Imagino que se você esta em tratamento contra um câncer que você sabe a resposta e a diferença entre um e outro. Sabe mesmo?
Vamos entender o conceito corretamente:
Efeito colateral: São efeitos indesejados mas que são esperados durante a quimioterapia, por exemplo. Um bom exemplo são as náuseas e vômitos, efeitos esperados em determinados quimioterápicos e que seu médico deve lhe dizer antes do inicio do tratamento que podem acontecer. São efeitos que durante estudos clínicos foram percebidos e que inclusive foram inseridos na bula.
Efeito Adverso: São efeitos indesejados relacionados ao uso de um medicamento ou procedimento em saúde e que não constam em bula. Isso por que, durante os estudos clínicos, os medicamentos são testados por um número menor de indivíduos se comparado à população total que vai utiliza-lo depois. Enfim, quando passam a ser utilizados em larga escala, esses efeitos adversos podem surgir.
Diante de um efeito adverso (algo que seu médico não tinha comentado com você) ligue para seu médico ou equipe e compartilhe o que você esta sentindo. Os dois são muito importantes e devem ser relatados ao seu oncologista com disciplina e frequência.
Sugestão?
Tenha um diário e anote da seguinte maneira:
– nome do medicamento (ou quimioterápicos)
– data que tomou a medicação
– efeitos colaterais ou efeitos adversos (o que sentiu?)
– data que começou e parou
– quantas vezes se repetiu (exemplo: tive diarreia 6 vezes por dia)
– tomou algum medicamento para interromper?
– Anote algo mais que queira compartilhar com seu médico
Quando você faz isso, você está cuidando ativamente do seu tratamento, mas também esta contribuindo com o processo de desempenho do medicamento, chamado farmacovigilância.
A farmacovigilância nos permite atualizar nosso conhecimento sobre o medicamento e as informações em bula. Os eventos não previstos devem ser comunicados pelo paciente ao profissional da saúde, que por sua vez informará os departamentos de farmacovigilância do laboratório e da ANVISA. O paciente também pode fazer a comunicação ao órgão responsável, mas às vezes são necessários elementos técnicos que você desconhece.
Esse tema é um pouco complexo, mas vale muito a pena se informar!Efeito colateral é a consequência que a ingestão de determinado medicamento pode causar ao organismo do indivíduo, ou seja, um efeito que é paralelo ao que é desejado da substância farmacológica absorvida.
Efeito colateral: São efeitos indesejados mas que são esperados durante a quimioterapia, por exemplo. Um bom exemplo são as náuseas e vômitos, efeitos esperados em determinados quimioterápicos e que seu médico deve lhe dizer antes do inicio do tratamento que podem acontecer. São efeitos que durante estudos clínicos foram percebidos e que inclusive foram inseridos na bula.
Efeito Adverso: São efeitos indesejados relacionados ao uso de um medicamento ou procedimento em saúde e que não constam em bula. Isso por que, durante os estudos clínicos, os medicamentos são testados por um número menor de indivíduos se comparado à população total que vai utiliza-lo depois. Enfim, quando passam a ser utilizados em larga escala, esses efeitos adversos podem surgir.
Diante de um efeito adverso (algo que seu médico não tinha comentado com você) ligue para seu médico ou equipe e compartilhe o que você esta sentindo. Os dois são muito importantes e devem ser relatados ao seu oncologista com disciplina e frequência.
Sugestão?
Tenha um diário e anote da seguinte maneira:
– nome do medicamento (ou quimioterápicos)
– data que tomou a medicação
– efeitos colaterais ou efeitos adversos (o que sentiu?)
– data que começou e parou
– quantas vezes se repetiu (exemplo: tive diarreia 6 vezes por dia)
– tomou algum medicamento para interromper?
– Anote algo mais que queira compartilhar com seu médico
Quando você faz isso, você está cuidando ativamente do seu tratamento, mas também esta contribuindo com o processo de desempenho do medicamento, chamado farmacovigilância.
A farmacovigilância nos permite atualizar nosso conhecimento sobre o medicamento e as informações em bula. Os eventos não previstos devem ser comunicados pelo paciente ao profissional da saúde, que por sua vez informará os departamentos de farmacovigilância do laboratório e da ANVISA. O paciente também pode fazer a comunicação ao órgão responsável, mas às vezes são necessários elementos técnicos que você desconhece.
Esse tema é um pouco complexo, mas vale muito a pena se informar!Efeito colateral é a consequência que a ingestão de determinado medicamento pode causar ao organismo do indivíduo, ou seja, um efeito que é paralelo ao que é desejado da substância farmacológica absorvida.
Os medicamentos que apresentam efeitos colaterais são destinados para o tratamento de um conjunto específico de patologias, no entanto, devido a atividade e contato das substâncias existentes nesses remédios, o organismo pode se manifestar de diferentes formas indesejadas.
Entre os efeitos colaterais mais corriqueiros na maioria dos medicamentos, está:
- tonturas
- dores de cabeça
- sonolência
- vômito
- queda de cabelo
- rachaduras na pele
- erupções cutâneas
- amnésia temporária
Normalmente, quando o medicamento apresenta efeitos colaterais, estes devem ser discriminados detalhadamente na bula do remédio.
Efeito colateral e efeito adverso
O efeito colateral é qualquer tipo de resposta diferente do organismo às substâncias contidas no medicamento, que são paralelas às que são desejadas ou esperadas pelo fármaco.
Já o chamado efeito adverso e qualquer resposta do remédio que seja indesejada ou prejudicial ao paciente.
A principal diferença entre o efeito colateral e o efeito adverso (também conhecido por RAM - Reação Adversa ao Medicamento) é que neste último caso, as consequências são consideradas sempre prejudiciais, enquanto que um efeito colateral, dependendo da situação, pode ser benéfico.
Exemplo: Alguém que toma um antialérgico e está sem sono. Um dos principais efeitos colaterais dos anti-histanímicos é a sonolência, que neste caso, pode ser uma consequência benéfica para alguém com dificuldade em dormir. Denomina-se efeito colateral como um efeito diferente daquele considerado como principal por um fármaco. Esse termo deve ser distingüido de efeito adverso, que se refere a um efeito colateral indesejado, pois um fármaco pode causar outros efeitos potencialmente benéficos além do principal. Como exemplo podem ser citados a amnésia temporária causada por sedativos e a sonolência em anti-histamínicos, que podem ser benéficos ou adversos dependendo da situação.
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