Brasil. [21]
Os estudos antropológicos ou etnofarmacológicos com resultados consistentes sobre a utilização ritual e efeito dessas plantas ainda são controversos, mas de certa forma fundamentam a utilização legal de diferentes plantas ou substancias de forma diferenciada, o peiote (Lophophora williamsii) por exemplo é utilizado legalmente na Igreja Índia Americana nos EUA e considerado uma substâncias uso proscrito noBrasil.[22]
Por outro lado, os estudos de psicofarmacologia ainda não produziram resultados definitivos. Os relatos de psicose são escassos e se contrapõe às frequências observadas nas populações que tradicionalmente fazem uso dessas substâncias. Estima-se, para a esquizofrenia, por inquéritos epidemiológicos, uma incidência em torno de 1% em populações urbanas das Américas. [23] [24] [25] [26]
Mecanismos de ação[editar | editar código-fonte]
A semelhança das substâncias psicodélicas com a Serotonina (5-HT) e Noradrenalina (NA) tem sido a maior pista para explicação do seu efeito. O LSD e a Psilocibina têm, em comum, a semelhança do núcleo indoletilamina da 5-HT. A Mescalina é um derivado da feniletilamina, que, por sua vez, figura na NA. Contudo, por ciclização, isto é, fechamento da cadeia lateral, a mescalina pode gerar um composto semelhante a 5-HT.[27] [28]
Estudos bioquímicos do composto da B. caapi e P. viridis presentes na bebida dos remanescentes indígenas do império inca (a Ayahuasca, ou Hoasca, como é conhecida no Brasil) apontam uma interação entre os inibidores da monoamina-oxidase I-MAO e o composto indólico.
Farmacologia do DMT/Efeito ayahuasca
A N,N-Dimetiltriptamina (DMT) foi sintetizada pela primeira vez em 1931 (Manzke), isolada de duas plantas distintas por investigadores independentes, em 1946 (Gonçalves) da Mimosa hostilis e em 1955 (Fish, Jonson and Horning) da Piptadenia peregrina.
O efeito da Jurema, Chacrona e outras plantas pode ser atribuído à presença da N,N-DMT ou N,N-dimethyltryptamine (C12H16N2).[29] [30]
Estudando rapés epena (paricá) de uso mágico medicinal entre tribos do norte da Amazônia (Tukano, Waika, Araibo, Piaroa e Surara), Holmsted e Lindgren (1967) revelaram a presença de triptaminas (5 Metoxi-N,N, Dimetiltriptamina [5Meo-DMT] e N,N-Dimetiltrptamina [DMT]) e, apenas em uma amostra (o paricá dos Piaroa da região do Orinoco, na Venezuela), encontraram, além do N,N-DMT e do 5-Meo-DMT, a bufoteína 5-OH-DMT, junto com o alcaloide beta-carbolínico harmina. Na época, observaram que essa composição molecular de triptaminas e betacarbolinas atua sinergicamente para o efeito psicoativo: "as betacarbolinas são inibidoras da monoamina-oxidase e podem potencializar a ação de indóis simples."[31] Nessa concepção, não basta a presença do anel indólico para se obter o efeito psicodélico ou psicodisléptico dos rituais xamânicos.
Psicotomiméticos e serotonina[editar | editar código-fonte]
LSD, Psilocibina e Mescalina variam quanto ao tempo de ação, produzem tolerância e tolerância cruzada e não produzem dependência fisiológica: as duas últimas estão associadas a vômitos como efeito colateral. Esse último efeito pode estar relacionado à alta concentração de 5HT (90% do disponível no organismo) encontrada nas células enterocromafins do trato gastrointestinal ou a uma ainda não bem conhecida interferência nos centros de vômito e postura do bulbo.
Em grandes doses, esse neuro-hormônio é sedativo. [32] Sua ação depressiva, entretanto, é bloqueada pela clorpromazina [33] . É antagonizado pelo LSD, o que levou à elaboração de teorias serontoninérgicas sobre a esquizofrenia. Contudo, outros antagonistas da serotonina não são alucinógenos (Himwich, Barron et all in: Himwich o.c.). Observe-se que, posteriormente, foi descoberto, como assinala Cohen (1964),[34]que há substâncias psicodélicas que não têm qualquer antagonismo com a serotonina, a exemplo da psilocibina e psilocina, que são estruturalmente semelhantes à serotonina (Cohem, 1964 o.c. p. 231).
Há pesquisas que diferenciam os efeitos do LSD e Psilocibina nos diversos receptores da 5-HT e estudos com pontes radioligantes e experimentos funcionais apontam para o efeito agonista dessa classe de substâncias sobre a serotonina (receptores 5-HT1a e 5-HT2).[35]
Segundo Graeff,[27] o LSD combina-se também com receptores da Dopamina, reforçando, por sua vez, as hipóteses dopaminérgicas da esquizofrenia, pois diversos agentes antipsicóticos antagonizamcompetitivamente com a dopamina.
A depressão e os Distúrbios Obsessivos-Compulsivos (DOC) também estão associados aos níveis de serotonina e ambos os quadros psicopatológicos têm sido tratados (farmacologicamente) de modo - nem sempre - eficiente com bloqueadores de recaptação sináptica (fluoxetina) que aumentam a serotonina ativa. O surgimento e a explosão de vendas de novos antidepressivos/antipsicóticos demonstram que há certo fracasso no tratamento de milhares de casos. [36] [37]
Pesquisas neuroetológicas associam os níveis desse neurotransmissor ao comportamento de liderança e agressividade. As funções da serotonina e seus diversos sítios receptores, portanto, permanecem como o grande enigma para explicação do efeito psicodélico. [38] [39]
O sucesso da utilização de substâncias alucinógenas na psicoterapia para tratamento de depressão, alcoolismo e outras drogadições tem explorado a compreensão dos sistemas bioquímicos referidos, além dos efeitos psicossociais do contexto (set) de sua utilização ritual.[40] [3] [17] [41] [42] [43]
Referências
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Bibliografia adicional[editar | editar código-fonte]
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- Labate, Beatriz C.; Goulart, Sandra L. (orgs.) O uso ritual das plantas de poder. SP, Mercado das Letras / FAPESP, 2005
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Ver também[editar | editar código-fonte]
- Psicoterapia psicodélica
- Drogas legais sintéticas
- Droga ilícita
- Droga psicoativa
- Depressores do SNC ou analépticos
- Estimulantes do SNC ou dislépticos
- fr:Classification des psychotropes na proposição de Jean Delay
- Lista de enteógenos
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
- Secretaria Nacional Antidrogas - SENAD
- Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos - NEIP
- Organização adroga
- CEBRID - Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas
- EROWID Documenting the Complex Relationship Between Humans & Psychoatives (em inglês)
- Multidisciplinary Association for Psychedelic Studies (em inglês)
- Council on Spiritual Practices (em inglês)

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