Senso é o ato de raciocinar, de apreciar e julgar. Ter senso é ter um juízo claro, um entendimento, é ter prudência, discernimento.
Senso é um substantivo masculino, do latim sensu, que significa siso, tino, atenção. Sensato é um adjetivo que caracteriza aquele que tem bom senso, que faz uso da razão, que age ponderadamente.
Embora pouco usado, senso significa também sentido, direção, rumo.
A palavra senso tem um conceito bastante amplo, podendo ter vários significados, dependendo do contexto onde é empregada:
Senso comum - é o modo de pensar da maioria das pessoas, são noções comumente admitidas pelos indivíduos;
Senso crítico - é a capacidade de questionar e analisar de forma racional e inteligente;
Senso estético - é a capacidade de apreciar e julgar a o que é belo;
Senso moral - é a consciência do bem e do mal;
Senso de humor - é saber rir ou fazer piadas na hora certa sobre motivos certos;
Bom senso - é a capacidade de raciocinar e discernir a aplicação da perfeita razão para julgar cada caso particular da vida.
Censo, escrito com a letra c, significa o conjunto de dados estatísticos dos habitantes de uma cidade, estado, país etc., com todas as suas características.Bom senso é um conceito usado na argumentação que é estritamente ligado às noções de sabedoria e de razoabilidade,[1] e que define a capacidade média que uma pessoa possui, ou deveria possuir, de adequar regras e costumes a determinadas realidades considerando as consequências e assim poder fazer bons julgamentos e escolhas. Pode, assim, ser definido como a forma de "filosofar" espontânea do homem comum, também chamada de "filosofia de vida", que supõe certa capacidade de organização, auto-controle e independência de quem analisa a experiência de vida cotidiana.
O bom senso é por vezes confundido com a ideia de senso comum, sendo no entanto muitas vezes o seu oposto. Ao passo que o senso comum pode refletir muitas vezes uma opinião por vezes errônea e preconceituosa sobre determinado objeto, o bom senso é ligado à ideia de sensatez, sendo uma capacidade intuitiva de distinguir a melhor conduta em situações específicas que, muitas vezes, são difíceis de serem analisadas mais longamente. Para Aristóteles, o bom senso é "elemento central da conduta ética uma capacidade virtuosa de achar o meio termo e distinguir a ação correta, o que é em termos mais simples, nada mais que bom senso."
O Bom Senso vai muito além da capacidade de discernir o certo do errado. O bom senso esta diretamente ligado a capacidade intuitiva do ser humano de fazer a coisa certa, é elementar que está ligado a moral, de maneira que o bom senso praticado por um cristão, poderá ser interpretado de forma diferente por um Islã ou judeu. Também reflete a cultura e o meio a qual o ser humano vive, falar a coisa certa e pensar na coisa certa em momentos inusitados ou não. O Bom senso não envolve tanto uma reflexão aprofundada sobre um determinado tema, lugar ou situação (isso já entraria no campo da reflexão), mas sim a capacidade de agir e interagir,obedecendo certos parâmetros da normalidade, face uma situação qualquer, guiando-se por um senso comum e quase que completamente intuitivo.
Ver também[editar | editar código-fonte]
Referências
- ↑ Jus Brasil - Princípio da Razoabilidade Jusbrasil.com.br.
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